Coma mais peixe

fish_1371933c.jpg

Nova pesquisa da Universidade de Columbia, nos EUA, mostra mais benefícios do consumo de Ômega-3. O óleo, que está presente em atum, sardinha, salmão e outros peixes de águas frias e profundas, é famoso por prevenir doenças degenerativas, inflamatórias e outras doenças associadas comumente ao envelhecimento.

Pesquisadores liderados por Richard J. Deckelbaum, mostrou que a dieta rica em óleo de peixe também diminui o acúmulo de gordura e colesterol na aorta, a principal artéria que conduz sangue ao nosso coração. A pesquisa foi publicada na edição de 05 de fevereiro deste ano na revista Arteriosclerosis, Thrombosis and Vascular Biology.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
Tags

O alho e a sua saúde

garlic-with-parsley-leaves.jpg

A alicina, composto orgânico que dá ao alho seu odor característico, age como um pontente antioxidante. De acordo com o químico Derek Pratt, quando a alicina é decomposta, o ácido sulfênico final reage com os radicais livres, inativando-os. Os novos resultados do pesquisador foram publicados na edição de janeiro/2009 do international chemistry journal Angewandte Chemie. Esta capacidade antioxidante dá ao alho uma capacidade protetora contra doenças inflamatórias e cardiovasculares, daí ser considerado um alimento funcional em muitos países. O alho também possui as vitaminas A, C, B2 e B6 além dos minerais ferro e silício.

Se quiser conhecer mais sobre as propriedades dos alimentos faça o curso online Alimentos Funcionais. O mesmo é perfeito para os que querem aprender mais sobre as propriedades dos alimentos e o impacto dos mesmos na saúde e na prevenção de doenças.

Conheça mais sobre soja, tomate, berinjela, brócolis, mel, açafrão, chá verde, maçã, mirtilo, açaí, dentre tantos outros alimentos. Conversaremos também sobre nutrientes e não nutrientes que podem ser destacados nos rótulos dos alimentos por seu potencial benefício à saúde, incluindo ácidos graxos, carotenóides, fibras e probióticos.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Professores, conversem com seus alunos sobre alimentação saudável

Caros professores, o ano letivo começou e vocês tem um papel muito importante que inclui também o ensino de noções sobre a alimentação saudável. Uma boa nutrição é imprescindível. Estudos mostram que crianças e jovens com dietas saudáveis funcionam melhor emocionalmente, em termos comportamentais e, é claro, acadêmicos. Crianças mal alimentadas tem menores notas, se concentram menos, tem falhas de memória e são mais propensos à repetências e suspensões. Além disso, os professores relatam maiores níveis de hiperatividade e absenteísmo em crianças mal alimentadas. Por isto, converse com os coordenadores de sua escola para que tenham nutricionistas nas escolas, pelo menos esporadicamente, afim de sanar suas dúvidas. Assim, melhor informado você terá muito mais ferramentas para trabalhar com seus alunos.

16762770039_dd89ba401a.jpg

Problemas comuns que podem ser trabalhados com os alunos incluem a necessidade e os benefícios do café da manhã e a importância do consumo de frutas e hortaliças. Algumas estratégias também podem ser testadas, principalmente em turmas iniciais:

- Encoraje os alunos e pais a trazerem alimentos nutritivos para os lanches, festas, eventos esportivos;

- Tenha um mural com mensagens e figuras sobre saúde e alimentação saudável;

- Incorpore exemplos de nutrição em outras aulas, como matemática (cálculo do IMC, valor calórico dos alimentos ect), ciências (importância dos nutrientes), português (textos sobre a relação entre a alimentação e a saúde/doença);

- Seja um exemplo positivo;

- Estimule as crianças a comerem sentadas;

- Converse com os cantineiros. Sugira opções de lanches e refeições mais saudáveis.

Baixe aqui materiais de suporte para educação nutricional de crianças.

Conjunto de estratégias sistematizadas para impulsionar a cultura e a valorização da alimentação, concebidas no reconhecimento da necessidade de respeitar, mas também modificar, crenças, valores, atitudes, representações, práticas e relações sociais que se estabelecem em torno da alimentação, visando ao acesso econômico e social a uma alimentação quantitativa e qualitativamente adequada, que atenda aos objetivos de saúde, prazer e convívio social.

A alimentação está embebida dos mais diversos significados, desde o cultural até experiências pessoais. Isso significa que, nas práticas alimentares, que vão, desde os procedimentos relacionados à preparação do alimento, até seu consumo propriamente dito, há a subjetividade veiculada pela condição social, religião, memória familiar, época, valores da sociedade e identidade cultural. Em si, a identidade cultural não se restringe às raízes históricas, mas inclui, também, os hábitos cotidianos, sendo que a formação de preferências alimentares constitui elemento sociocultural.

Mais sobre o tema neste artigo.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/