Viciados em exercício e alimentação perfeitamente saudável sofrem com isolamento social

Tenho atendido muitas pessoas preocupadas com o ganho de peso durante a quarentena. Pessoas que já tinham excesso de peso e agora estão com mais compulsão alimentar. E tenho atendido também os viciados em exercício e alimentação saudável, sofrendo por não poderem ir à academia, preocupados por não poderem ir ao restaurante saudável da esquina.

Este é um momento desafiador para todos. Vícios (por comida, álcool, drogas, exercício, compras, cigarro etc) possuem causas múltiplas: genéticas, hormonais, neurológicas. Muitas vezes relacionam-se à maus tratos na infância, histórico de ansiedade ou depressão. maquiagem genética, traumas, diagnósticos de ansiedade, baixa autoestima ou depressão. É tempo de nos analisarmos, de nos cuidarmos. Existe muita dor escondida na busca pela aparência perfeita.

APRENDA A INTERPRETAR EXAMES NUTRIGENÉTICOS

O autoconhecimento é um trabalho para toda a vida e você pode trilhar este caminho sozinho ou com ajuda. A psicoterapia ajuda muito. Falar sobre sentimentos reduz a ansiedade e ajuda no gerenciamento da medicação. Indico a Julia Maciel, psicóloga formada pela UnB e que atende online, por videoconferência.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Nutrição, coronavírus e isolamento social - emagrecer não é o mais importante

Quais dietas funcionam? Estudos que comparam diferentes abordagens como Atkins, Zone, Ornish, pirâmide, vegetariana, mediterrânea, cetogênica mostram que qualquer uma pode funcionar. Depende da preferência do freguês. Mais importante que a dieta é a adoção de um estilo de vida que possa ser mantido. Por que emagrecer é só a fase 1. Depois vem a manutenção do peso perdido e é aí que mora grande parte do problema (Dombrowski et al., 2014). A maior parte das pessoas que tem compulsão alimentar ou obesidade já fez todas essas dietas e mais algumas. Cada uma delas pode ter funcionado direitinho. O problema é que a maior parte das pessoas recupera parte ou todo o peso perdido (e frequentemente até mais).

Em época de isolamento, coronavírus e muita ansiedade, focar na perda de peso não tem funcionado para a maior parte das pessoas. O peso é determinado por fatores genéticos e ambientais. Existem perfis genéticos que aumentam o risco de compulsão alimentar e outros transtornos relacionados à alimentação. Além disso, vivemos em um mundo que facilita o acesso a todo tipo de alimentos hipercalóricos. Por isso, mais do que uma dieta precisamos abraçar a abordagem comportamental.

O objetivo do tratamento vai muito além do emagrecimento. Inclui a compreensão dos fatores que contribuem para a compulsão, entender a relação de cada paciente com a comida, discussão de estratégias para lidar com a culpa ou vergonha em relação à alimentação, identificação de emoções e como afetam o alimentação, busca de estratégias diferenciadas para lidar com emoções negativas (que não envolvam a alimentação), implementação de técnicas de alimentação consciente e muito mais.

É hora de focar no preparo de alimentos em casa, de experimentar receitas novas, de desconectar-se do excesso de informação que só estressa (e aumenta o cortisol, que faz o acúmulo de gordura ser ainda mais fácil). É hora de aprender a planejar as refeições, aprender técnicas de respiração, de ter paciência, de lembrar de pousar o garfo na mesa entre cada garfada, de respeitar o corpo, de sermos gratos pela comida que temos, de evitar ter em casa os alimentos que promovem a compulsão, de lidar com emoções difíceis ou desconfortáveis.

Nossa equipe disponibiliza um programa de 3 meses (12 semanas) que inclui uma sessão semanal com psicóloga e uma sessão quinzenal com nutricionista. Pode ser pago em até 12 vezes no cartão (ou 10% de desconto a vista por depósito bancário). Abrimos apenas 10 vagas a cada 3 meses. Entre em contato para agendar. Você pode participar do programa de qualquer parte do mundo. Todo o tratamento é feito online e após o agendamento das sessões com psicóloga e nutricionista receberá por email um link para a sala de videoconferência.

O que não esperar:

  • Não espere privações alimentares;

  • Não espere fórmulas mágicas;

  • Não espere dietas da moda;

  • Não espere planos de exercícios extremos;

  • Não espere receitas complicadas;

  • Não espere ingredientes caros;

  • Não espere regras rígidas.

O que esperar:

  • Amor pelo corpo que tem hoje;

  • Esclarecimento de conceitos conflitantes;

  • Planejamento;

  • Desenvolvimento de auto-confiança;

  • Aumento da auto-estima;

  • Redução da confusão sobre dietas;

  • Liberdade;

  • Melhoria na saúde e perda de peso naturalmente.


Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Tratamento comportamental da obesidade e compulsão alimentar

Pessoas com obesidade possuem um risco aumentado para doenças como diabetes, hipertensão, esteatose, certos tipos de câncer e doenças cardiovasculares. Porém, emagrecer não costuma ser tarefa fácil. As pessoas obesas não são preguiçosas, desleixadas ou simplesmente gulosos. Podem ter uma combinação genética que facilita o ganho de peso e a compulsão. Esta genética, combinada a um ambiente obesogênico (que favorece o consumo de calorias) dificulta muito a manutenção da dieta. Querer emagrecer não é um defeito, pois muitas pessoas obesas são discriminadas na escola, no trabalho, na rua. O problema é querer emagrecer a qualquer custo, submetendo o corpo a dietas malucas ou punitivas. As mesmas são impossíveis de seguir em longo prazo e costumam gerar mais compulsão, o que gera mais consequências físicas e psicológicas negativas (Rubino et al., 2020).

body-dysmorphia_SH_771791035-860x573.jpg

Uma dieta a mais não funcionará. A maioria das pessoas obesas já fez dietas demais, sabem muito sobre alimentação. Por isso, o tratamento de nossa equipe envolve acompanhamento psicoterápico e aconselhamento nutricional na abordagem comportamental. O objetivo do tratamento vai muito além do emagrecimento. Inclui a compreensão dos fatores que contribuem para a compulsão, entender a relação de cada paciente com a comida, discussão de estratégias para lidar com a culpa ou vergonha em relação à alimentação, identificação de emoções e como afetam o alimentação, busca de estratégias diferenciadas para lidar com emoções negativas (que não envolvam a alimentação), implementação de técnicas de alimentação consciente e muito mais.

O programa de 3 meses (12 semanas) inclui uma sessão semanal com psicóloga e uma sessão quinzenal com nutricionista. Pode ser pago em até 12 vezes (ou 10% de desconto a vista). Abrimos apenas 10 vagas a cada 3 meses. Entre em contato para agendar. Você pode participar do programa de qualquer parte do mundo. Todo o tratamento é feito online e após o agendamento das sessões com psicóloga e nutricionista receberá por email um link para a sala de videoconferência.

PRECISA DE AJUDA? MARQUE AQUI SUA CONSULTA ONLINE:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/