Deficiência de vitaminas C e E aumentam risco de síndrome metabólica

Dietas pobres em frutas, verduras, gorduras de boa qualidade (como o azeite de oliva e o abacate) contribuem para a deficiência de nutrientes, como as vitaminas C e E. De acordo com estudos da Universidade de Tufts, o baixo consumo de tais nutrientes aumenta o risco de síndrome metabólica, caracterizada por um conjunto de condições que inclui elevação da pressão arterial, resistência à insulina e dislipidemia.

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A síndrome aumenta o risco de desenvolvimento de diabetes tipo 2 e doenças cardíacas. No estudo, indivíduos com a síndrome tinham um consumo exagerado de carboidratos, sódio e baixo de gorduras boas, frutas e verduras. Foram observados baixas concentrações sanguíneas de vitamina C em 82% dos indivíduos participantes da pesquisa. Dentre as mulheres 55% estavam acima do peso e, dentre os homens, 33%. Isto significa que mesmo com excesso de peso estas pessoas estão mal nutridas. O estudo foi publicado no Public Health Nutrition journal. Para saber mais sobre a síndrome metabólica ouça ao podcast alimentação saudável.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Benefícios dos chás

No ano passado a moda eram os chás da planta camellia sinensis (chá verde, chá preto, chá branco, chá oolong), todos com propriedades antiinflamatórias e antienvelhecimento. Porém, os chás das outras plantas também merecem atenção. O chá de camomila acalma e previne complicações da diabetes.

O chá de camomila possui propriedades antioxidantes, antimicrobianas e antitrombóticas. O chá de menta também possui propriedades antimicrobianas e antivirais, é um antioxidante potente, tem ação anticancerígena e potencial antialérgico.  Já o chá de hibiscus diminui a pressão arterial, prevenindo doenças cardiovasculares e renais.

O ideal é consumir cerca de 3 xícaras de chá ao dia para que os componentes da fórmula façam o efeito esperado. Lembre-se, entretanto, que os chás industrializados não tem o mesmo efeito. Assim, o ideal é comprar a flor, folha ou caule, conforme o caso, ou mesmo plantar suas ervas na janela de casa!

O ideal é variar os tipos de chá para reduzir o risco de intoxicação pelos fitoquímicos ou metais pesados presentes nas plantas. Saiba mais no curso online "Fitoterapia".

Para quem não é muito fã dos chás, uma opção é bater com frutas. Um exemplo de chá digestivo com fruta é o chá de erva doce ou camomila gelado, batido em liquidificador com 1 pedaço de abacaxi e uma fatia de 15 cm de erva cidreira e gelo.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Modelo-caveira

O mundo fashion estava indo super bem mas agora parece ter voltado a valorizar as meninas que deveriam estar no hospital e não em um passarela.  Mesmo pessoas constitucionalmente magras não são tão magras! O corpo humano não funciona bem desta forma, a libido desaparece, o trato digestório fica em frangalhos, não absorvendo propriamente os nutrientes. Sintomas como diarréia ou constipação também podem surgir.

A disbiose se instala e os gases também se tornam frequentes e mal cheirosos. O risco de osteoporose é enorme e se instalada não tem volta! Pele e cabelos ficam sem vida, o contrário do que uma modelo sonha! Depressão, ansiedade, artrite e parada cardíaca são frequentes, principalmente nas garotas ais jovens. Recuperá-las não é fácil, principalmente porque não tem noção do perigo ao qual estão submetidas e acham-se certas em suas ações. 

Os critérios padrão para o diagnóstico de anorexia incluem a recusa do indivíduo em manter um peso corporal apropriado para a sua altura e idade (normalmente 15% abaixo da média), um medo intenso de ficar “gordo” ou com excesso de peso, mesmo quando magérrimo, a falta de auto-confiança relacionada com uma auto-imagem distorcida e a perda de períodos menstruais durante pelo menos três meses nas meninas. A família e os amigos precisam ser muito participativos e atuantes para que o caso não se agrave e chegue a extremos. E os estilistas precisam definitivamente ser mais responsáveis em suas escolhas já que as modelos representam suas roupas e vendem uma imagem que pode inspirar positiva ou, neste caso, negativamente, milhares de mulheres.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/