Gengibre reduz dores musculares

O gengibre é uma raíz originária da Índia e da China mas hoje é extremamente difundido por todo o mundo. No oriente a raíz é utilizada em banhos e também em massagens. A planta é fonte de substâncias terapêuticas como canfeno, felandreno, zingibereno e zingerona, com propriedades bactericidas e desintoxicantes. Daí seu uso ser tão frequente em chás.

Suas propriedades antiinflamatórias também são conhecidas e um  novo estudo da Universidade da Georgia mostrou que o consumo de gengibre por 11 dias reduz a dor causada pelo exercício físico em até 25%. O estudo será publicado na edição de setembro do The Journal of Pain. Para mais notícias sobre o gengibre clique aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Por que o leite materno é o melhor alimento do mundo?

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O leite materno é tão superior ao leite de vaca e às fórmulas infantis? Sim. De acordo com um novo estudo,  o leite materno induz caminhos genéticos diferentes dos induzidos por outros tipos de leite. Apesar das empresas tentarem desenvolver fórmulas que se assemelham à composição do leite materno, milhares de genes foram expressados de forma diferentes em crianças amamentadas e crianças amamentadas com fórmulas (também chamados de leites maternizados). Apesar de os bebês crescerem e ganharem peso similarmente nos dois grupos, o leite materno contém muitos compostos imuno-protetores, o que diminui o risco de vários tipos de doenças em crianças.

O trato digestório de crianças amamentadas também é diferente das não amamentadas, sugerindo que compostos bioativos do leite materno são responsáveis pelos benefícios. No estudo, as fezes de bebês com idades de 1, 2 e 3 meses foram coletadas. A partir deste material os cientistas conseguiram isolar células com material genético de ótima qualidade. As células intestinais dos bebês passam por muitas adaptações. Os bebês vieram de um ambiente estéril (a placenta) mas rapidamente seu trato digestório é colonizado por bactérias. É muito importante que o organismo e os intestinos aprendam o que é bom e o que é ruim (bactérias patogênicas, vírus, proteínas heterólogas). Se algo dá errado nesta fase o bebê pode desenvolver alergias alimentares, doenças inflamatórias intestinais e até asma. 

O estudo aparecerá na edição de junho de 2010 do American Journal of Physiology, Gastrointestinal and Liver Physiology.

Autores: Robert S. Chapkin, Chen Zhao, Ivan Ivanov, Laurie A. Davidson, Jennifer S. Goldsby, Joanne R. Lupton, e Edward R. Dougherty.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Corredoras: caprichem no ácido fólico

A corrida é uma atividade que pode trazer inúmeros benefícios à saúde. Porém, corredoras do sexo feminino com dietas com baixas calorias podem desenvolver irregularidades menstruais perigosa,s, com baixa produção de estrogênio e maior risco de doenças cardíacas. O primeiro sinal de doença cardíaca pode ser medido pela redução da dilatação da artéria braquial em resposta ao fluxo de sangue, limintando o consumo de oxigênio, o que afeta negativamente a performance atlética. Estudo liderado por Anne Hoch mostrou que a suplementação oral de ácido fólico melhora a função vascular de mulheres corredoras amenorréicas. A pesquisa foi publicada em maio de 2010 no Clinical Journal of Sport Medicine, e o time de estudiosos mostrou que a administração de 10mg de ácido fólico melhrou a vasodilatação no grupo de mulheres amenorréicas. O ácido fólico está presente em alimentos como cogumelos, tomate, ervilha, brócolis e espinafre.

Lembrando que se houverem polimorfismos genéticos outras formas da vitamina B9 serão mais apropriadas. Aprenda mais no vídeo:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/