Diuréticos aumentam risco de Diabetes

De acordo com pesquisadores do hospital Johns Hopkins, nos EUA, a queda dos níveis sanguíneos de potássio, provocada pelo consumo crônico de diuréticos comumente prescritos para o tratamento da hipertensão aterial, pode ser uma das causas do aumento do risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 nestes pacientes em aproximadamente 50%. Os diuréticos aceleram a perda de fluidos mas também de potássio. Afim de prevenir as consequências adversas desta perda os pacientes precisam aumentar o consumo do mineral, encontrado abundantemente em frutas e verduras. Além disso, antes de se iniciar o uso de diuréticos tiazídicos deve-se pedir exame de potássio plasmático. O mesmo deve ser repetido nos check-ups. É importante observar que uma queda de apenas 0.5 miliequivalente por litro (MEq/L) já aumenta o risco de diabetes, mesmo que os níveis de potássio ainda estejam dentro dos limites considerados normais.

DIURÉTICOS NATURAIS QUE NÃO PREJUDICAM SEU METABOLISMO:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Confie mais nos alimentos naturais, não processados, não industrializados

Todo ano, gasta-se no mundo bilhões de dólares em produtos para a perda de peso. Porém, de acordo com o Dr. Lean da Universidade de Glasgow, os produtos anunciados não são submetidos a pesquisas rigorosas e, na maioria das vezes, os consumidores são enganados. A exploração comercial de pessoas acima do peso ou com doenças acaba criando problemas pois além de não resolver o problema em questão pode afastar as pessoas do que realmente funciona: estilo de vida saudável, reeducação alimentar, atividade física moderada e, se for o caso, medicação ou cirurgia. Suplementos e alimentos com fins especiais raríssimamente são necessários ou eficientes.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Redução calórica diminui risco de câncer de mama

Cientistas da Universidade do Texas identificaram caminhos pelos quais uma dieta com redução calórica pode diminuir o risco de uma mulher desenvolver câncer de mama após a menopausa. Os resultados da pesquisa, apresentados na 7a conferência internacional da Associação Americana de pesquisa em câncer, sugeriu que a restrição calórica e o exercício afetam os caminhos metabólicos da mTOR, uma molécula envolvida na integração do balanço energético com o crescimento celular.

A desregulação da mTOR contribui para muitas doenças, incluindo os cânceres. Dieta e exercício regulam a mTOR sendo que no estudo apresentado na conferencia, a dieta foi mais eficiente do que o exercido, pelo menos em modelos animais.

PRESTE ATENÇÃO AOS NÍVEIS DE VITAMINA D

Vitamina D abaixo de 40ng/dl para mulheres é super comum em todo o mundo. Convém suplementar pois associa-se a maior perda óssea, piora da imunidade, aumento do risco de câncer de mama e declínio cognitivo.

Pacientes com câncer: a troca de leite por whey é benéfica

Pacientes que adoram um leite precisam ter mais cuidado. O leite e o queijo estimulam muito a secreção de IGF-1 e a proliferação celular. O whey tem um efeito muito mais brando neste sentido (Melnik et al., 2012). Estudos também mostram que o whey ajuda a evitar a caquexia do câncer. Por isso, se está fazendo tratamento contra o câncer, indico que troque seu leite por uma proteína vegana neutra sem corantes ou um whey isolado sem corantes.

Opções de whey isolado sem corantes e sabor neutro:

Proteína vegana sem corantes e sabor neutro:

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Como um dos fatores de risco modificáveis para o câncer de mama é a obesidade, para prevenir a primeira doença, deve-se reduzir o peso. Isto porque o aumento da quantidade de gordura no organismo esta associada a alteracoes nas adipocinas, proteínas secretadas pelo tecido adiposo e que ajudam a modificar o apetite e diminuir a resistência a insulina. Por exemplo, níveis aumentados de leptina e níveis diminuídos de adiponectina aumentam o risco de câncer de mama. No estudo apresentado, os camundongos que tiveram a dieta restrita em 30% das calorias, diminuíram o peso e os níveis de leptina e aumentaram os níveis de adiponectina em valores maiores que o grupo que foi submetido a atividade física (45 minutos/5 vezes na semana) mas que não tiveram restrição dietética.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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