9 princípios para viver melhor (Parte 2 do livro Dieta das zonas azuis)

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Benefícios dos alimentos ricos em clorofila (e outros fitoquímicos) + resumo do livro "How not to die"/ "Como não morrer"

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A fotossíntese é o processo no qual as plantas absorvem a luz do sol - junto com a água e o dióxido de carbono - e as transformam nos carboidratos que necessitam para o crescimento. O oxigênio é também um subproduto da fotossíntese.

No coração da fotossíntese está a clorofila, um pigmento que absorve o azul e algumas partes vermelhas do espectro eletromagnético da luz solar e dá à planta sua cor verde. Quanto mais profundo, mais escuro o verde um vegetal, mais clorofila contém.

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Em nosso corpo, a clorofila desempenha várias atividades biológicas importantes, pois:

  • facilita a eliminação de toxinas, como aminas heterocíclicas das carnes, micotoxina do amendoim.

  • protege ácidos graxos contra a oxidação (perda de elétrons).

  • inibe enzimas formadoras de substâncias cancerígenas.

  • otimiza a produção de ubiquinol (a versão reduzida da coenzima Q10) pelas mitocôndrias (Qu et al., 2012). A coenzima Q10 atua como um antioxidante e é um dos principais componentes para a saúde do coração.

As melhores fonte de clorofila são os vegetais verde-escuros, a alga chlorella, a spirulina, a cevada e a salsa.

Faça o download da tabela com o ranking dos alimentos e condimentos mais antiinflamatórios e benéficos à sua saúde:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

A influência de diferentes partes do cérebro no consumo alimentar

Partes diferentes do cérebro focam nas coisas à sua própria maneira. Por exemplo, o córtex pré-frontal está constantemente trabalhando, pensando na melhor forma de fazermos as coisas, tentando prever o que irá acontecer a seguir, decidindo o que é bom e o que é ruim para nós.

Já o sistema límbico, uma parte muito antiga do nosso cérebro e engloba, foca nos sentimentos e sensações. É ele que percebe se estamos tristes, cansados, alegres, famintos, saciados ou com sede. O problema é que o córtex pré-frontal não para. Tenta chamar nossa atenção o tempo todo. Enquanto isso, deixamos de pensar atenção ao nosso mundo interno. É por isso, que muita gente tem tanta dificuldade de saber o que está sentindo. É por isso que muita gente só consegue parar quando tem um ataque cardíaco. Este, claro, não aconteceu de uma hora para outra, mas é comum ignorarmos os sinais de alerta do corpo.

Por exemplo, seu sistema límbico diz: “Estou com fome. Vá até a cozinha”. Enquanto isso seu córtex pré-frontal, que tudo anaisa diz: “Você não deveria, precisa emagrecer”. Sem ouvir o corpo é comum as pessoas não comerem mesmo com fome. Ao mesmo tempo, ficar com fome é desagradável e, quando a compulsão bate, é comum a comilança exagerada, mesmo sem fome. Cultivando a conexão com nosso mundo interior, podemos começar a entrar em contato com sensações e emoções, sem a narração problematizadora e analítica do córtex pré-frontal.

O livro o poder do agora fala da importância desta conexão com o momento presente. Fiz um resumo para você:

O yoga possui técnicas como respiratórios e meditação que facilitam nossa conexão com o aqui e agora. Aprenda mais nos cursos online:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Jejum intermitente melhora o funcionamento do cérebro

Existem substâncias boas para o cérebro. Existem substâncias ruins para o cérebro. Um cérebro sobrecarregado com radicais livres derivados da oxidação (quebra e perda de elétrons) dos alimentos pode aumentar o risco de doença de Alzheimer, Parkinson e Lou Gehrig.

Uma nova publicação de estudo de cientistas de Harvard mostrou que o exercício vigoroso, associado ao jejum de 12 horas aumentaram significativamente os níveis de cAMP, um gatilho químico que induzir o processo celular de eliminação de toxinas. Contudo, estes efeitos duram apenas algumas horas (VerPlank et al., 2019).

O jejum é um desafio para o cérebro, que ativa respostas adaptativas que o ajudam a lidar com as toxinas que ali chegam. Falo mais sobre o tema no resumo do livro “Genius Foods”:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/