Condutas para redução da enxaqueca

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A enxaqueca é um tipo de dor de cabeça intensa, recorrente e que causa latejamento em um lado da cabeça.

Dentre as causas da enxaqueca estão: susceptibilidade genética, problemas na tireóide, homocisteína alta, estresse, falta de sono, alimentação inadequada, inflamação, consumo de aditivos, alterações nos níveis de neurotransmissores e reações a medicamentos.

O tratamento da enxaqueca pode incluir o uso de analgésicos, anti-náuseas, medicamentos para ansiedade ou depressão. Além disso, dieta antiinflamatória e práticas para gerenciamento do estresse (como yoga e meditação) fazem parte do tratamento.

Dentre os suplementos recomendados estão a riboflavina (reduz excitabilidade), magnésio (relaxante muscular), coenzima Q10 (antioxidante), vitaminas antioxidantes. Outras associações que podem ser feitas pelo nutricionista são o ômega-3 (antiinflamatório) e taurina (relaxante).

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Saiba mais sobre a enxaqueca nos posts anteriores publicados no blog:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Ervas e condimentos aliviam a enxaqueca

A enxaqueca é resultado de um desequilíbrio bioquímico no cérebro. Suas causas envolvem fatores genéticos, doenças, estilo de vida desregrado ou carências nutricionais. A enxaqueca pode aparecer sozinha ou vir acompanhada de náuseas, irritabilidade, alterações de humor, ansiedade, vômitos, aversão à claridade ou barulhos.  

De pendendo da avaliação médica o tratamento pode envolver o uso de antiinflamatórios, analgésicos e antidepressivos. Melhorias na qualidade de vida também são fundamentais. Descanso, sono, dieta adequada e atividade física fazem parte do tratamento. Ervas e condimentos com propriedades antiinflamatórias também mostram-se importantes coadjuvantes no tratamento.

O gengibre, por exemplo, possui um alto poder antiinflamatório, com um baixo custo. Pode ser usado em chás junto com maracujá, melissa ou angélica. O açafrão, por sua vez, é fonte de curcumina, que possui ação antiinflamatória e antioxidante. Por fim, o Gingko biloba tem sido prescrito por médicos por aliviar a pressão intracraniana.

Nutricionistas podem prescrever fitoterápicos como na associação de tintura de alecrim, tintura de melissa, tintura de dente-de-leão (20 ml/cada), 60 gotas, 2 a 4 vezes ao dia. 

Quanto à alimentação é muito importante descobrir se existem alimentos que desencadeiem o quadro. Falei sobre o assunto em outros posts, que podem ser consultados abaixo.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Carências nutricionais comuns em pessoas com enxaqueca

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A enxaqueca é uma dos tipos mais frequentes de dor de cabeça. Podem ser primárias, originadas no sistema nervoso central e não acompanhadas por nenhum outro problema de saúde. Podem ser também secundárias surgindo em decorrência de questões como gripe, intoxicação por álcool, traumatismo craniano, hipoglicemia (redução do açúcar no sangue), hipertensão arterial, carências nutricionais. 

Estima-se que 8 a 15% das pessoas sofram de enxaqueca. A mesma é mais comum entre os 15 e os 40 anos, principalmente nas mulheres. 

Pessoas com enxaqueca são mais sensíveis a barulhos e luzes. No caso da alimentação, alguns fatores podem desencadear crises como o consumo de chocolates, morangos, mariscos, vinhos, molhos artificiais, jejum, café, queijos envelhecidos ricos em tiramina. nitritos e nitratos presentes em carnes processadas, nozes e manteiga de amendoim. Mas para cada pessoa é diferente. De qualquer forma, se há identificação de que algum alimento específico atua como desencadear do problema o mesmo deverá ser eliminado da dieta.

O nutricionista também deverá avaliar a carência de nutrientes como selênio, magnésio, vitamina B2, vitamina D, riboflavina e a necessidade de suplementação de coenzima Q10. Para que a hipoglicemia seja evitada deve-se realizar refeições pequenas e frequentes, pobres em carboidratos simples (alimentos refinados, doces, refrigerantes), rica em fibras, gorduras boas e proteínas magras. 

Castanhas, nozes e sementes são boas opções para lanches. Alimentos ricos em triptofano como banana, maracujá, erva cidreira e feijão devem ser incluídos no cardápio. O triptofano é precursor de serotonina, neurotransmissor que relaxa, melhora a qualidade do sono e reduz crises.

Deve-se também atentar para o consumo de ômega-3 nutriente com propriedades antiinflamatórias e neuroprotetoras. Peixes e frutos do mar, chia e linhaça são boas fontes mas pode haver necessidade de suplementação. 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Problemas da tireóide podem causar enxaqueca

Crises crônicas de dor de cabeça que podem durar de horas a dias denominam-se enxaqueca. Podem ser acompanhadas de enjôo, vômitos e sensibilidades (à luz, barulhos ou cheiros). A enxaqueca é resultado de desequilíbrios neuroquímicos e hormonais. Sofre influência genética mas também é resultado do estilo de vida adotado por cada um.

O primeiro passo é investigar alterações orgânicas como problemas na tireóide. Caso o paciente esteja com hipo ou hipertireoidismo a correção hormonal (realizada por endocrinologista) fará os sintomas desaparecerem. Muita gente tem hipotireoidismo subclínico. Possui níveis normais de T3, T4 e às vezes, até de TSH. De acordo com o Dr. Alexandre Feldman é difícil determinar com 100% de certeza os valores realmente normais dos hormônios da tireóide de cada um. Assim, mesmo com tudo normal sintomas podem aparecer, como sensação de falta de energia constante, humor deprimido ou ansioso, problemas de sono, distúrbios menstruais, acne (espinhas na pele), dores de cabeça inexplicáveis, crises de enxaqueca, unhas quebradiças, flutuações de peso, queda mais acentuada de cabelos, diminuição do desejo sexual, entre outros e com diferentes níveis de intensidade.

Além dos problemas da tireóide vários outros fatores podem desencadear a enxaqueca em pessoas sensíveis, como: sair de casa em dias muito claros, frequentar lugares aglomerados, passar por emoções fortes, atrasar refeições, bebidas alcoólicas, alimentos como salsicha, chocolate, sorvete, soja, açúcar e farináceos. 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/