Em um estudo da revista Circulation, 11 pacientes que realizaram transplante de coração tiveram uma melhora na função coronária vascular ao consumirem chocolate amargo. Porém, de acordo com editorial publicado na revista científica the Lancet em dezembro de 2007, os ganhos proporcionados pelo consumo de chocolate podem ser difíceis e lentos já que para que o chocolate tenha este efeito ele deve ser fico em flavonóides. Porém, como alguns fabricantes retiram o composto do cacau, o chocolate acaba não trazendo benefício algum à saúde. Não é obrigatório que o conteúdo de flavonóides seja discriminado nos rótulos por isto tenha cuidado já que os chocolates são ricos em calorias e o tiro pode sair pela culatra já que pode causar ganho de peso por ser rico em açúcar e gordura. A opção é ficar com os alimentos ricos em flavonóides e pobres em calorias como agrião, amora, couve, cebola, chá preto, chá verde, laranja e pimentão verde.
Referência: "The devil in the dark chocolate". The Lancet, V. 370, N. 9605, 22 de dezembro de 2007, p. 2070.

O chocolate é um alimento feito a partir da amêndoa do cacau, fermentada e torrada. É uma delícia. Tanto é que muitas pessoas assumem-se chocólatras. Já tentaram dietas para passar longe dele mas não adiantou. Então será que a solução é mesmo excluí-lo de vez? Talvez não. Neste vídeo discuto esta questão. A vida não precisa ser cheia de restrições e dá sim para colocar o chocolate dentro de um cardápio saudável, inclusive de dietas de emagrecimento. Gostou ou ficou com alguma dúvida? Deixe um comentário! Responderei com o maior prazer.
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