Não coma tarde da noite

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De acordo com o Dr. Satchidananda (Satchin) Panda, o momento em que nos alimentamos determina a atividade de um grande número de genes. Comer tarde da noite, como acontece com pessoas que trabalham em turnos trocados, aumenta o risco de desenvolvimento de síndrome metabólica, diabetes, colesterol alto e obesidade. Quando se volta ao ritmo normal, o fígado auxilia o organismo a se restabelecer e a se adaptar à rotina aumentando a atividade de milhares de genes que regulam o metabolismo e várias funções fisiológicas.

Para entender melhor o mecanismo, ratos com sono normal foram comparados àqueles privados de sono. Os pesquisadores descobriram que para o restabelecimento das funções normais do corpo e da produção enzimática, a alimentação é fundamental. Se o jejum é prolongado poucos genes são ativados. Já se o jejum diminui para menos de 16 horas as funções normais são restabelecidas em até 24horas, principalmente se as refeições são feitas nos horários originais. De acordo com o pesquisador comer a noite e na madrugada é mais prejudicial aumentando o risco de síndrome metabólica e outras doenças como diabetes e doenças cardiovasculares em trabalhadores noturnos. Outros estudos estão sendo realizados afim de entender melhor a relação entre horário de alimentação na saúde, ganho de peso e regulação da homeostase (equilíbrio) do corpo.

Por quanto tempo devemos jejuar?

Existem muitos benefícios no jejum, entre eles a redução da inflamação e o estímulo de genes antienvelhecimento. Mas porquanto tempo devemos jejuar? ⠀ O tempo mínimo e recomendado para realização diária é de 12h.

Pacientes com neuroinflamação, maior risco de Alzheimer ou doenças autoimunes podem se beneficiar de jejuns mais frequentes e mais longos - 16 a 20h (pelo menos 2 vezes por semana). Este é um tempo suficiente para melhorar a expressão de genes como PGC1a, NRF2 e também a biogênese mitocondrial.

Obesos ou pessoas que já fizeram muitas dietas precisam ter mais cuidado. Jejuns mais longos podem atrapalhar e desequilibrar alguns comportamentos alimentares e gerar mais compulsão. Outra questão é o que vamos comer após o jejum. De nada adianta jejuar e depois só consumir alimentos ruins para seu corpo. Durante o jejum a pessoa pode tomar água, chás e shots sem açúcar e tinturas antioxidantes.

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Fonte da notícia: http://www.salk.edu/news/pressrelease_details.php?press_id=394

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Bom consumo de água reduz infecções hospitalares

O consumo adequado de água é muito importante para o funcionamento de todo o corpo. Um estudo inglês mostrou que a correta hidratação reduz em 20% o tempo de hospitalização, em 97% a desidratação, e reduz em 100% as infeções adquiridas dentro do hospital! De acordo com a pesquisa se os pacientes fossem melhor estimulados e orientados a beberem água o governo inglês economizariam 5 bilhões de libras (cerca de 14 bilhões de reais) na área de saúde. Por isto, a não ser que haja indicação de restrição hídrica os pacientes devem ser estimulados a ingerirem água, mesmo com o desconforto (principalmente em caso de dor ou limitação de movimentos) de precisar levantar para urinar com maior frequência.

Fonte da notícia: http://www.health4media.com/

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Chá verde previne fibrose do fígado

Estudos tem demonstrado que a peroxidação lipídica estimula a produção de colágeno e fibroplastos levando à fibrose do fígado. De acordo com a equipe do Dr. Kim, o chá verde teria um efeito hepatoprotetor:

Kim et al. Antifibrotic effects of green tea on in vitro and in vivo models of liver fibrosis. World Journal of Gastroenterology, 2009; 15 (41): 5200.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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