Teste caseiro de disautonomia

Disautonomia é um termo geral para alterações no funcionamento do sistema nervoso autônomo. Sistema nervoso autônomo (SNA) é isso: funciona no automático: função do coração, das pupilas dos olhos, das glândulas. Assim, o SNA é responsável por regular funções involuntárias como frequência cardíaca, pressão arterial, digestão, temperatura corporal e sudorese.

Quando esse sistema perde a capacidade de ajustar o organismo às demandas do corpo, surgem sintomas em múltiplos sistemas. Às vezes o paciente acha que está com hipoglicemia, come açúcar, banana, doce, mel sem nenhuma melhoria. Porque não é falta de comida. Outros pacientes acabam no psiquiatra, são diagnosticados com transtorno de ansiedade, síndrome do pânico, medicados, ainda sem melhorias. Porque não é isso, mesmo que o gatilho tenha sido trauma, estresse.

Principais sintomas de disautonomia

A desautonomia não é uma doença, mas um conjunto de manifestações que afeta todos os sistemas. Por isso, o paciente é poliqueixoso.

Cardiovasculares

  • Taquicardia em repouso ou ao levantar

  • Queda de pressão ao levantar (hipotensão ortostática)

  • Sensação de desmaio ou pré-síncope

  • Palpitações

  • Intolerância ao exercício

  • Dor em cabide (Cariga et al., 2002)

  • Síndrome de taquicardia postural ortostática

* Pode ser necessário o uso de medicação para melhoria do retorno venoso (como midodrina), se esta for uma questão - converse com um cardiologista.

Neurológicos

  • Tontura frequente (mais frequente no POTS)

  • “Brain fog” (dificuldade de concentração e memória)

  • Cefaleia

  • Fadiga intensa e persistente

  • Sensibilidade à luz ou ruído

Gastrointestinais

  • Náuseas

  • Saciedade precoce

  • Distensão abdominal

  • Obstipação ou diarreia

  • Digestão lenta (gastroparesia)

Termorregulação e pele

  • Intolerância ao calor ou ao frio

  • Sudorese excessiva ou ausente

  • Mãos e pés frios

  • Alterações de cor da pele

Outros sintomas frequentes

  • Ansiedade ou sensação de “alarme interno”

  • Alterações do sono

  • Tremores

  • Visão turva ao levantar

  • Fraqueza muscular

O conjunto de sintomas pode variar entre pacientes, pois existem pacientes com mais sobreposição do sistema simpático e outros do sistema parassimpático.

Principais causas de disautonomia

A disautonomia pode ser primária (doença do sistema nervoso autónomo) ou secundária a outras condições.

1. Condições autoimunes

O sistema imunitário pode atacar estruturas do sistema nervoso autónomo.

Exemplos:

  • Lúpus Eritematoso Sistémico

  • Síndrome de Sjögren

  • Doença Celíaca

  • Tireoidite de Hashimoto

    • Tireoide controla muitos genes

    • Repor hormônios da tireoide pode melhorar os sintomas da disautonomia

    • Cortisol suprime TRH → TSH → reduz T3/T4. A redução de hormônios tireoidianos leva a:

      • diminuição do tônus simpático

      • lentificação da frequência cardíaca e da pressão arterial

      • intolerância ortostática

      • fadiga autonômica

2. Infecções

Algumas infecções podem desencadear disautonomia pós-infecciosa.

Exemplos:

  • COVID-19

  • Doença de Lyme

  • Mononucleose

3. Doenças metabólicas

Alterações metabólicas podem danificar nervos autonómicos.

Exemplos:

  • Diabetes Mellitus

  • Amiloidose

4. Distúrbios neurológicos degenerativos

  • Doença de Parkinson

  • Atrofia de Múltiplos Sistemas

5. Alterações do tecido conjuntivo

Pessoas com hipermobilidade podem apresentar disautonomia.

Exemplo:

  • Síndrome de Ehlers-Danlos

6. Outras causas

  • trauma craniano ou lesão medular

  • trauma emocional - recalibra o alarme do corpo. O sistema simpático entra em luta e fuga mais facilmente. O tônus parassimpático fica mais enfraquecido

  • deficiência de micronutrientes (B1, B2, B12) - ideal avaliar por exames metabolômicos

  • neuropatias periféricas

  • toxicidade medicamentosa;

  • descondicionamento físico prolongado

  • estresse crônico

    • Cortisol suprime TRH → TSH → T3/T4

Situações clínicas em que a disautonomia é comum

  • pós-viral

  • síndrome de fadiga crônica (Encefalomielite Miálgica/Síndrome da Fadiga Crônica)

