Cerca de 50 doenças tem o aparecimento diretamente relacionado ao consumo do tabaco ou são agravadas na presença dele. Esse produto é responsável por 30% das mortes por câncer, 90% dos óbitos por câncer de pulmão, 25% das vidas perdidas por doença coronariana, 85% das mortes por enfisema e bronquite e 25% dos derrames fatais. E mesmo quem não fuma corre riscos: o tabagismo passivo é considerado como a 3ª maior causa de morte evitável pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Então... apague esta idéia!
Aleitamento materno melhora a composição corporal das crianças
Vários estudos já mostraram que o ambiente é um fator importante no desenvolvimento da obesidade infantil. Agora, um estudo utilizando absormetria de raios X de dupla energia (DEXA) mostrou que quanto maior o tempo em que as crianças são amamentadas melhor é a composição corporal das mesmas, com mais músculos e menos gordura. O estudo também mostrou que a composição foi melhor quanto mais nutritiva era a alimentação complementar. A mesma é definida como a alimentação no período em que outros alimentos ou líquidos são oferecidos à criança, em adição ao leite materno.
Alimento complementar é qualquer alimento dado durante o período de alimentação complementar e que não seja leite materno. No estudo em questão, quanto mais rica em frutas, verduras e alimentos preparados em casa maior era o percentual de massa magra aos 4 anos de vida. Aprenda como introduzir a alimentação complementar de seu bebê no curso online.
Artigo citado:
Robinson et al. Variations in infant feeding practice are associated with body composition in childhood: a prospective cohort study. Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism, August 2009.
Gestantes: comer por 2 faz mal para você e para o bebê
Após revisão dos dados de mais de 1.300 gestantes, pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, concluíram que as mulheres cujo o consumo chega a 500 kcal extras ao dia ganham até 15 kg acima do recomendado. O problema é que o ganho excessivo de peso não só aumenta o desconforto da coluna e articulações mas também a pressão sanguínea e as chances de complicações durante a gravidez e o parto. Além disso, bebês que nascem grandes (e gordos demais) tem também um maior risco de desenvolverem obesidade em fases posteriores da vida.
Comer 500 kcal a mais é conseguido facilmente. Um cheeseburguer com maionese tem 500 kcal, assim como 2 brownies, 1,5 fatias de pizza, 100g de mousse de chocolate ou 2 fatias de bolo. Por isto é muito importante a orientação de um nutricionista assim como é essencial a substituição destes alimentos por outros menos calóricos e a inclusão de mais frutas e verduras na dieta afim de aumentar o consumo de vitaminas e minerais importantes para a mãe e para o bebê.
De acordo com o estudo americano foi também observado que as mulheres vegetarianas ganham menos peso na gestação, que o aumento do consumo de gorduras monoinsaturadas, presentes no azeite, nas nozes, nas castanhas e no abacate também promoveu menos ganho de peso, enquanto o consumo de apenas uma porção de alimentos fritos ao dia aumenta o risco de engordar demais em 4 vezes. Segundo dados apresentados pela Dra. Alison Stuebe, o consumo de laticínios também está associado com maior ganho de peso nesta fase da vida.
A quantidade de peso que a mulher deve ganhar na gestação varia de acordo com o Índice de Massa Corporal pré-gestacional:
Suplementação para um bebê saudável
A suplementação na gravidez varia para cada mulher e deve ser prescrita e avaliada durante a consulta, a partir da anamnese, resultado de exames, sinais e sintomas. Mas, de forma geral, a mulher deverá utilizar vitamina D, metilfolato, ômega-3, probióticos e um suplemento multivitamínico específico para esta fase da vida. Muitas mulheres também beneficiam-se do uso da melatonina.
Moro hoje fora do Brasil mas se desejar pode marcar comigo uma consultoria online.
Extra: no módulo 9 do meu curso de yoga converso mais sobre nutrição na gestação e ensino as técnicas de yoga e meditação apropriadas para a gestante praticar em casa.
