Alimentos embalados em latas e plásticos podem trazer prejuízo ao desenvolvimento dos bebês

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Estudo do grupo americano para mercados seguros adverte que gestantes devem limitar a ingestão de alimentos e bebidas acondicionados em embalagens metálicas contém o composto bisfenol A (BPA), um desruptor endócrino por ser parecido com o hormônio estrogênio.

O BPA também está presente em embalagens plásticas que podem migrar para o alimento. De acordo com o estudo o BPA não é considerado 100% seguro e pode impactar negativamente o desenvolvimento do cérebro do feto, seu comportamento e desenvolvimento da próstata (no caso de meninos). 

O grupo mostrou que 92% das latas de metal são contaminadas com BPA. Por isto, gestantes e lactantes devem ter uma alimentação o mais natural possível, sem enlatados, embutidos, encaixotados... Se quiser entender mais sobre o assunto e o impacto do bisfenol na saúde leia as pesquisas anteriores clicando aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Gengibre reduz dores musculares

O gengibre é uma raíz originária da Índia e da China mas hoje é extremamente difundido por todo o mundo. No oriente a raíz é utilizada em banhos e também em massagens. A planta é fonte de substâncias terapêuticas como canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona, com propriedades bactericidas e desintoxicantes. Daí seu uso ser tão frequente em chás.

Suas propriedades antiinflamatórias também são conhecidas e um  novo estudo da Universidade da Georgia mostrou que o consumo de gengibre por 11 dias reduz a dor causada pelo exercício físico em até 25%. O estudo será publicado na edição de setembro do The Journal of Pain. Para mais notícias sobre o gengibre clique aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Por que o leite materno é o melhor alimento do mundo?

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O leite materno é tão superior ao leite de vaca e às fórmulas infantis? Sim. De acordo com um novo estudo,  o leite materno induz caminhos genéticos diferentes dos induzidos por outros tipos de leite. Apesar das empresas tentarem desenvolver fórmulas que se assemelham à composição do leite materno, milhares de genes foram expressados de forma diferentes em crianças amamentadas e crianças amamentadas com fórmulas (também chamados de leites maternizados). Apesar de os bebês crescerem e ganharem peso similarmente nos dois grupos, o leite materno contém muitos compostos imuno-protetores, o que diminui o risco de vários tipos de doenças em crianças.

O trato digestório de crianças amamentadas também é diferente das não amamentadas, sugerindo que compostos bioativos do leite materno são responsáveis pelos benefícios. No estudo, as fezes de bebês com idades de 1, 2 e 3 meses foram coletadas. A partir deste material os cientistas conseguiram isolar células com material genético de ótima qualidade. As células intestinais dos bebês passam por muitas adaptações. Os bebês vieram de um ambiente estéril (a placenta) mas rapidamente seu trato digestório é colonizado por bactérias. É muito importante que o organismo e os intestinos aprendam o que é bom e o que é ruim (bactérias patogênicas, vírus, proteínas heterólogas). Se algo dá errado nesta fase o bebê pode desenvolver alergias alimentares, doenças inflamatórias intestinais e até asma. 

O estudo aparecerá na edição de junho de 2010 do American Journal of Physiology, Gastrointestinal and Liver Physiology.

Autores: Robert S. Chapkin, Chen Zhao, Ivan Ivanov, Laurie A. Davidson, Jennifer S. Goldsby, Joanne R. Lupton, e Edward R. Dougherty.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/