Um dia não vai te fazer falta. Tente receitas novas ou visite um restaurante vegetariano. Surpreenda-se!
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Por trás do uso de chás durante a gravidez, existem duas questões: a preocupação a respeito dos seus efeitos sobre o bebê; e também a questão levantada pela crendice popular sobre o chá abortivo.
Existe uma concepção sobre o uso de chás para provocar o aborto, especificamente o chá de carqueja. Esta concepção não encontra nenhuma evidência científica, e nenhuma droga é derivada desta planta para fins abortivos, mesmo em situações médicas e terapêuticas.
Na verdade, o uso abusivo de chás, que por sua vez contém substâncias, tais como a cafeína, que podem atravessar a placenta, pode provocar efeitos negativos tanto na mãe, quanto no bebê, mas raramente provocam o aborto. Por isto, são um risco para a gestante.
O seu uso para estas finalidades tem grandes chances de provocar sintomas graves de intoxicação, podendo até mesmo levar a morte da mãe.
Quanto ao uso de chás rotineiros durante a gestação, é importante observar quais chás possuem efeitos benéficos e quais podem prejudicar a mãe e o bebê.
De acordo com nutricionistas, a gestante deve optar pelos chás claros, mas não deve tomá-los todos os dias, sendo que a melhor opção de chá para a gestante é o de erva doce e erva cidreira porque tem efeito calmante.
Chás que podem ser utilizados na gravidez (preferir orgânicos e variar entre eles):
Chá de erva doce;
Chá de erva cidreira;
Chá de alfazema;
Chá de rooibos;
Chá de gengibre;
Chá de hortelã;
Chá de dente de leão.
Chás que não devem ser utilizados na gravidez:
Chá mate;
Chá de cravo-da-índia;
Chá de canela;
Chá preto;
Chá branco;
Chá verde.
Extra: no módulo 9 do meu curso de yoga converso mais sobre nutrição na gestação e ensino as técnicas de yoga e meditação apropriadas para a gestante praticar em casa.
A alimentação impacta nossa saúde tanto nos tornando mais saudáveis ou mais doentes. É claro que a genética é importante, tanto que conhecemos pessoas com estilos de vida nada saudáveis mas com saúde de ferro. De qualquer forma, é impossível manter a saúde para sempre tendo uma vida desregrada. É por isto que a nutrigenômica, uma nova área da nutrição que estuda a relação entre a alimentação e a nossa genética única, oferece uma promessa significativa na prevenção de doenças.
A revista científica OMICS mostra alguns artigos (que estão disponíveis online gratuitamente) com vários assuntos relacionados à esta nova área. O mais interessante é que o consumo de azeite de oliva por três semanas altera a expressão de genes relacionados à aterosclerose, diminuindo sua progressão.
É aqui que começa, e não termina, a verdadeira interpretação genômica. Uma revisão publicada na Frontiers in Nutrition mostra como variantes em genes como FADS1, BCMO1, MTHFR, FTO, TCF7L2 e APOE podem estar relacionadas à forma como diferentes pessoas respondem a nutrientes e intervenções nutricionais.
Mas existe uma diferença enorme entre encontrar uma variante e saber interpretá-la. Por exemplo:
🧬 Qual é o gene?
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🔬 Que proteína ou enzima ele produz?
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⚙️ Em qual via metabólica ele atua?
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🥑 Qual nutriente é afetado?
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🧪 Existe evidência de alteração funcional ou de resposta à intervenção?
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👤 Isso é relevante para este paciente?
É essa sequência de raciocínio que transforma um teste genético em informação útil. No curso Genômica Visual, você aprende a interpretar variantes dentro do contexto das vias metabólicas, priorizar o que realmente merece atenção e conectar genética, nutrição e fenótipo. Não é decorar que “gene X = suplemento Y”. É aprender como pensar a partir do genoma.
👉 Se você é profissional de saúde e quer aprender a fazer essa interpretação, conheça o curso Genômica Visual clicando neste link.
Nestas formações completas você terá todas as ferramentas necessárias à interpretação dos testes nutrigenéticos com aplicação clínica: