Como fazer da atividade física um hábito?

Sempre fiz atividade física. Na infância meus pais me botaram no ballet, natação, ginástica olímpica. Corria na rua, jogava bola, queimada, pique-pega, andava de bicicleta, skate, patins.

Na adolescência fiz ginástica localizada, escalada, karatê, aikidô. Por volta dos 15 anos também desenvolvi o hábito de fazer longas caminhadas. Por volta dos 27 anos comecei a correr. Pensei que nunca ia conseguir correr na vida mas acabei participando de muitas corridas de rua. Até 2006, quando me senti mal após terminar a São Silvestre. Por conta de arritmias severas parei de correr e voltei a caminhar e praticar yoga, hábitos que mantenho até hoje. Quando preciso de variedade intercalo com pilates, natação ou musculação.

Qualquer atividade física que você possa escolher trará benefícios ao seu corpo e à sua mente. A circulação melhora, fazendo com que mais sangue e oxigênio cheguem às células. Com isso, até o número de conexões no cérebro tende a aumentar. Se você não tem o  hábito de se exercitar frequentemente só há um jeito de adquirí-lo: começando a se  movimentar. Faça um pouquinho de exercício por dia. É como escovar os dentes: a repetição forma o hábito. 

Tem gente que não consegue se automotivar para começar. Neste caso recomendo buscar aliados. Pode ser um amigo animado, pode ser um personal trainer ou um grupo que treina junto no parque. Ter uma rede de apoio aumenta as chances de você cumprir sua rotina de exercícios. O contágio social funciona. Sabe quando uma pessoa dá uma gargalhada gostosa e você sem saber a piada ri também? Ou quando alguém boceja ao seu lado e quando você percebe está bocejando também? Nossos neurônios espelhos imitam comportamentos. Se você estiver com alguém que se comporta da forma que você admira, acabará imitando-o, o que facilita o estabelecimento de bons hábitos. Se o seu grupo for divertido, melhor ainda pois o bem-estar adicional aumentará sua motivação. Pra quem ter filhos isso é super importante. Quem não quer que os filhos adotem bons hábitos de saúde e sintam-se bem?

Meus cursos sobre emagrecimento e alimentação consciente trabalham com práticas de yoga e práticas meditativas. Caso queira atuar nesta área dê uma olhada na formação internacional em práticas alternativas e complementares com ênfase em Yoga, Ayurveda e meditação

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Vitamina D e autismo - parte 2

Mais e mais estudos mostram que a deficiência  de vitamina D na gestação e no início da infância aumentam o risco de autismo.

Hoje já sabemos que a vitamina D regula a expressão de mais de 8.000 genes. Também atua como um hormônio esteróide contribuindo para o desenvolvimento do cérebro de fetos, bebês e crianças.

Possui ainda um papel neuroprotetor e tem um efeito na neurotransmissão e neuroplasticidade. Estudos mostram que a suplementação de altas dosagens de vitamina D melhora a sintomatologia do autismo em até 75% das crianças. Já a suplementação de altas doses da vitamina D na gestação de mulheres que já possuem um filho autista reduz as chances de desenvolvimento do transtorno em um novo bebê.

Parte 1 - Vitamina D e autismo

Para saber mais sobre dosagens e a suplementação de outros nutrientes acesse o cupom de desconto para o curso online (clique aqui): alimentação e suplementação no autismo.

O livro de Michael F. Holick, "Vitamina D", é considerado uma referência essencial sobre o tema. Ele oferece informações detalhadas sobre a importância da vitamina D, como obtê-la e como ela pode melhorar a saúde.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Comendo com as emoções

O comer emocional (quando estamos ansiosos, tristes, com raiva, chateados) é uma das causas do ganho de peso indesejado. Estudos mostram que neste caso fazer dieta geralmente é ineficaz para a perda de peso. O que importa é trabalhar as emoções, reduzir a ansiedade, corrigir crenças prejudiciais ("não tenho valor", "não mereço", "ninguém gosta de mim").

Várias pesquisas tem mostrado que estratégias como a meditação e a reprogramação de crenças são até mais eficazes para o emagrecimento do que a dieta. No curso online alimentação consciente trabalho o desenvolvimento da percepção de fome e saciedade por meio de meditações guiadas a serem praticadas diariamente por 8 a 12 semanas. 

Trabalho com consultorias, treinamentos e cursos online. Saiba mais aqui.

Para os que desejam emagrecer sugiro a consultoria ou a combinação dos seguintes cursos: autocoaching com os cursos de reprogramação emocional e alimentação consciente.

Quero fazer esse curso
Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/