Hormônios devem estar circulando no corpo em quantidades adequadas. Nem a mais, nem a menos. Os hormônios sexuais femininos regulam várias questões de saúde.
Por exemplo, falta de estrogênio aumenta o risco de ganho de peso, alterações no humor, infecções no sistema urinário, queda e ressecamento dos cabelos, ondas de calor, insônia, doenças cardiovasculares, cansaço excessivo.
Por outro lado, excesso de estrogênio também contribui para ganho de peso e gera ciclo menstrual irregular, dificuldade de engravidar, inchaço das mamas, irritabilidade, sintomas de TPM mais intensos, alteração do sono, maior risco de nódulos mamários e câncer de mama e de endométrio, bem como maior chance de episódios de trombose.
O mais comum na clínica tem sido encontrar mulheres com dominância estrogênica. Para regular a quantidade de estrogênios, o fígado os transformará em substâncias solúveis que serão eliminadas pela bile. Para isso, vários nutrientes serão necessários. Vitaminas do complexo B, aminoácidos, compostos fenólicos, vitaminas e minerais com função antioxidante, magnésio, glutationa, SAME, coenzima Q10, NAC são exemplos de compostos importantes para a destoxificação. Se faltam nutrientes não há excreção do estrogênio, que começa a se acumular. Estes nutrientes podem ser suplementados por nutricionista. Marque aqui sua consulta.
Além do fígado outro órgão importante é o intestino. Dentro do intestino, os níveis de estrogênio são controlados por um grupo de bactérias intestinais chamadas estroboloma. O fígado joga os metabólitos produzidos no intestino. Mas dependendo das bactérias que estão no intestino, os estrogênios são desconjugados e voltam para a circulação, aumentando novamente desnecessariamente a concentração hormonal na corrente sanguínea.