3. Desligue a TV
Crianças precisa brincar, gastar energia, ter espaço para serem criativas. Além disso, a TV estimula o consumismo e veicula muitos comerciais com alimentos não saudáveis. Há! E quem come em frente à TV e ao computador acaba comendo mais e não ficando satisfeito. Já teve a experiência de devorar um pacote de bolachas sem nem perceber?
4. Não use o alimento como recompensa ou punição.
Se toda vez que seu filho fizer algo fora dos padrões você o deixar sem sobremesa ou o obrigar a comer os vegetais, o mesmo sempre fará um vínculo entre alimentação e encrenca com os pais. Além disso, trazer chocolates ou sorvete porque seus filhos tiraram notas altas ou estão doentes irá criar um padrão de comilança desnecessária. E eles associarão para o resto da vida prazer, alegria, tristeza, frustrações ou outras emoções com comida. Criança precisa é de carinho, bons exemplos e conversas que os ajudem a ser seres humanos melhores a cada dia.
5. Controle a agitação
Seus filhos não param quietos? Nada de pausa para o lanche. Saia com eles para correr, brincar, nadar, pedalar. Gastar a energia é fundamental. Se for alimentá-los quando já estão cheios de energia aí é que a coisa vai ficar feia...
6. Coma (na mesa) com seus filhos
Com a correria do dia-a-dia é comum que cada membro da família coma em um horário. Porém faça uma forcinha para fazer pelo menos uma refeição ao dia com seus filhos. Estudos mostram que sentar à mesa diminui o ganho de peso, traz mais felicidade e melhora o rendimento escolar. Crianças gostam de proximidade. Aproveite este momento para conversar sobre a importância da alimentação e dos nutrientes. E nunca desista das verduras. Disponibilize uma boa variedade todos os dias da semana. E explique que todos devem comer (nem que seja um só). Eles aprenderão a escolher e experimentar. Muitas crianças precisam de mais de 12 exposições a um alimento para se acostumar a um sabor. Então mãos a obra: faça cenoura ralada, cozida, em forma de purê, suflê e vá repetindo variando com os outros vegetais.... pra sempre!
7. Não proíba
Doces fazem parte da infância, se você não oferecer alguém vai: avós, tios, colegas, não importa. Trate isto como algo natural. Obviamente não se deve começar a ingerir açúcar cedo: o ideal é deixar para depois dos 2 anos de idade mas após esta fase mostre sempre que pequenas quantidades são bemvindas. O ideal é não ter doces em casa ou as crianças irão buscá-lo a todo momento. Em vez de encher a despensa e o congelador saia de vez em quando e tome um picolé ou sorvete. Eles aprenderão a apreciar as guloseimas com moderação e ficarão felizes em compartilhar mais uma coisa gostosa com você.
8. Ensine seus filhos a ouvir seus corpos
Deu dor de barriga? Algo não caiu bem. Muitas pessoas tem intolerâncias que podem ser a leite, castanhas, gordura, frutas cítricas, frutos do mar e a uma variedade de outros alimentos. É importante respeitar o corpo e ninguém melhor para saber o que está acontecendo do que a própria pessoa. Também não disponibilize alimento a todo momento. É importante a criança saber quando está com fome e quando não está.
9. Estimule a prática de atividade física
Aqui o exemplo também é fundamental. A atividade física é importante para todos e deve ser feita com regularidade. Encontre um esporte ou atividade que agrade a cada membro da família. O prazer aqui é muito importante.
10. Ame-os incondicionalmente
Não importa se seu filho está gordinho ou magrinho. Eles são pessoas únicas e se forem cuidados e amados crescerão e se tornarão adultos incríveis. Mais importante do que a forma física é a saúde. O peso é importante neste contexto mas também não adianta nada ter um filho magrinho e todo cheio de neuras e complexos.