A deficiência de vitamina D, tradicionalmente associada com problemas ósseos e musculares, também pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Evidências atuais ligam os baixos níveis de 25-hidroxivitamina D com hipertensão, obesidade, diabetes, ataque cardíaco e derrame. Isto porque os baixos níveis da vitamina ativam o sistema renina-angiotensina-aldosterona e os predispõem a hipertensão e estreitamento de artérias e veias.
A deficiência também altera níveis hormonais e a função imune. No artigo publicado no dia 9/12/2008 no Journal of the American College of Cardiology, os autores recomendam suplementos de vitamina D, principalmente aos pacientes em risco para estas doenças. A deficiência de vitamina D é identificada quando os níveis caem abaixo de 20ng/ml. Estratégias propostas pelos autores:
- Dose inicial de 50.000 UI de D2 ou D3 uma vez por semana por 2 a 3 meses.
Terapia de manutenção:
- 50.000 UI de vitamina D2 ou D3 a cada 2 semanas;
ou
- 1000 a 2000 UI de vitamina D3 diariamente.
Exposição solar diária por 10 minutos antes das 10h da manhã.
Fonte da imagem: http://www.scientificpsychic.com/health/vitamin-D-metabolism.gif