Que perigo! Brasil sem controle dos agrotóxicos

image_large.jpg

Larga utilização e nenhum controle. Esse foi o cenário mais uma vez exposto sobre a disseminação da cultura do agrotóxico no modelo agro-industrial brasileiro. Dessa vez, foi o jornal Folha de S. Paulo que abordou o tema em duas reportagens, publicadas no último domingo, 04 de outubro. O veículo teve como base informações do Dossiê Abrasco: Um alerta dos impactos dos agrotóxicos na saúde e conversou com Luiz Claudio Meirelles, membro do Grupo Temático Saúde do Trabalhadore (GT ST/Abrasco), pesquisador do Centro de Estudos da Saúde do Trabalhador e Ecologia Humana (CESTEH/ENSP/Fiocruz) e um dos autores da obra.

A reportagem, de Eduardo Geraque e Lucas Ferraz, levantou documentos e relatos que comprovam os poucos estudos de análise por amostragem realizado pelos órgãos responsáveis, como a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Agricultura, além de grandes discrepâncias entre os resultados. Pior, a Secretaria de Agricultura do Estado de São Paulo não emite nenhuma multa desde 2002, enquanto os levantamentos do Programa de Análises de Resíduos de Agrotóxicos (PARA) aponta crescimento exponencial da utilização dos venenos nos últimos anos. Luiz Claudio Meirelles destacou a ação nociva dos agrotóxicos à vida. “Quando falamos em agrotóxico, falamos em veneno. O descontrole deles causa prejuízos à saúde”.

Confira as matérias na íntegra:

SP não aplica nenhuma multa por uso ilegal de agrotóxico desde 2002

Sem controle, alimentos circulam no país com agrotóxico irregular

Dossiê Abrasco

Está precisando de ajuda? Marque uma sessão de coaching enviando uma mensagem! 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Como introduzir a papinha do bebê

Após os 6 meses de vida o trato digestivo do bebê está pronto para receber novos alimentos, além do leite materno. Além disso, o bebê passa a precisar de mais calorias, proteínas e ferro. Por isso, deve-se iniciar a alimentação complementar.

Mas atenção: não compare o tamanho do prato do seu bebê com o de outras crianças. Bebês estão se adaptando ao mundo. Não force seu filho a comer se ele se recusar. Empurrar comida quando a criança vira a cabeça pode fazer com que aprendam a comer mesmo sem fome, o que aumenta o risco de obesidade. 

Dicas:

6 meses - leite materno à vontade + 1 papa de fruta + papa salgada no almoço (pelo menos duas colheres de sopa).

Comece com poucos alimentos na papa salgada (por exemplo: arroz e cenoura). Ao misturar muitas coisas você não saberá o que fez mal ao bebê, se algo acontecer. A cada três dias insira um vegetal ou leguminosa (feijão, ervilha) diferentes. 

Ofereça tudo ao bebê utilizando uma colher. Não coloque sopas em mamadeiras ou copos com bico. Não há necessidade de liquidificar nenhum alimento. O bebê deverá começar a mastigar, por isto basta amassar os alimentos com um garfo.

7 meses - leite materno à vontade + 2 papas de frutas + papa salgada no almoço e jantar.

8 - 11 meses - leite materno à vontade. Vá aumentando a consistência de frutas e da papa. As quantidades aceitas também aumentarão nos próximos meses.

12 meses - passar para a alimentação da família. Somente após esta fase o mel pode ser introduzido.

24 meses - não introduza doces, frituras, alimentos enlatados e refrigerantes enquanto o bebê não completar dois anos. E nem precisa. Estes alimentos não fornecem nenhum nutriente essencial.

Persista. Bebês podem demorar a aprender a comer mas em geral adoram a experiência das novas cores, sabores e texturas.

Se quiser aprender mais faça o curso online sobre a introdução da alimentação complementar. Acesse aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
Tags

Solução brasileira para a preservação de frutas e verduras

O desperdício de alimentos no Brasil é grande e ocorre no campo, no transporte, na indústria, nos supermercados e feiras, nos restaurantes, na nossa casa e na nossa mesa. Pensando em minimizar o desperdício durante o transporte, o estudante Josemar Gonçalves de Oliveira Silva, de apenas 20 anos, desenvolveu em um ano de pesquisa no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Brasília (IFB), uma solução de baixo custo, a partir da fécula de mandioca e óleo de cravo-da-índia, que preserva frutas e aumenta seu tempo de consumo.

Para obter o resultado, a fruta é mergulhada na solução criada, que tem um custo de produção por litro inferior a R$ 5. Após a aplicação, o alimento ganha, em média, mais dez dias de vida. Na fase de testes, o estudante observou que não houve o desenvolvimento de doenças nos frutos revestidos, além da solução retardar o amadurecimento, melhorar as características externas e aumentar o tempo de vida de prateleira dos frutos sem alteração do gosto, cheiro ou textura.

O estudante Josemar Gonçalves de Oliveira Silva ganhou o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília e recebeu convite para estágio na Universidade de São Paulo (USP). Ele também foi destaque no Fóru…

O estudante Josemar Gonçalves de Oliveira Silva ganhou o prêmio de melhor projeto da 4ª Semana de Produção Científica do Instituto Federal de Brasília e recebeu convite para estágio na Universidade de São Paulo (USP). Ele também foi destaque no Fórum Mundial de Educação Profissional, no Congresso Norte e Nordeste de Pesquisa e Inovação e na 67ª Reunião Anual da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC).

Agora, o próximo passo é verificar a patente e pesquisar como produzir a solução em grande escala. Mas mesmo antes disso, Josemar afirma que fórmula está disponível para ser usada. “O pequeno produtor, os revendedores de hortigranjeiros ou até mesmo a dona de casa já podem fazer a aplicação” do produto.

Está precisando de ajuda? Marque uma sessão de coaching enviando uma mensagem! 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
Tags