Hoje é dia da pizza!

O Dia da Pizza é celebrado desde 1985 no dia 10 de julho. Para comemorar, você pode comprar um disco de pizza já pronto no mercado e caprichar em uma cobertura saudável, combinando ingredientes como molho de tomate, queijo, orégano, cebola, palmito, escarola, rúcula, tomate, ervilha, milho, pimentão, champignon, alcachofra, alcaparra, atum... Caso você não possa consumir farinha de trigo, opte por uma massa sem glúten.

Receita 1 de pizza sem glúten

  • 1/2 xícara de chá de fécula de batata

  • 1 xícara de chá de amido de milho

  • 1 colher de sopa de óleo de coco

  • 1 colher de sopa rasa de fermento em pó

  • leite ou leite de soja

  • queijo branco

  • molho de tomate

  • orégano

Coloque os 4 primeiros ingredientes numa vasilha, pondo por último o leite até que a massa fique solta. Amasse bem e coloque numa forma. Adicione o queijo, o presunto, o molho de tomate e polvilhe com orégano. Asse em forno quente. 

SE EU TIRAR GLÚTEN VOU FICAR ALÉRGICO?

Recebo essa pergunta toda hora. Gente, as causas da doença celíaca são genética, imunológica e ativada pela ingestão do glúten (não pela retirada dele). Em pessoas que herdam dos pais a predisposição à autoimunidade mediada pelo glúten (alterações de genes HLA), o sistema de defesa lesa o intestino delgado e desencadeia a má absorção de vários nutrientes. E só tem um tratamento: a retirada do glúten. Ou seja, doença celíaca não é intolerância nem alergia. É uma doença autoimune. Existem outras doenças relacionadas como alergia ao trigo e outras questões por mecanismos desconhecidos.

Quando você para de comer sorvete por 1 ano, quando volta está alérgico? Não.

Quando você para de comer frango por 1 ano, quando volta está alérgico? Não.

Quando você para de comer arroz por 1 ano, quando volta está alérgico? Não.

Agora, se você parou de comer um alimento e quando voltou a comer passou mal, aí tem. Pesquise e entenda seu corpo. Ele te dá mensagens e, às vezes, grita por socorro por meio de dores de cabeça, problemas na pele, dificuldades digestivas, acúmulo de gordura, alterações cognitivas...

Receita 2 de massa sem glúten (e cetogênica)

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Aumentando a produtividade à tarde

Se você trabalha em um escritório pode já ter notado que às 15h todo mundo fica mais lento, com mais sono ou até mais irritado. Isto é normal. Em primeiro lugar nosso relógio biológico faz com que passemos a produzir mais melatonina à tarde, afim de controlar a temperatura do corpo.

A melatonina é um hormônio que induz o sono. Neste caso, trabalhar ou estudar em ambiente iluminados ajuda já que quanto mais escuro mais melatonina produzimos. Abra então as janelas e as cortinas e mão à obra, nada de estudar no quarto, deitado na cama! Além deste fator, os hábitos alimentares podem estar provocando esta falta de energia à tarde. Tome um café da manhã caprichado, seu corpo já ficou muito tempo sem energia enquanto você dormia.

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Sair sem se alimentar e passar a manhã inteira tomando cafezinho não compensa o que seu corpo preciso e ainda fará você chegar faminto ao almoço. Comer muito na hora do almoço, principalmente alimentos ricos em carboidratos simples (arroz, batata, macarrão, doces) fará com que seu pâncreas produz grandes quantidades de insulina fazendo com que você tenha uma hipoglicemia de rebote (diminuição da quantidade de açúcar no sangue) entre 1 e 3 horas após o almoço. Ou seja, bem neste horário das 15h... Por isso, não pule o café da manhã, leve uma fruta para comer no intervalo e escolha os alimentos do almoço com mais sabedoria. Prefira os carboidratos complexos (arroz ou macarrão integral) ou mesmo pouco arroz branco adicionado de mais folhas e vegetais afim de aumentar o conteúdo de fibras da refeição.

Ajuda também colocar um pouquinho de azeite e escolher uma proteína magra para completar. Mastigue muito bem e evite os doces. Dessa forma, você se sentirá bem mais disposto à tarde. Carboidratos complexos levam mais tempo para serem digeridos, saciando mais e as proteínas aumentam a produção de dopamina e norepinefrina, compostos que nos deixam mais alertas e concentrados. Algumas pessoas ainda arranjam um tempinho para malhar na hora do almoço. Se você tem tempo e gosta de se exercitar moderadamente neste horário, estes 40 minutos podem ser uma boa estratégia para aumentar os seus níveis de energia já que o aumento do consumo de oxigênio durante a prática nos fazem sentir mais alertas. Além disso, durante a atividade produzimos adrenalina, um potente hormônio estimulante. Mas não vá se empanturrar depois ou morrerá de sono à tarde, de qualquer forma.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Suplementação com ferro é segura em regiões de risco para malária?

De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), a suplementação de ferro é segura, inclusive em áreas de risco para malária. Contudo, pesquisadores de Zanzibar, capital da Tanzânia, não concordam com esta posição. Os mesmos propuseram a retirada da suplementação preventiva em crianças menores de dois anos, visto que a mesma poderia promover o crescimento dos parasitas. Em resposta a isto foram revisadas 68 pesquisas, envolvendo 42.981 crianças. 

Os revisores concluíram que os suplementos não aumentaram o risco de infecção e é neste estudo, publicado em 08/07/2009, que a OMS está se baseando para recomendar a suplementação de ferro, não só para o tratamento da anemia mas também para a prevenção. O debate continua e um exemplo interessante entre dois grupos foi publicado na edição de jan/fev 2009, do  Jornal de Pediatria.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/