Bacillus coagulans - que probiótico é esse?

Bacillus coagulans é uma bactéria gram positiva, em forma de bastonete, com esporos terminais, sem flagelos, com capacidade para decompor os açúcares em ácido L-láctico. É um tipo de lactobacilo aprovado por ser seguro, de acordo com a American Food and Drug Administration.

Ajuda a regular a flora intestinal, inibir a proliferação de microorganismos indesejáveis intestinais e é resistente ao ácido gástrico, sais biliares e altas temperaturas, sendo fácil de preservar. Pode sobreviver no trato intestinal com baixo oxigênio, também tem alta taxa de sobrevivência com ácido e bile.

A pesquisa clínica mostra que tomar Bacillus coagulans diariamente por 56 a 90 dias melhora a qualidade de vida e diminui o inchaço, náuseas, vômitos, dor abdominal e o número de movimentos intestinais em pessoas com síndrome inflamatória intestinal com diarreia predominante. Em geral usado na quantidade de 4 a 10 bi UFC.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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20 genes envolvidos na doença celíaca

O glúten é uma proteína encontrada em cereais como trigo, centeio, cevada, malte e aveia. A capacidade que o nosso trato gastrointestinal tem em digerir esta proteína é limitada. Existem genes classicamente rastreados para ajudar no diagnóstico da doença celíaca como aqueles da família HLA.

A predisposição genética, ou melhor, o risco genético está associado à presença do genótipo HLA-DQ2 e/ou HLA-DQ8,  mas genes não HLA também podem ajudar a levantar suspeitas.

GeneCards, 2021

GENES NÃO HLA E OUTRAS DOENÇAS AUTOIMUNES

Apesar de muitos genes estarem envolvidos no risco de doença celíaca os genes HLA (do cromossomo 6) são os que possuem associação mais clara com esta enfermidade.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

GLUTAMATO E NEUROINFLAMAÇÃO

São várias as causas da inflamação subclínica crônica, incluindo estresse crônico, obesidade, disbiose, sedentarismo, infecções e privação de sono. A neuroinflamação associa-se a maior incidência de depressão, ansiedade, Alzheimer, Parkinson, Transtorno do Espectro Autista, TDAH.

A inflamação cerebral crônica aumenta a sensibilidade dos receptores de glutamato e interfere na remoção de glutamato do espaço extraneuronal. Isto aumenta o risco de excitotoxicidade por um período prolongado.

Excitotoxicidade é o processo patológico pelo qual células do cérebro são danificadas ou mortas por estimulação excessiva por neurotransmissores, especialmente glutamato. Os receptores para o neurotransmissor excitatório glutamato tais como o receptor NMDA e o AMPA são excessivamente ativados pela tempestade glutamatérgica. Elevados níveis de cálcio (Ca2+) entram nas células, ativando enzimas que danificam o citoesqueleto, membrana ou DNA celular. Falo mais sobre o tema nas aulas da plataforma https://t21.video.

Alimentos que Podem Aumentar o Glutamato 🍔:

1) Adoçantes Artificiais como aspartame e sacarina podem ter efeitos sobre o glutamato.

2) Alimentos com Alta Carga Glicêmica 🍞🥐 como pães, bolos, refrigerantes e doces, causam picos de glicemia no corpo, desequilibram neurotransmissores como glutamato, o que pode resultar em desregulação emocional.
3) Conservantes como Ácido Benzoico 🏷️ encontrado em muitos alimentos processados, como sucos industrializados, sobremesas prontas, energéticos, molhos prontos para salada, conservas, produtos com validade pronta, como pães e bolos embalados, geleia de frutas, chicletes, refeições prontas congeladas... O ácido benzoico contribui para mais sintomas de irritação e ansiedade.

4) Excesso de Gordura Saturada 🍟🧀 presentes nos alimentos tipo fast food, produtos fritos, carnes gordas podem prejudicar a comunicação entre os neurônios, incluindo a liberação excessiva de glutamato.

Possíveis sintomas de Excesso de Glutamato no Cérebro 🧠

- Irritabilidade e Agitação 😤 O glutamato é um neurotransmissor excitatório, e o excesso dele pode deixar você mais nervoso e impulsivo.

- Insônia 😴❌ O aumento do glutamato pode dificultar o relaxamento e o sono reparador, levando à insônia.

- Depressão e Ansiedade 😔😰 O excesso de glutamato está relacionado a desregulações emocionais, aumentando os sintomas de ansiedade e depressão.

- Falta de Foco e Concentração 🤯 Dificuldade para manter a atenção e pensamentos dispersos são sinais comuns de sobrecarga no cérebro.

- Piora da Fibromialgia 🦵 com mais dores musculares intensas e fadiga, devido ao excesso de glutamato.

- Crises de Enxaqueca intensificadas 💥 O glutamato em excesso pode ser um gatilho para enxaquecas, piorando a dor de cabeça.

Opte por alimentos naturais e frescos 🥦🍎

Mais sobre nutrição e cérebro: https://t21.video

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/