Caminhadas reduzem a vontade por chocolate

Gente, meu computador quebrou! Estou aqui trabalhando em um macintosh que nao e meu e nao sei acentuar nada! Mas a noticia de hoje e interessante entao vale a pena postar assim mesmo? Pesquisadores da Universidade de Exeter descobriram que caminhar rapidamente por apenas 15 minutos reduz a vontade de consumir chocolates!

Os beneficios do exercicio ja haviam sido documentados para o tratamento de dependencias de cigarro e medicamentos o que tambem parece se aplicar quando falamos de compulsao alimentar. Geralmente a compulsao tem como alvo alimentos caloricos, ricos em acucar e gorduras, sendo o chocolate o alimento mais citado nas pesquisas. Isto porque o alimento contem nutrientes que temporariamente melhoram o humor. O problema e que podemos criar o habito de consumir este produto em grandes quantidades principalmente sob situacoes de estresse, quando o mesmo esta disponivel ou mesmo quando ficamos menos fisicamente ativos. A pesquisa foi publicada na revista cientifica Appetite.

COMEU O CHOCOLATE? CAMINHE DA MESMA FORMA!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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STAMP2, Inflamação e Resistência à insulina

A resistência da insulina é um evento comum em indivíduos obesos. Quando a insulina (hormônio produzido pelas células beta do pâncreas) não consegue exercer seus efeitos o resultado é um aumento nos níveis de glicose sanguínea. Esta hiperglicemia é um fator de risco para o diabetes mellitus e a resistência à insulina também aumenta o número de complicações relacionadas à obesidade como as doenças cardiovasculares. Muitos fatores do tecido adiposo branco contribuem para a resistência à insulina, como a liberação de ácidos graxos e adipocinas além do estado pró-inflamatório criado. Contudo, os caminhos moleculares que envolvem a resistência à insulina ainda são pouco compreendidos.

A expressão de STAMP2 (veja figura) no tecido adiposo branco tem sido estudada pois parece ser um fator contra regulador da inflamação e da resistência à insulina. Em ratos a expressão de STAMP2 e de adiponectina (um regulador da sensibilidade à insulina) são induzidas pela obesidade. Ratos que não tem STAMP2 acumulam mais gordura subcutânea e apresentam resistência à insulina. Como a expressão do RNAm para STAMP2 é estimulado com o tratamento com o fator de necrose tumoral alfa (TNFA), estes resultados sugerem que a expressão de STAMP2 aumenta como um fator protetor antiinflamatório e aumentando-o teria-se uma melhor resposta à insulina. Porém, este novo estudo feito agora em seres humanos, levantou a hipótese de que na verdade o STAMP2 contribui para a resistência à insulina. Isto porque além da expressão do STAMP2 claramente estar aumentada em indivíduos obesos, os níveis do mesmo nas células adiposas não diminuíram com a perda de peso.

Peter Arner, et al.. Expression of STAMP2 in human adipose tissue associates with adiposity and insulin resistance. J. Clin. Endocrinol. Metab. published April 1, 2008.

Peter Arner, et al.. Expression of STAMP2 in human adipose tissue associates with adiposity and insulin resistance. J. Clin. Endocrinol. Metab. published April 1, 2008.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Antioxidantes diminuem os efeitos da intoxicação por chumbo

A estudo da Universidade Complutense de Madrid (UCM) provou que a administração de antioxidades naturais reduz os efeitos da intoxicação por chumbo em animais. O estudo também sugere que o mesmo pode se aplicar para seres humanos. O estudo publicado na revista Food and Chemical Toxicology, mostra que a intoxicação por chumbo aumenta a produção de radicais livres que podem destruir os tecidos. Porém os antioxidantes podem reverter este processo e restabelecer o equilíbrio do organismo. Os resultados do estudo ainda são preliminares mas podem ser o início de um novo tratamento para o problema.

O experimento foi realizado com camundongos em fase de gestação. O grupo controle recebeu água, a água do segundo grupo foi contaminada com chumbo, a do terceiro grupo com chumbo e tratada com antioxidantes (zinco, vitaminas A,C, E e B6) e o quarto grupo recebeu água não contaminada e o mesmo suplemento antioxidante. O grupo que foi contaminado e tratado com antioxidantes quase seguindo os níveis do grupo controle. Os sintomas da intoxicação por chumbo variam de anemia, irritabilidade, dores de cabeça, dificuldades motoras e perda de peso. Os danos são maiores quanto mais novos os indivíduos.

Durante a gestação o chumbo pode atravessar a placenta e acumular nos tecidos do embrião, incluindo o cérebro podendo causar danos permanentes, atrasos no desenvolvimento, dificuldades de aprendizagem e auditivos, problemas de memória e agressividade.
O chumbo pode contaminar o nosso organismo de diversas formas. Está presente em ligas metálicas, corantes, medicamentos de uso tópicos, tintas anti ferruginosas, agrotóxicos, baterias, no ar poluído pela indústria, soldas de latas de alimentos, tintas para cabelos. O fígado e os rins de animais contaminados contém altas concentrações de chumbo.
Como não podemos fugir de todas as formas de contaminação, principalmente da contaminação ambiental devemos nos alimentar de forma saudável e com alimentos ricos em antioxidantes, especialmente frutas e hortaliças, preferencialmente cultivados sem agrotóxicos.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/