Mais uma vez a nutrição brilhou durante a semana com reportagem no globo repórter e matérias de capa na IstoÉ e na Revista Época. Nesta revista, cientistas da Unviersidade de Harvard defendem - mais uma vez - que para emagrecer, não tem fórmula melhor: corte de calorias. Obviamente, este corte deve ser feito de forma inteligente para que não faltar nutrientes importantíssimo para o desempenho de todas as nossas atividades diárias, inclusive a manutenção de nossa capacidade de raciocínio e aprendizado (Revista IstoÉ).
Já o globo repórter mostrou em seu programa de sexta as propriedades medicinais das ervas, várias com propriedades antiinflamatórias, analgésicas e anticoagulantes.
🧬 O seu paciente tem uma variante genética de risco. E agora?
É aqui que começa, e não termina, a verdadeira interpretação genômica. Uma revisão publicada na Frontiers in Nutrition mostra como variantes em genes como FADS1, BCMO1, MTHFR, FTO, TCF7L2 e APOE podem estar relacionadas à forma como diferentes pessoas respondem a nutrientes e intervenções nutricionais.
Mas existe uma diferença enorme entre encontrar uma variante e saber interpretá-la. Por exemplo:
🧬 Qual é o gene?
⬇️
🔬 Que proteína ou enzima ele produz?
⬇️
⚙️ Em qual via metabólica ele atua?
⬇️
🥑 Qual nutriente é afetado?
⬇️
🧪 Existe evidência de alteração funcional ou de resposta à intervenção?
⬇️
👤 Isso é relevante para este paciente?
É essa sequência de raciocínio que transforma um teste genético em informação útil. No curso Genômica Visual, você aprende a interpretar variantes dentro do contexto das vias metabólicas, priorizar o que realmente merece atenção e conectar genética, nutrição e fenótipo. Não é decorar que “gene X = suplemento Y”. É aprender como pensar a partir do genoma.
👉 Se você é profissional de saúde e quer aprender a fazer essa interpretação, conheça o curso Genômica Visual clicando neste link.
