Vegetais que melhoram a circulação sanguínea e reduzem o risco de varizes

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Varizes são veias dilatadas que aparecem abaixo da pele. Surgem especialmente nas pernas e causam dor, desconforto, sensação de formigamento, manchas ou coceiras na pele.

Acometem mais as mulheres, especialmente na gravidez, com o uso de anticoncepcionais ou após a menopausa. Também aparecem quando a pessoa passa muito tempo sentada ou muito tempo em pé.

A má circulação também pode ter causas nutricionais. A obesidade, a carência de nutrientes antioxidantes e o excesso de gordura dificultam o fluxo sanguíneo. É importante, então, caprichar no consumo de vegetais ricos em vitamina C, flavonóides e outros nutrientes antioxidantes. Alface, alho, alho-poró, acelga, beterraba, brócolis, cebola, cenoura, couve, couve de Bruxelas, couve-flor, chicória, espinafre, nabo, rabanete, rúcula e frutas como amora, ameixa, damasco, laranja, limão, mirtilo, pêssego, tangerina e uvas fornecem uma gama de compostos antioxidantes e antiinflamatórios essenciais para a saúde em geral e para a circulação.

Não esqueça da prática regular de atividade física. Caso necessário, procure um angiologista, médico especialista na área. Após avaliação das varizes já existentes, tratamentos como escleroterapia ou mesmo cirurgia poderão ser indicadas.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Sem mudança de estilo de vida o resultado da cirurgia bariátrica não se sustenta

Muitos pacientes me procuram após a cirurgia bariátrica, super frustrados pois voltaram a ganhar peso. Infelizmente, sem mudanças no estilo de vida os resultados da redução de estômago ou qualquer outra técnica, não se sustenta.

Pessoas que fizeram a cirurgia e estão em forma hoje continuam de olho no cardápio, nos tipos de alimentos consumidos, nas quantidades, continuam praticando atividade física e buscando estratégias para amenizar o estresse da vida.

A cirurgia pode ser uma ferramenta usada em um momento crítico mas dieta, treino e repouso nunca deixarão de ser importantes. Em janeiro inicia-se a nova turma de emagrecimento e manutenção do peso. Buscando motivação?

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Cuidados nutricionais para gestantes que fizeram cirurgia bariátrica

Aproximadamente 80% das cirurgias bariátricas realizadas são feitas em mulheres e em idade reprodutiva. A obesidade muitas vezes gera problemas na fertilidade, síndrome do ovário policísticos (Skubleny et al., 2016). A cirurgia teria como vantagens justamente o aumento da fertilidade, a redução do risco de diabetes gestacional e de complicações durante o parto. O risco para o bebê também é menor quando a mãe tem um peso saudável (Maggard et al., 2008).

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Após a cirurgia bariátrica há melhor controle da quantidade de açúcares e gorduras no sangue, diminuição de desordens hipertensivas, apneia do sono, asma, refluxo, dores, além de melhorar fatores que influenciam na fertilidade (Edson et al., 2016).

Apesar dos possíveis benefícios mulheres que engravidam após cirurgia bariátrica são consideradas de alto risco. Desenvolvem mais frequentemente hernias, obstrução intestinal, migração ou erosão da banda gástrica (se este foi o tipo de cirurgia realizado), colelitíase (pedras na vesícula), hiperêmese (vômitos intensos), anemia severa, deficiências de cálcio, folato, vitamina D e B12 e desnutrição energético-proteica (Harris & Barger, 2010).

Para o bebê existe maior risco de prematuridade e baixo peso ao nascer quando a mãe fez previamente cirurgia bariátrica (Roos et al., 2013; Carreau, 2017). Carências nutricionais podem gerar problemas na gestação e má-formações fetais. Como exemplos podemos citar:

  • Carência de B9: defeitos na formação do tubo neural e maior prevalência de espinha bífida;

  • Carência de vitamina A: microcefalia, hipotonia, restrição de crescimento intra-uterino, hipoplasia do nervo óptico, imunossupressão materna (aumenta o risco de infecção urinária e até maior transmissão do vírus HIV);

  • Deficiência de vitamina K: hemorragias intracranianas;

  • Deficiência de cálcio: hiperparatireoidismo secundário levando a perda óssea da gestante;

  • Deficiência de zinco: restrição do crescimento intra-uterino, má-formações congênitas;

  • Carência de vitamina B12: problemas neurológicos com atraso no desenvolvimento, menor produção de plaquetas, hemácias e leucócitos.

Assim, o acompanhamento nutricional torna-se ainda mais importante nestas gestantes. Consulte sempre um profissional qualificado!

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Alimentação e nutrição antes e após a cirurgia plástica

Outro dia uma amiga ligou. Fez uma cirurgia plástica e, além do inchaço e da dor, não fazia ideia do que comer. Aliás, não recebeu nenhuma orientação nem antes nem após o procedimento. Infelizmente, esta é prática muito comum nos consultórios de medicina estética. Traçam estratégias isoladas, sem considerar outras necessidades da clientela, incluindo as psicológicas e nutricionais.

Qualquer cirurgia gera um trauma que pode ocasionar em queda nos estoques de nutrientes, prejuízos para o sistema imunológico e problemas para cicatrização ou recuperação. A consulta nutricional no pré-operatório visa identificar e tratar carências de nutrientes e melhorar o estado de saúde com vistas à redução do risco cirúrgico e promoção da adequada recuperação. A reeducação alimentar também é importante para que o resultado da cirurgia não seja comprometido com posterior ganho excessivo de peso.

No pós-operatório o acompanhamento também garante o adequado consumo de alimentos que contribuem para amenizar o processo inflamatório (vitaminas K, A, C), a dor (açafrão, gengibre, etc) o edema, a perda de massa magra (aminoácidos, colágeno, ferro), a resistência à insulina (dieta de baixo índice e carga glicêmica, ômega-3), facilitar a cicatrização (vitamina D, zinco, magnésio, ferro, complexo B, vitaminas A C e E, cálcio, manganês).

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/