Vida desregrada dobra o risco de derrames

Pessoas com estilos de vida desregrados tem o risco de derrame dobrado em comparação àqueles que se alimentam melhor, bebem pouco, não fumam e praticam atividade física regular. Estudo publicado no dia 19 de fevereiro no British Medical Journal envolvendo 20.040 indivíduos com idades entre 40 e 79 anos, que foram acompanhados por 11,5 anos mostrou que o risco aumenta linearmente quanto mais são os hábitos de vida inapropriados.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Frutas, verduras e oleaginosas reduzem a perda da visão em até 20%

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A mácula é uma pequena área da retina responsável pela visão de detalhes. O comprometimento da mácula por uma lesão degenerativa, que surge com a idade, constitui-se na chamada degeneração macular. Quando a mácula é lesada, a visão torna-se embaçada e uma mancha escura cobrindo o centro da visão pode ser percebida. A degeneração macular afeta tanto a visão de longe como a visão de perto, podendo dificultar ou impedir atividades como a leitura. 

A degeneração macular está relacionada ao envelhecimento, sendo  chamada de degeneração macular relacionada à idade. Além do envelhecimento, alguns fatores de risco já foram identificados para o desenvolvimento da doença: histórico familiar, fumo, exposição à luz solar (radiação ultravioleta) e excesso de peso.

Cientistas da Universidade de Liverpool, na Inglaterra, acreditam que o risco da degeneração macular associada ao envelhecimento pode ser reduzida em até 20% se forem feitas melhorias na dieta durante a vida. Ainda não existe tratamento eficaz para a doença e a prevenção depende principalmente de uma alimentação balanceada.

Frutas, verduras e oleaginosas são fontes de vitaminas, minerais e outros nutrientes antioxidantes importantes ao bom funcionamento de todas as células do corpo e para a prevenção desta e de outras doenças, inclusive o câncer. Saiba mais clicando aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Emagrecimento melhora saúde do fígado

A esteatose hepática é uma condição na qual uma grande quantidade de gordura se acumula no fígado prejudicando o funcionamento do mesmo. As principais causas da esteatose são o consumo excessivo de álcool, a obesidade, o diabetes mellitus não controlado, o consumo excessivo de calorias, carboidratos e gordura.

Medicamentos sozinhos não resolvem os problemas. Geralmente mudanças no estilo de vida também fazem-se necessárias, principalmente quando o assunto é a perda de peso, as dislipidemias e a esteatose hepática (acúmulo de gordura no fígado).

A figura abaixo foi publicada na revista Nature (Parekh et al, 2015). Mostra que a resistência à insulina reduz a saciedade, aumenta a inflamação de células de gordura, reduz a capacidade de queima de gordura na musculatura e uma queda na produção de butirato no intestino, que eleva a produção de hormônios que geram o acúmulo de gordura.

Segundo os autores do artigo, o desequilíbrio da flora intestinal também é um problema pois pode gerar aumento da síntese de ácidos graxos de cadeia curta (acetato e proprionato) levando a um aumento de gordura no fígado.

De acordo com estudo, publicado na edição de janeiro de 2009 do Hepatology, a perda de peso de apenas 9% pode reverter a esteatose hepática não-alcoólica. Além de reduzir a quantidade de gordura no órgão a redução do peso também diminui a resistência à insulina e a inflamação e aumenta os níveis de adiponectina (uma proteína antiinflamatória).

Artigo recomendado:

Lustig (2013). Fructose: it's "alcohol without the buzz". Advances in Nutrition. 1;4(2):226-35. http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/23493539

Meus cursos sobre emagrecimento e alimentação consciente trabalham com práticas de yoga e práticas meditativas que apoiam escolhas alimentares saudáveis. Caso queira atuar nesta área dê uma olhada na formação internacional em práticas alternativas e complementares com ênfase em Yoga, Ayurveda e meditação. Novidade: estágio opcional em Portugal em 2018!

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/