Consumo de gordura e câncer

Pesquisadores da Purdue University conseguiram medir o impacto do alto consumo de gorduras no câncer, relatando que houve um aumento de 300% das células metastáticas em animais de laboratório. A teoria é que as células cancerígenas precisam de mais gordura como fonte energética para a sua multiplicação e crescimento. O artigo foi publicado na revista científica BMC Cancer de 30/01/09. As recomendações atuais são de não se ultrapassar 30% de gorduras totais na dieta, reduzindo o consumo de gorduras saturadas e trans (como as do cheeseburger da figura).

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Mastigue!

Boca, língua e dentes fazem parte do trato digestório sendo a mastigação a primeira etapa da digestão (quebra) dos alimentos. Como você bem sabe, estômago não tem dentes, ou seja, quem deve fazer o trabalho é realmente a boca. Assim, mastigar bem facilita as demais estapas da digestão, melhorando a assimilação dos nutrientes. Você pode ainda ter mais prazer ao se alimentar ao comer com calma, ficando atento às cores, aromas e sabores. Algumas filosofias orientais consideram, inclusive, a mastigação um ato de meditação que pode desenvolver a paciência e o alto controle.

Além disso, quem mastiga bem come menos, o que auxilia no controle do peso e evita distúrbios digestivos. Muitas vezes quando comemos muito rápido ficamos com vontade de um doce após a refeição. Isto porque o sabor do alimento não foi sentido e porque ainda não houve tempo do alimento passar à corrente sanguínea equilibrando a glicemia. Por isto mastigue, mastigue, mastigue e você não terá tanta necessidade da sobremesa, até porque estará menos ansioso. Outras vantagens da mastigação incluem a redução do mau hálito (não haverão tantos alimentos mau digeridos no trato digestório), e estímulo das glândulas (inclusive da tireóide).

Quer redescobrir o prazer de comer e mastigar? Conheça o curso online "Alimentação Consciente".

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Nutrição: a estrela da semana

Mais uma vez a nutrição brilhou durante a semana com reportagem no globo repórter e matérias de capa na IstoÉ e na Revista Época. Nesta revista, cientistas da Unviersidade de Harvard defendem - mais uma vez - que para emagrecer, não tem fórmula melhor: corte de calorias. Obviamente, este corte deve ser feito de forma inteligente para que não faltar nutrientes importantíssimo para o desempenho de todas as nossas atividades diárias, inclusive a manutenção de nossa capacidade de raciocínio e aprendizado (Revista IstoÉ).

Já o globo repórter mostrou em seu programa de sexta as propriedades medicinais das ervas, várias com propriedades antiinflamatórias, analgésicas e anticoagulantes.

🧬 O seu paciente tem uma variante genética de risco. E agora?

É aqui que começa, e não termina, a verdadeira interpretação genômica. Uma revisão publicada na Frontiers in Nutrition mostra como variantes em genes como FADS1, BCMO1, MTHFR, FTO, TCF7L2 e APOE podem estar relacionadas à forma como diferentes pessoas respondem a nutrientes e intervenções nutricionais.

Mas existe uma diferença enorme entre encontrar uma variante e saber interpretá-la. Por exemplo:

🧬 Qual é o gene?

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🔬 Que proteína ou enzima ele produz?

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⚙️ Em qual via metabólica ele atua?

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🥑 Qual nutriente é afetado?

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🧪 Existe evidência de alteração funcional ou de resposta à intervenção?

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👤 Isso é relevante para este paciente?

É essa sequência de raciocínio que transforma um teste genético em informação útil. No curso Genômica Visual, você aprende a interpretar variantes dentro do contexto das vias metabólicas, priorizar o que realmente merece atenção e conectar genética, nutrição e fenótipo. Não é decorar que “gene X = suplemento Y”. É aprender como pensar a partir do genoma.

👉 Se você é profissional de saúde e quer aprender a fazer essa interpretação, conheça o curso Genômica Visual clicando neste link.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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