Causas das aftas

As aftas são pequenas feridas dolorosas que se formam na parte interna da boca. Os fatores mais comuns a desencadear aftas são:

  • Lesão bucal: tratamento dentário, escovação, prática de esportes, mordida na bochecha.

  • Sensibilidades alimentar: chocolate, café, alimentos altamente ácidos ou condimentados.

  • Alergias alimentares: como milho, soja, leite.

  • Carência nutricionais: ômega-3, ferro, ácido fólico, B12, vitamina A, vitamina K2, vitamina D3, glutamina e zinco são as principais.

  • Alterações hormonais: como as que ocorrem durante o período menstrual.

  • Doenças intestinais como Crohn ou doença celíaca.

  • Doenças autoimunes: esclerose múltipla, diabetes tipo 1, hipotireoidite de hashimoto, etc.

A afta tende a desaparecer sozinha depois de uma a duas semanas. Também podem ser utilizados medicamentos cicatrizantes. Bochecho com própolis também acelera a cura. Contudo, se a causa primeira não for tratada a afta tenderá a retornar. Por isso, cuide de sua saúde como um todo e procure um nutricionista para tratar possíveis carências nutricionais.

Quem tem muita afta também pode fazer um exame nutrigenético para avaliar possíveis alterações na capacidade de metabolização de nutrientes. Profissionais de saúde podem aprender mais sobre o tema neste curso online.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Cerveja sem glúten

Ontem foi aniversário da cunhada e agora só fazemos festas por videoconferências. Mesmo assim, a gente se diverte. Recentemente descobri uma receita sem glúten. Vale a pena? A cerveja é a bebida alcoólica mais popular no mundo, sendo produzida há milhares de anos a partir de água, lúpulo (que dá o sabor amargo), fermento e cevada (mais comumente), trigo ou centeio - grãos que contém glúten. Fungos fermentam os grãos para produzir o álcool. Com isso, a quantidade de glúten na cerveja fica bem baixinha. Mesmo assim, não pode ser consumida por pessoas com doença celíaca pois o glúten (mesmo em baixíssimas quantidades) pode danificar os intestinos, bem como causar dores de estômago, diarréia, perda de peso inexplicável e má absorção de nutrientes.

Post Azul de Dia Nacional da Gratidão para Instagram.png

A quantidade de glúten na cerveja é medida em partes por milhão (ppm). Na maioria dos países, alimentos e bebidas devem conter menos de 20 ppm de glúten para serem considerados sem glúten. A cerveja fabricada de maneira convencional contém muito mais do que 20 ppm de glúten, embora a quantidade exata varie dependendo do processo de fabricação e dos ingredientes usados.

Além dos grãos as cervejas podem conter aditivos que contêm glúten, o que a torna insegura para indivíduos com doença celíaca. Para atender a um padrão seguro para celíacos, algumas cervejarias fazem a bebida a partir de grãos naturalmente sem glúten, como arroz, milho, sorgo e milheto. Além disso, algumas delas possuem instalações separadas para evitar a contaminação cruzada entre as cervejas com e sem glúten. Pessoas com intolerâncias ao glúten também devem optar por esta variedade de cerveja. Leia atentamente a embalagem e verifique o tipo de grão utilizado. Além disso, beba com moderação.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
Tags

Melhore o funcionamento intestinal para regular melhor a glicemia e reduzir os riscos de complicações relacionadas à diabetes

A doença diabetes é uma condição de origem multifatorial. Idade, peso, histórico familiar, dieta, prática de atividade física ou sedentarismo são alguns dos fatores que influenciam as chances de desenvolvimento de diabetes. Sabemos, por exemplo, que um intestino que não funciona bem é um dos fatores de risco no desenvolvimento da doença. Na diabetes tipo 2, a ativação de receptores intestinais e o reconhecimento de microrganismos na luz intestinal podem gerar respostas inflamatórias, induzindo a fosforilação de resíduos de serina no substrato-1 do receptor de insulina, o que reduz a sensibilidade à insulina.

No diabetes tipo 1, a expressão diminuída de proteínas de adesão dentro do epitélio intestinal favorece uma maior resposta imune que pode resultar na destruição de células β-pancreáticas por linfócitos T CD8+ e aumento da expressão de interleucina-17, relacionada à autoimunidade. Pesquisas em modelos animais e humanos mostram que o tratamento da disbiose intestinal melhoram o prognóstico da diabetes.

Uma barreira intestinal com boa integridade garante menos inflamação e mais saúde, reduz a destruição autoimune das células β-pancreáticas e, por isso, a prevenção e tratamento da doença deve incluir a modulação da microbiota com o uso de probióticos selecionados.

MARQUE SUA CONSULTORIA AQUI

CURSOS ONLINE:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
Tags