Cozimento de vegetais em água provoca maior perda de antioxidantes

De acordo com estudo publicado no Journal of Food Science, alguns métodos de cocção são melhores afim de preservar os níveis de antioxidantes dos vegetais. De acordo com os pesquisadores a maior perda foi observada no couve-flor cozido em água e no microondas, nas ervilhas cozidas em água e na abobrinha não só no cozimento em água mas também após fritura. Feijões, beterrabas, alcachofras e alho mantiveram seu conteúdo de antioxidantes com quase todos os métodos de cocção. Feijão verde, aipo e cenouras tiveram seu conteúdo de antioxidantes aumentado com o tratamento térmico. Ou seja, apesar da perda variar com o tipo de vegetal, o método mais prejudicial no estudo foi o cozimento em água.

Os métodos menos prejudiciais foram os métodos secos: grelhar, cozinhar no microondas e assar no forno.

Referência: Jiménez-Monreal et al. Influence of Cooking Methods on Antioxidant Activity of Vegetables. Journal of Food Science, 2009; 74 (3).

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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Quer que seu filho emagreça? Faça-o feliz!

Muitos estudos mostram que o consumo de alimentos do tipo fast food, como refrigerantes, sanduíches, pizzas e batatas fritas facilita o ganho de peso e contribui para a obesidade infantil. Porém poucos estudos estudaram o consumo destes alimentos e o nível de felicidade ou infelicidade deste público.

Artigo publicado no Springer's Journal of Happiness Studies examinou os efeitos do consumo de alimentos pouco saudáveis comparando-o ao nível de bem estar relatado por jovens. A pesquisa, realizada na China, mostrou que o nível destes alimentos consumidos aumenta sim o peso de crianças e adolescentes, mas evidenciou também que alguns relataram mais prazer ao ingerí-los, por isto os autores sugerem que políticas públicas e tratamentos para o combate da obesidade infantil devem levar em consideração as sensações objetivas e subjetivas de bem estar neste público, facilitando a redução do peso sem sacrificar o nível de felicidade percebido.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Dieta e doenças cardiovasculares

Pesquisadores canadenses divulgaram uma revisão das pesquisas disponíveis até então sobre a relação entre dieta e doenças cardiovasculares. De acordo com os mesmos existe evidências fortes de que dietas ricas em frutas, vegetais, peixes, azeite e castanhas são associadas com menor risco de doenças cardiovasculares quando comparadas àquelas ricas em alimentos com alto índice glicêmico ou rica em gorduras trans (presentes principalmente em alimentos industrializados).

Alimentos com alto índice glicêmico incluem arroz, macarrão e outros cereais refinados como pão branco, bolos, biscoitos e farinhas. Os resultados da revisão sistemática de artigos dos últimos 50 anos mostrou também que a dieta mediterrânea reduz o risco de doenças cardiovasculares, porém ainda não existem evidências suficientes de que o uso de suplementos de vitamina E e vitamina C são eficientes na proteção do coração.

Mais sobre esse assunto no vídeo:

Fonte: Andrew Mente; Lawrence de Koning; Harry S. Shannon; Sonia S. Anand. "A Systematic Review of the Evidence Supporting a Causal Link Between Dietary Factors and Coronary Heart Disease." Arch Intern Med. 2009;169(7):659 -669. Vol. 169 No. 7, online 13/04/2009.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/