Pão com ômega 3

O ômega-3 é um lipídio (gordura) essencial ao nosso organismo, sendo constituinte das membranas celulares, participando na formação de hormônios, fortalecendo o sistema imunológico, e proporcionando adequado funcionamento das transmissões nervosas. Porém, o consumo por parte da maioria das pessoas constuma ser inferior ao recomendado, por isto, agregá-lo à receitas comuns é uma boa idéia afim de melhorar o aporte deste nutriente.

Veja uma dica de pão com ômega-3:

  • 1 ovo

  • 1 pote de iogurte natural desnatado

  • 10g de fermento biológico

  • 10 cápsulas de 1g de Ômega 3 (compre uma boa marca que contenha também vitamina E)

  • 300g de farinha de trigo especial

  • 200g de farinha de trigo integral

  • 1 colher de chá de manjericão

  • 1 colher de chá de orégano

  • 1 colher de chá de alecrim

  • 1 pitada de sal

Bata no liquidificador os 4 primeiros ingredientes. Passe para uma vasilha e coloque o trigo, o fermento, o sal e as ervas. Unte uma assadeira média e coloque a massa. Deixe crescer até que dobre de volume. Leve ao forno para assar no forno pré-aquecido em temperatura baixa por 35 minutos ou até que doure levemente.

Indivíduos com síndrome de Down, autismo, gestantes e lactantes devem considerar a suplementação contínua de Ômega-3. Busque mais sobre este assunto neste blog.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Um bilhão de pessoas passam fome no mundo

De acordo com estimativas da FAO um bilhão de pessoas no mundo estão mal nutridas. As causas são variadas (desertificação de áreas de cultivo, enchentes, solo empobrecido carente em minerais como o ferro, tabus alimentares), porém a baixa renda e o desemprego são o principal problema.

A alta do preço de alimentos básicos como os cereais fez com que populações inteiras sejam hoje considerados de risco. Nestes casos a interferência do governo é fundamental criando políticas que estimulem a produção e tendo estratégias de longo prazo para que o país tenha reservas suficientes para lidar com estes problemas. Outra estratégia apontada por estudiosos é o acúmulo de ações afim de prevenir variações grandes de preço. A promoção da agricultura doméstica também é importante e factível, principalmente em países como o nosso em que há abundância de terras agricultáveis. Em nível individual podemos cuidar mais do meio ambiente, evitando desperdícios, utilizando mais os transportes alternativos e sendo menos consumistas.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Menos carne vermelha: menor risco de Alzheimer

Alzheimer reduz a massa cerebral e aumenta o risco de demência

Alzheimer reduz a massa cerebral e aumenta o risco de demência

Pesquisa apresentada na Conferência internacional de Alzheimer sugere que a adesão à dieta mediterrânea pode diminuir o risco de demência. Os conferencistas também ligaram esta dieta à redução da pressão arterial, e portanto menor risco cardiovascular. A dieta prima pelos cereais integrais, frutas, vegetais, peixes e gorduras de boa qualidade (azeite, nozes e castanhas). O consumo de carne vermelha, frango, açúcar e doces é reduzido (Wengreen et al., 2013).

A Dieta Mediterrânea (MedDiet), também ajuda na prevenção de doenças cardiovasculares. Esses benefícios cardiovasculares foram atribuídos a uma série de componentes da dieta como ácidos graxos monoinsaturados, vitaminas antioxidantes e fitoquímicos. Pessoas com variação do gene TCF7L2 ) podem apresentar mais alterações em órgãos alvo como coração, pâncreas, fígado, cérebro, intestino e também no tecido adiposo. Contudo, a boa adesão à dieta mediterrânea é capaz de reduzir vários riscos à saúde destes órgãos (Corella & Ordovás, 2014).

Gene TCF7L2 rs7903146, alelo T é fator de risco para doenças cardiovasculares, esteatose, diabetes, inflamação. Contudo, a alta adesão à dieta mediterrânea melhora a saúde por mecanismos como metilação e regulação da expressão de microRNAs (Corella & Ordovás, 2014)

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/