  • hipermobilidade articular

  • doenças autoimunes

  • estados inflamatórios crônicos

Sinais clínicos que levantam suspeita

  • piora dos sintomas ao ficar em pé

  • melhora ao deitar

  • taquicardia inexplicada

  • fadiga desproporcional ao esforço

  • intolerância ao calor

Teste caseiro para disautonomia

Teste simples para avaliar a recuperação da frequência cardíaca

  1. Permaneça em repouso por 2 minutos

  2. Faça 15 agachamentos

  3. Meça a frequência cardíaca imediatamente após terminar

  4. Aguarde 1 minuto e meça novamente

  5. Espere mais 1 minuto e repita a medição

Como interpretar

Observe quanto a frequência cardíaca diminuiu após 1 minuto de recuperação

  • Queda menor que 12 batimentos por minuto: resultado desfavorável. Pode indicar baixo tônus vagal.

  • Queda entre 12 e 20 batimentos por minuto: zona intermediária, sugere possível risco

  • Queda maior que 20 batimentos por minuto: resposta possivelmente adequada

A redução da frequência cardíaca após o esforço é mediada principalmente pelo sistema nervoso parassimpático. Quando, após um minuto de recuperação, a frequência cardíaca permanece elevada, isso pode sugerir um desequilíbrio do sistema nervoso autonômico.

Importante: este é apenas um teste caseiro de triagem e não substitui avaliação médica.

Diagnóstico médico da disautonomia

  • História (sintomas)

  • Exame físico

  • Exames laboratoriais

    • hemograma, ferro, ferritina

    • função tireoidiana (TSH, T4 livre, anticorpos)

    • enzimas do fígado

    • cortisol e eixo HPA

      • Cortisol é hormônio de luta e fuga

    • DHEA (quanto mais cortisol, em geral, menos DHEA)

      • DHEA é hormônio de recuperação

      • Dosar sulfato de DHEA (S-DHEA ideal: >100)

      • Aumenta libido

      • Estimula BDNF

      • Aumenta aldosterona e melhora a pressão arterial

    • glicemia e eletrólitos

    • vitamina B12, folato (ver exane genético MTHFR), vitamina D (ver exame genético VDR)

  • Testes funcionais

    • Tilt test (mesa inclinada): avalia resposta cardiovascular à mudança de postura; diagnóstico de POTS ou hipotensão ortostática. Não identifica outros tipos de desautonomia.

    • Teste de respiração profunda (deep breathing): avalia variabilidade da frequência cardíaca, refletindo tônus vagal.

    • Valsalva maneuver: avalia reflexos autonômicos cardíacos e vasculares.

    • Teste de sudorese (QSART ou sweat test): avalia função simpática colinérgica.

    • Monitorização ambulatorial de pressão e frequência cardíaca: identifica flutuações anormais ao longo do dia.

    • Eliminação de sódio de 24h na urina.

Tratamento

  • Cuidar da tireoide

  • Adequada hidratação

  • Adequado consumo de sódio

  • Reabilitação autonômica (fisioterapia específica com exercícios e treino postural para melhorar o equilíbrio interno do corpo).

    • Depois, aumentar atividade física

  • Reduzir a inflamação

  • Gerir estresse, zelo emocional

  • Tomar sol pela manhã

  • Dormir cedo

  • Macronutrientes e calorias adequadas

  • Suplementação adequada e individualizada de acordo com o caso dos pacientes

  • Tirar o café para reduzir cortisol (ou substituir por café descafeinado) - especialmente se houver alteração genética de CYP1A2

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Goma guar parcialmente hidrolisada

A goma de guar parcialmente hidrolisada (PHGG) é uma fibra solúvel obtida a partir do grão de guar. Trata-se de uma fibra formadora de gel, mas com uma característica importante. Ela passa por um processo chamado hidrólise, que quebra suas cadeias em partes menores. Isso a torna mais fácil de dissolver em água, menos viscosa e geralmente melhor tolerada pelo intestino do que a goma de guar tradicional.

No organismo, o PHGG chega praticamente intacto ao intestino grosso. Ali começa a ser fermentado pelas bactérias da microbiota intestinal. Esse processo acontece de forma lenta, o que é positivo. Fermentações muito rápidas costumam gerar excesso de gases e desconforto. Como a fermentação do PHGG é gradual, ele tende a ser melhor tolerado.

Por esse motivo, o PHGG é considerado prebiótico. Isso significa que ele funciona como alimento para bactérias intestinais benéficas. Ao estimular essas bactérias, pode ajudar a melhorar o equilíbrio da microbiota.

