Ômega-3 ameniza sintomas de depressão na menopausa

Mais uma pesquida mostrou que suplementos de ômega-3 diminuem os sintomas depressivos relacionados à menopausa. De acordo com cientistas da Universidade de Laval o ômega-3 é interessante uma vez que observam-se raríssimos efeitos colaterais.

O óleo também confere proteção contra doenças cardiovasculares. Os autores do estudo publicado  no The American Journal of Clinical Nutrition, advertem que o suplemento não trouxe benefício à mulheres com depressão severa. Como entretanto, foi observado uma melhora naquelas com depressão leve a moderada sugere-se que mulheres que tenham a intenção de fazer uso do ômega-3 consulte um nutricionista pois este deverá estudar a melhor dosagem e também fazer a prescrição concomitante de antioxidantes. O ômega-3 também é encontrado naturalmente em diversos tipos de peixes, por isto o consumo desta fonte protéica é muito importante.

A psicoterapia também ajuda muito. Falar sobre sentimentos reduz a ansiedade e ajuda no gerenciamento da medicação. Indico a Julia Maciel, psicóloga formada pela UnB e que atende online, por videoconferência. Atividade física, meditação, acupuntura e yoga também vêm mostrado-se importantes complementos ao tratamento tradicional medicamentoso. Cuide-se!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Crianças que consomem fast food tem mais asma

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Um estudo divulgado este mês por pesquisadores da Universidade de Alberta , no Canadá, mostrou que crianças que consomem alimentos do tipo fast food mais que uma ou duas vezes na semana tem maiores chances de desenvolverem asma, mesmo que tenham sido amamentados. Muitas pesquisas mostram a capacidade protetora do aleitamento materno afim de prevenir alergias, inclusive respiratórias, ao longo da vida. Porém, o consumo de alimentos não saudáveis parece eliminar os benefícios conferidos anteriormente pelo aleitamento materno. Ou seja: crianças (e jovens, e adultos) devem ter uma alimentação saudável. Assim, o acompanhamento durante a gestação é importantíssimo, o aleitamento mais ainda e a introdução de alimentos saudáveis deve durante a infância deve ser feita de forma minimalista afim de assegurar boa saúde nos anos seguintes.

Figura: Cartaz do filme Fast Food Nation

Resumo do livro - Nação Fast Food
Andreia Torres

Leia mais sobre obesidade infantil aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Como reduzir a pressão arterial

O excesso de consumo de sódio (presente principalmente no sal, alimentos salgados e industrializados) aumenta a pressão sanguínea (Dickinson et al., 2014), principalmente em pessoas resistentes à insulina ou diabéticas (DeFronzo, 1981). Porém, muitas vezes a redução do sódio sozinha não é capaz de reduzir significativamente a pressão. É importante reduzir o consumo de carboidratos simples, manter a glicemia sobre controle e aumentar o consumo de potássio. Isto porque a razão sódio-potássio parece ser mais importante no organismo do que as concentrações isoladas de sódio.

Por isto, é importante que além de reduzir a quantidade de sódio da dieta você também aumente a quantidade de potássio (presente principalmente nas frutas e verduras). Alimentos com quantidades interessantes de potássio incluem feijões, bananas, molho de tomate (caseiro, com pouquíssimo ou nenhum sal, é claro), suco de laranja e atum. Outras estratégias importantes afim de reduzir a pressão e evitar derrames, ataques cardíacos e outras formas de doenças cardiovasculares são a redução do peso corporal e a inclusão de uma atividade física regular em sua rotina.

Outro mineral importante para o controle da pressão arterial é o magnésio, mineral presente em vegetais verde escuros e sementes. A ingestão de magnésio de 500 mg/d a 1000 mg/d pode reduzir a pressão arterial (PA) em até 5,6/2,8 mm Hg.

A redução do sódio e do cálcio e o aumento do magnésio e do potássio intracelulares melhora a resposta da pressão arterial. O magnésio também aumenta a eficácia de todas as classes de medicamentos anti-hipertensivos.

Evidências sugerem que a sensibilidade à insulina, hiperglicemia, diabetes mellitus, hipertrofia ventricular esquerda e dislipidemia podem ser melhoradas com o aumento da ingestão de magnésio. Vários defeitos genéticos no transporte de magnésio estão associados à hipertensão e possivelmente a doenças cardiovasculares. O magnésio oral atua como um bloqueador natural dos canais de cálcio, aumenta o óxido nítrico, melhora a disfunção endotelial e induz vasodilatação direta e indireta (Houston, 2011).

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/