Ministério da Educação está doido?

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A resolução número 4, de 06/04/2009, do Conselho Nacional de Educação aprovou uma barbaridade: a redução da carga horária mínima do curso de nutrição para 3.200horas!

A carga horária atual 3.600 horas já era insuficiente para garantir formação adequada, o que demonstra o desconhecimento por parte dos gestores do ministério sobre a realidade da profissão e do mercado no Brasil.

Atualmente, o Conselho Federal de Nutricionistas defende uma carga horária mínima de 4.000horas. Como ficou longe aqui vai meu apelo aos coordenadores de cursos e donos de instituições particulares de ensino superior: não deixem o nível baixar!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Alimento para o cérebro

Os peixes têm sido considerados alimentos para o cérebro há várias décadas. Um dos motivos é que são ricos em gorduras do bem (ômega-3) e outro é que vários peixes são fonte de vitamina D, também capaz de melhorar a cognição. Esta vitamina também tem propriedades antiinflamatórias e retarda o declínio da capacidade respiratória na asma e na doença pulmonar obstrutiva crônica. A vitamina D também pode ser obtida de suplementos, ovos, leite além de ser produzida em nosso corpo, numa parceria entre fígado, pele e rins.

Indivíduos com síndrome de Down, autismo, gestantes e lactantes devem considerar a suplementação contínua de Ômega-3. Busque mais sobre este assunto neste blog.

Meu curso completo sobre alimentação e suplementação na Síndrome de Down está disponível no Udemy. Clique aqui para acessar. Dieta cetogênica, autismo, epilepsia, depressão:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Refrigerantes a base de cola causam fraqueza e problemas musculares

Pesquisadores gregos mostraram que o consumo excessivo de bebidas a base de cola podem levar à hipocalemia, baixas concentrações de potássio sanguíneo, o que pode levar à paralisia muscular. O estudo foi conduzido pelo Dr. Moses Elisaf e publicado no International Journal of Clinical Practice, IJCP. O pesquisador relata ainda que estas bebidas, em excesso, causam ainda outros problemas como cáries dentárias, desmineralização óssea, maior risco de síndrome metabólica e diabetes. Nos estudos do pesquisador, os sintomas de problemas musculares foram revertidos após a retirada da bebida.

Em um dos casos, uma mulher de 21 anos, que consumia até 3 litros de refrigerantes a base de cola por dia foi admitida no hospital com fadiga, perda de apetite e vômitos persistentes. Exames de sangue mostraram a diminuição do potássio e o eletrocardiograma mostrou um bloqueio no coração. Outros casos com gestantes e fazendeiros também foram relatados. Apesar das quantidades nestes estudos terem sido muito maiores do que as geralmente observadas não se deve fazer do uso destas bebidas um hábito.

O consumo mundial de refrigerantes é de 500 bilhões de litros por ano ou 80 litros por pessoa, sendo os americanos os maiores consumidores (200 litros por ano). De acordo com os pesquisadores existem 3 ingredientes nestes refrigerantes que levam à perda de potássio: glicose, frutose e cafeína. Apesar de a maioria dos pacientes se recuperar após a retirada do refrigerante e do uso de suplementos de potássio, a hipocalemia crônica deixa-os mais suscetíveis à paradas cardíacas fatais.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/