Novas recomendações de cálcio e vitamina D

IOM publicou as novas recomendações de cálcio e vitamina D no dia 30/11/2010. O órgão levou em consideração quase 1.000 estudos, atualizando as antigas recomendações publicadas em 1997. A suplementação e a fortificação dos alimentos fazem com que as pessoas atinjam as metas diárias mais facilmente. Porém, assim como a deficiência é problemática já que aumenta o risco de osteoporose, osteomalacia e até câncer. Mas o excesso também deve ser evitado. A suplementação de cálcio acima dos valores recomendados, por exemplo, aumenta o risco de litíase (pedras) renal enquanto o excesso de vitamina D pode danificar não só rins mas também o músculo cardíaco. Por isto, na dúvida, consulte sempre o seu nutricionista.

Fonte: http://iom.edu/Reports/2010/Dietary-Reference-Intakes-for-Calcium-and-Vitamin-D/Report-Brief.aspx

Adoro as perguntas que vocês me mandam. Desta vez respondo à questão: "não tomo leite, como ter ossos mais fortes?".
Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Consumo excessivo de colesterol pode aumentar o risco de Alzheimer

Pesquisa realizada em ratos demonstrou que o consumo crônico de uma dieta rica em colesterol aumentou o risco de déficits de memórias e de doença de Alzheimer. As causas dos Alzheimer são desconhecidas porém dentre as hipóteses está o processo inflamatório e o estresse oxidativo. De acordo com o estudo a hipercolesterolemia aumentou a inflamação local, o que causou microhemorragias no tecido cerebral. Pode-se então especular que as dietas ricas em colesterol, presente por exemplo no ovo, no bacon, nos laticínios integrais e nas carnes gordas, associados a outros fatores de risco contribui para doenças como derrames silenciosos e outros danos cerebrais que podem eventualmente levar anos depois ao Alzheimer. 

Para contrabalançar os efeitos do colesterol aumente o consumo de temperos: açafrão (rico em curcumina) e colorau (rico em tocotrienóis) reduzem a inflamação e o risco de várias doenças crônicas. Claro, ao considerarmos a natureza multifatorial da doença de Alzheimer, precisamos pensar em estratégias integrativas que mantenham estresse baixo, peso adequado, glicemia normal e inflamação sob controle. Uma das dietas preconizadas é a ketoflex, associada à atividade física, yoga e meditação para o combate ao estresse, sono de qualidade e exercícios cognitivos.

Ebook: Nutrição no Alzheimer

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/