Leite materno sabor fruta?

Pesquisadores da Universidade de Copenhagen, na Dinamarca, conseguiram comprovar que os alimentos consumidos pela mãe produzem efeito instantâneo no sabor do leite materno, facilitando a introdução de alimentos complementares após os 6 meses de vida do bebê. Isto porque as primeiras experiências em termos de sabor se dão pelas experiências que a criança tem com o leite materno. Se a mãe consome alimentos saudáveis durante a lactação o bebê já vai acostumando-se ao paladar dos mesmos. A pesquisa publicada na revista científica Physiology & Behavior, consistiu na administração de cápsulas com diversos flavorizantes. As mães forneciam aos pesquisadores amostras do leite materno com 2, 4, 6, e 8 horas após o consumo das mesmas. Foi encontrado que os compostos conseguem passar para o leite em diferentes taxas e velocidades, sendo o pico após 2 horas de consumo. Ao mesmo tempo que bebês amamentados são mais receptivos a novos sabores em fases posteriores da vida, o experimento também nos ajuda a entender porque alguns bebês rejeitam o seio caso a mãe consuma alimentos com odores fortes, como o alho.

Para saber mais:

Helene Hausner, Wender L.P. Bredie, Christian Mølgaard, Mikael Agerlin Petersen and Per Moller. "Differential transfer of dietary flavour compounds into human breast milk"Physiology & Behavior. Publicado on line em 15/05/2008.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Avaliação corporal por Bioimpedância

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O exame de bioimpedância é um método moderno, indolor, rápido, seguro e de alta precisão, utilizado para estimar a composição corporal. Possibilita medir o percentual de gordura, de massa muscular, massa óssea e água geral e também por membros. Estima ainda sua idade metabólica e sua taxa metabólica basal. O aparelho emite por seus 4 eletrodos uma corrente elétrica imperceptível capaz de identificar a resistência de cada um dos tecidos do corpo, predizendo por meio de seu computador interno o % de cada tecido.  

Apesar destas vantagens o aparelho apresenta desvantagens pois não pode ser realizado em gestantes e em portadores de marcapasso. Além disso, para que os dados sejam fidedignos o cliente deve:

  • Ingerir, no mínimo, 2 litros de água no dia anterior ao exame;

  • Não consumir nenhum alimento nas 4 horas que antecedem o exame;

  • Não fazer exercícios físicos ou sauna nas 8 horas que antecedem;

  • Não ingerir bebidas alcoólicas e café nas 12 horas que antecedem o exame;

  • Evitar o uso de medicamentos diuréticos no dia anterior ao exame;

  • Não estar no período menstrual ou pré-menstrual no dia do exame.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Notícias da Anvisa - Suplementos para praticantes de atividades físicas

Brasília, 24 de junho de 2008 -15h35

Agência sensibiliza produtores de alimentos para atletas

Empresas produtoras de alimentos para praticantes de atividade física se comprometeram a adequar seus produtos à legislação sanitária. O compromisso entre o setor regulado e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) ocorreu, nesta segunda-feira (23), durante a I Reunião com Indústrias, Importadoras e Associações de Alimentos para Praticantes de Atividade Física, em Brasília (DF).

A Agência também articulou um trabalho conjunto com a Procuradoria da República no Distrito Federal (PRDF) e com o Departamento de Defesa do Consumidor (DPDC) do Ministério da Justiça para que as ações fiscais atinjam, com maior efetividade, a proteção da saúde e os direitos do consumidor. “As ações fiscais realizadas por todo Sistema Nacional de Vigilância Sanitária demonstram que esses produtos representam grande parcela das irregularidades existentes no mercado de alimentos”, explica a gerente geral de Alimentos da Anvisa, Denise Resende.

Com essa reunião, a Anvisa pretendia apresentar ao setor produtivo as constantes irregularidades encontradas nos alimentos para praticantes de atividade física e propor medidas de adequação às normas vigentes. “Acredito que a Agência conseguiu sensibilizar o setor produtivo, tendo em vista o compromisso firmado pelas entidades presentes”, afirma Resende

Normas

Os alimentos enquadrados na categoria de alimentos para praticantes de atividade física são regulamentados pela Portaria 222/98 do Ministério da Saúde. De acordo com o item 2.2 da referida portaria, esses alimentos podem ser classificados em cinco subcategorias de acordo com a finalidade de uso: repositores hidroeletrolíticos, repositores energéticos, alimentos protéicos, alimentos compensadores e aminoácidos de cadeia ramificada.

Essa norma proíbe que alimentos classificados na categoria de Alimentos para Praticantes de Atividade Física apresentem expressões como “aumento da massa muscular”, “anabolizantes”, “hipertrofia muscular”, “queima de gordura”, “aumento da capacidade sexual”, ou equivalentes na rotulagem do produto. A Resolução RDC 278/2005 da Anvisa determina que essa categoria de alimentos tenham registro obrigatório junto Agência, prévio a comercialização

Orientação

São exemplos de produtos que não podem ser comercializados no Brasil por não possuírem registro na Anvisa: creatina, carnitina, ß-hidroxi ß-metilbutirato (HMB), arginina, ornitina e óxido nítrico. Quanto ao ácido linoléico conjugado (CLA) não existe consenso científico relacionados à segurança e eficácia de uso. Os alimentos para praticantes de atividade física devem ser consumidos preferencialmente sob orientação de nutricionista ou médico.

Informações: Ascom/Assessoria de Imprensa da Anvisa

Vídeo: Você sabe para que serve a ANVISA?

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/
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