Exposição fetal à carcinógenos pode causar câncer décadas mais tarde

Um novo estudo sugere que a exposição fetal à carcinógenos comuns durante os estágios finais da gestação podem ser mais prejudiciais do que a exposição após o nascimento, causando danos genéticos que poderiam conduzir ao câncer durante a infância, adolescência, fase adulta ou mesmo velhice. Na pesquisa, feita com ratos expostos a altos níveis de carcinógenos encontrados normalmente no ar que respiramos, os achados foram consistentes com outros estudos que também apontam para uma maior vulnerabilidade fetal. Os resultados podem ser acompanhados na revista Toxicology and Applied Pharmacology.

A pesquisa pode ajudar a explicar o porque de alguns adultos expostos à poluição desenvolvem câncer e outros não. De acordo com os autores, as substâncias tóxicas são metabolizadas no nosso organismo por enzimas que ainda não estão sendo produzidas no feto, até que o mesmo complete o seu desenvolvimento. Além disso a gestante precisa consumir substâncias protetoras em abundância. As mesmas são encontradas principalmente nas frutas e verduras, como o brócolis, a couve-flor. Estas são fonte de 3-indol-carbinol, um potente anticarcinogênico.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Deficiência de vitamina D aumenta o peso e prejudica o crescimento de adolescentes

O consumo insuficiente de vitamina D pode prejudicar o crescimento e aumentar o peso durante a adolescência. Estudo publicado no Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, mostrou que mesmo aqueles habituais frequentadores de praias podem desenvolver déficit de vitamina D em decorrência do uso do protetor solar no corpo inteiro.

Em adultos o déficit está associado a doenças como osteoporose, câncer, obesidade. Na velhice é habitual nos preocuparmos com estas doenças porém as mesmas não se desenvolvem de uma hora para outra. Assim, aqueles 15 minutinhos de sol no início da manhã que os bebês tomam deveriam continuar por toda a vida afim de prevenir todos estes problemas. E, mesmo vivendo em regiões ensolaradas e em um país tropical uma avaliação de sinais e sintomas deve ser feita afim de se detectar prováveis deficiências desta e de outras vitaminas.

O livro de Michael F. Holick, "Vitamina D", é considerado uma referência essencial sobre o tema. Ele oferece informações detalhadas sobre a importância da vitamina D, como obtê-la e como ela pode melhorar a saúde.

Artigo: Kremer et al. Vitamin D Status and its Relationship to Body Fat, Final Height, and Peak Bone Mass in Young Women. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, 2008.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Pescado

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Animal de água doce ou salgada, obtido para fins alimentares. Pode-se utilizar carne, ovas e ovos. Os mesmos podem ser classificados para fins de comercialização em:

- Peixes finos: namorado, cherne, garoupa, vermelho, badejo, robalo, salmão (peixes de águas mais frias e profundas);

- Peixes populares: corvina, sardinha, pescada, cavalinha (peixes de água morna, rasa ou lamacenta).

Os peixes tem uma digestibilidade bem mais fácil do que a da carne vermelha por não conterem tecido conjuntivo. Além de serem fonte de proteína, os peixes de água salgada também são fonte de iodo. O óleo de fígado de peixes também é fonte de vitaminas A e D.

Os peixes se deterioram facilmente por isto o ideal é comprá-los perto do local de pesca. Em supermercados e cidades afastadas é muito importante ficar atento às características que identificam a qualidade do produto.

O peixe fresco possui carne firme, elástica e resistente à pressão dos dedos, a carne é branca, rosada, com reflexos madrepérola. A cauda é firme em direção ao corpo, o cheiro é característico e os olhos são salientes e brilhantes. As guelras são vermelhas e as escamas estão bem aderidas à pele que é brilhante e úmida. O ventre não pode estar abaulado, flácido ou volumoso.

Para reconhecer ostras frescas observe se as conchas estão duras, bem ajustadas. Observe também se a carne é sólida, de cor clara e brilhante, sem adição de água. O líquido deve ser claro e brilhante e o cheiro, característico.

Camarões frescos tem carne firme, de cor branco-acizentada tornando-se rosada após cozimento. Caramões alterados desintegram-se com facilidade, têm cheiro e gosto forte e desagradável.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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