Amamente mais e reduza as chances de obesidade quando seu filho for mais velho

Mais um estudo mostrou que quanto mais cedo a alimentação complementar e as papinhas são introduzidas maior é a chance de excesso de peso em fases posteriores da vida, no caso aos 42 anos! No estudo para cada mês a mais de aleitamento materno, o risco de excesso de peso aos 42 anos era reduzido em 10%. Ou seja, amamente por mais tempo seu bebê e mantenha-o saudável por muitos e muitos anos!

* A Organização Mundial de Saúde e o Ministério da Saúde recomendam o aleitamento materno exclusivo até os 6 meses de vida.

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Referência: Schack-Nielsen et al. Late introduction of complementary feeding, rather than duration of breastfeeding, may protect against adult overweight. American Journal of Clinical Nutrition, 2009.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Resolução federal proíbe a prescrição de quantidades excessivas de vitaminas

Desde antes de me formar, e me formei há muito tempo, ouvia meus professores, tanto de nutrição, quanto de bioquímica dizerem que megadoses de suplementos eram prejudiciais. Lembro de vários de meus professores comentando sobre o charlatanismo dos médicos ortomoleculares que "enganavam" os clientes garantindo-lhes que os mesmos iriam prevenir várias doenças ou resolver o problema da obesidade ao "corrigir"suas deficiências com megadoses de vitaminas e minerais. Há vários anos se sabe que tais megadoses podem, ao contrário, desencadear doenças, inclusive o câncer. 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Por que precisamos de mais energia quando estamos doentes?

O gasto energético de uma pessoa é muito variável e depende do sexo, idade, peso, altura, grau de atividade física, bom funcionamento glândular e por aí vai. Ferimentos e infecções podem aumentar este gasto por estímulos neurológicos e citoquímicos ao hipotálamo, bem como pela modificação na secreção de catecolaminas e de neurotransmissores. Além disto a necessidade aumentada de nutrientes para os reparos necessários faz com que aumentemos o gasto durante mastigação, digestão e metabolização do alimento consumido. De qualquer forma, nem sempre existe um aumento significativo já que o indivíduo doente fica mais tempo deitado ou imóvel, o que faz com que a atividade física reduza-se muito, neutralizando o aumento ocasionado pela doença.
Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/