Outro ponto interessante é que o PHGG tem baixo teor de FODMAPs. FODMAPs são carboidratos fermentáveis que podem causar distensão abdominal e gases em pessoas sensíveis, especialmente em casos de síndrome do intestino irritável. Por ter baixo FODMAP, o PHGG costuma ser uma opção de fibra mais segura para quem tem sensibilidade digestiva.

Um estudo japonês recente avaliou justamente os efeitos do PHGG em pessoas com sintomas de prisão de ventre. Participaram 51 adultos saudáveis com constipação, que foram divididos em três grupos. Durante oito semanas, um grupo consumiu 3 g de PHGG por dia, outro 5 g por dia, e o terceiro recebeu placebo.

Os resultados foram interessantes. O grupo que consumiu 5 g por dia apresentou melhora significativa em vários aspectos:

  • aumento da frequência de evacuações

  • melhora da sensação de evacuação completa

  • maior regularidade intestinal

Essas melhorias foram observadas ao comparar os resultados após oito semanas com o início do estudo e também quando comparados ao grupo placebo.

Além disso, ocorreram mudanças na microbiota intestinal. No grupo que consumiu 5 g por dia houve aumento da bactéria Bacteroides, conhecida por produzir ácidos orgânicos benéficos para o intestino. Ao mesmo tempo, dois tipos de bactérias potencialmente prejudiciais diminuíram após quatro semanas.

Os autores sugerem que essa combinação de efeitos pode explicar a melhora da constipação. Ou seja, o PHGG parece atuar de duas formas ao mesmo tempo. Primeiro, aumentando o volume e a qualidade das fezes. Segundo, modulando a microbiota intestinal.

Mesmo assim, é importante lembrar que este foi um estudo relativamente pequeno. Os próprios pesquisadores destacam que estudos maiores ainda são necessários para entender melhor os efeitos do PHGG na saúde intestinal.

Seria particularmente interessante ver mais pesquisas envolvendo pessoas com síndrome do intestino irritável, já que muitas delas têm dificuldade em tolerar fibras tradicionais.

Além do PHGG, outros prebióticos também têm sido estudados para modular a microbiota. Um exemplo são os XOS (xilo-oligossacarídeos). Esses compostos são utilizados em doses muito pequenas e demonstram capacidade de estimular o crescimento de bactérias benéficas no intestino.

Na prática clínica, fibras como PHGG e XOS representam uma estratégia interessante para melhorar a função intestinal sem provocar grande desconforto digestivo. Especialmente em pessoas com constipação, distensão abdominal ou microbiota intestinal desequilibrada.

Referência

Abe A, Morishima S, Kapoor MP et al. Partially hydrolyzed guar gum is associated with improvement in gut health, sleep, and motivation among healthy subjects. Journal of Clinical Biochemistry and Nutrition. 2023.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

SIBO prejudica cicatrização de feridas

A cicatrização de feridas depende diretamente do estado nutricional, da integridade do metabolismo ósseo e da capacidade do organismo de absorver nutrientes. Em determinadas situações clínicas, mesmo quando a ingestão alimentar parece adequada, a recuperação não acontece. Um relato clínico publicado na revista BMC Gastroenterology demonstrou que um distúrbio intestinal específico pode ser um fator oculto nesse processo: o Small Intestinal Bacterial Overgrowth (SIBO), ou supercrescimento bacteriano no intestino delgado (Kubota et al., 2020).

O caso descreve uma mulher de 66 anos com paraplegia causada por lesão medular no nível L4 havia 14 anos. A paciente apresentava uma úlcera sacral extensa, medindo aproximadamente 10 × 6,5 cm, com uma cavidade interna significativa. A ferida permanecia aberta havia cerca de oito meses, sem resposta aos tratamentos convencionais.

Um quadro clínico grave

Além da úlcera persistente, o estado geral da paciente indicava comprometimento nutricional severo. O índice de massa corporal era de apenas 15 kg/m2, caracterizando desnutrição importante. Havia distensão abdominal constante e sinais claros de comprometimento ósseo.

Exames laboratoriais mostraram alterações marcantes:

  • Fosfatase alcalina extremamente elevada, próxima de 1260 U/L

  • Fraturas espontâneas na tíbia e nas costelas

  • Densidade mineral óssea equivalente a apenas 17% da observada em adultos jovens

  • Deficiência grave de vitamina D, com níveis abaixo do limite de detecção

Mesmo com suplementação oral, os níveis de vitamina D não aumentavam. Esse dado sugeria que o problema não estava apenas na ingestão, mas na capacidade de absorção intestinal.

Investigação intestinal

Diante da combinação de desnutrição grave, deficiência de micronutrientes e sintomas gastrointestinais, foi realizada aspiração do conteúdo gástrico e duodenal para análise microbiológica.

O exame revelou colonização bacteriana anormal no intestino delgado, com contagem superior a 10⁵ unidades formadoras de colônia por mililitro. Foram identificados microrganismos como:

  • Escherichia coli

  • Streptococcus

  • Neisseria

  • Candida glabrata

Esse resultado confirmou o diagnóstico de supercrescimento bacteriano no intestino delgado (SIBO).

Como o SIBO interfere na nutrição

No intestino delgado saudável, a densidade bacteriana é relativamente baixa. Quando ocorre supercrescimento microbiano, essas bactérias passam a competir com o hospedeiro pelos nutrientes ingeridos.

Esse processo compromete especialmente:

  • a absorção de gorduras

  • a absorção de vitaminas lipossolúveis

  • o metabolismo de minerais essenciais

Como consequência, vitaminas como A, D, E e K deixam de ser absorvidas adequadamente. No caso descrito, a deficiência extrema de vitamina D levou à osteomalacia e à fragilidade óssea, agravando ainda mais o estado clínico.

A deficiência nutricional também compromete diretamente os processos de reparo tecidual, fundamentais para a cicatrização de feridas.

Tratamento direcionado

A estratégia terapêutica utilizada foi a descolonização seletiva do trato digestivo, com administração oral de:

  • polimixina B

  • anfotericina B

Esse protocolo tem como objetivo reduzir seletivamente a carga de bactérias e fungos patogênicos no intestino delgado. O tratamento foi iniciado no 125º dia de acompanhamento.

Evolução clínica

A resposta foi progressiva, mas consistente. Após cerca de nove meses de tratamento, observaram-se mudanças importantes:

  • redução significativa da profundidade e extensão da úlcera

  • formação de tecido de granulação saudável

  • melhora dos marcadores nutricionais

Parâmetros laboratoriais também apresentaram recuperação:

  • albumina aumentou de 1,8 g/dL para 3,2 g/dL

  • hemoglobina alcançou 12,1 g/dL

  • zinco aumentou para 67 μg/dL

  • vitaminas lipossolúveis e minerais normalizaram gradualmente

Após 742 dias de tratamento, a úlcera estava completamente cicatrizada. Não houve recorrência durante o acompanhamento prolongado, que se estendeu por aproximadamente cinco anos.

O que esse caso ensina

Este foi o primeiro relato que demonstrou a relação direta entre a SIBO, deficiência de vitamina D e falha persistente na cicatrização de úlceras de pressão em pacientes com lesão medular.

A principal implicação clínica é clara. Quando um paciente apresenta:

  • feridas crônicas que não cicatrizam

  • desnutrição sem causa evidente

  • deficiência de vitaminas mesmo com suplementação

  • sintomas gastrointestinais persistentes

é essencial considerar a possibilidade de malabsorção intestinal causada por supercrescimento bacteriano.

O intestino como centro da saúde metabólica

A microbiota intestinal exerce influência profunda sobre digestão, imunidade, inflamação e metabolismo. Alterações nesse ecossistema podem afetar todo o organismo. Entre os nutrientes com maior impacto na saúde intestinal estão os ácidos graxos ômega-3.

Ômega-3 e microbiota intestinal

Os ácidos graxos ômega-3 participam da modulação da microbiota e da resposta inflamatória intestinal.

Essas gorduras bioativas estão associadas a diversos efeitos fisiológicos:

  • aumento da diversidade de bactérias benéficas

  • redução da inflamação intestinal

  • melhora da integridade da barreira intestinal

  • menor permeabilidade intestinal

  • modulação do eixo intestino-cérebro

Além disso, estudos associam níveis adequados de ômega-3 à redução do risco de doenças metabólicas e inflamatórias, incluindo obesidade, diabetes tipo 2 e doenças inflamatórias intestinais.

Fontes alimentares de ômega-3

As principais fontes incluem:

  • peixes gordurosos como salmão, sardinha e atum

  • sementes de linhaça e chia

  • nozes

  • suplementos específicos quando indicados

A recomendação geral é consumir pelo menos duas porções semanais de peixes ricos em ômega-3.

Um ponto fundamental

O caso clínico mostra que nem sempre o problema está apenas na dieta. Muitas vezes, a dificuldade está na forma como o organismo absorve e utiliza os nutrientes.

Por isso, avaliar a saúde intestinal pode ser decisivo para entender quadros complexos de desnutrição, deficiência de vitaminas e cicatrização inadequada.

A integridade do intestino é um dos pilares centrais da saúde metabólica e da recuperação do organismo.

Consultas de nutrição: www.andreiatorres.com/consultoria

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/