Otimizando a saúde física e mental com os pilares alimentação, atividade física e sono

O artigo "Eat, Train, Sleep—Retreat?" explora como alinhar três pilares essenciais do estilo de vida saudável: alimentação, exercícios e sono. Ele destaca que a interação entre esses fatores, quando bem ajustada, pode otimizar a saúde física e mental. Por outro lado, desequilíbrios entre eles podem levar ao esgotamento e prejudicar o organismo.

Diferentes estressores modificam a ritmicidade diurna normal. O ritmo circadiano é controlado pelo ciclo claro/escuro que influencia a ritmicidade do marcapasso central (preto) e assim todos os processos periféricos (vermelho) são sincronizados entre si (a).

Fluxo de Interação entre Jejum, Exercício e Ciclo Circadiano

Diferentes estressores externos podem levar a distúrbios na interação altamente complexa dos osciladores centrais e periféricos. Respostas amortecidas de marca-passos periféricos (b) são observadas especialmente na resistência à insulina ou na alimentação noturna. Refeições ricas em gordura levam a ciclos prolongados (c) e, portanto, a uma mudança dos períodos entre si.

Ritmos irregulares (d) podem ser causados ​​por refeições irregulares ou geralmente por um estilo de vida irregular. A dissociação do ciclo sono/vigília do ciclo claro/escuro, como se verifica no trabalho por turnos ou devido aos tempos de vigília prolongados do estilo de vida moderno, pode adicionalmente deslocar os períodos uns contra os outros (e). Uma combinação de vários fatores pode resultar no desacoplamento parcial ou completo do marcapasso periférico do marcapasso central (f).

O desalinhamento do ciclo circadiano prejudica a sensibilidade à insulina, a tolerância à glicose, o controle do apetite, a performance física e mental.

A imagem acima ilustra como os hormônios principais variam durante o dia (ciclo circadiano):

  • Cortisol: É mais alto pela manhã, geralmente entre 6h e 8h, ajudando a mobilizar energia, estoques de glicose e preparar o corpo para as atividades do dia. ongo do dia, os níveis de cortisol diminuem gradualmente, atingindo seu ponto mais baixo à noite, o que ajuda o corpo a relaxar e se preparar para o sono. Treinar pela manhã, quando o cortisol está naturalmente elevado, pode ser benéfico, especialmente para atividades que requerem energia rápida, como exercícios cardiovasculares. Porém, exercícios muito intensos à noite podem elevar os níveis de cortisol novamente, interferindo no relaxamento e no sono.

  • Insulina: O ciclo circadiano regula a eficiência da insulina ao longo do dia. Para a maioria das pessoas a sensibilidade à insulina é mais alta durante a manhã e vai diminuindo ao longo da tarde e noite. Isso significa que o corpo processa carboidratos de forma mais eficiente nas primeiras horas do dia. Consumir refeições ricas em carboidratos à noite, quando a sensibilidade à insulina é menor, pode levar a picos maiores de glicose no sangue, aumentando o risco de resistência à insulina e doenças metabólicas ao longo do tempo.

  • Hormônio do Crescimento: Aumenta durante o sono profundo, auxiliando na recuperação muscular e queima de gordura. Dormir bem é fundamental para reparo.

  • Melatonina: Sobe à noite para melhorar o sono. Enquanto vitamina D é o hormônio do sol, do dia, melatonina é o hormônio da noite. Possui efeitos antiinflamatórios importantes e sua produção cai com a idade. Por isso, a suplementação pode ser interessante para quem está com dificuldade de manter as horas necessárias de sono.

Estratégias para reequilibrar o ciclo circadiano e melhorar a performance

Alimentação (Eat):
A escolha dos alimentos e o horário das refeições impactam diretamente a energia, o metabolismo e a saúde hormonal. Comer de forma consciente, em horários consistentes e alinhados ao ciclo circadiano (preferindo refeições durante o dia), ajuda a evitar picos de insulina e promove um metabolismo mais eficiente.

Exercício (Train):
A prática regular de exercícios é essencial para o bem-estar, mas seu horário e intensidade importam. Treinar nos momentos ideais do dia pode melhorar o desempenho e sincronizar o corpo com os ritmos hormonais, como o aumento matinal de cortisol.

Aqui estão os melhores horários com base em evidências apresentadas no artigo:

  1. Manhã (Início do Dia): Durante a manhã, os níveis de cortisol estão naturalmente mais altos, o que pode ajudar na mobilização de energia e na queima de gordura.

    • Exercícios matinais também podem melhorar o foco e a disposição ao longo do dia, especialmente corrida, yoga ou caminhadas.

    • Para quem faz jejum intermitente, treinar de manhã em jejum pode amplificar a queima de gordura.

  2. Tarde (Entre 15h e 18h): Durante a tarde, a temperatura corporal e a força muscular atingem o pico, tornando este o momento ideal para treinos de alta intensidade ou de força.

    • A coordenação motora também está melhor nesse período, reduzindo o risco de lesões. Se possível, coloque os treinamento de força, musculação e esportes intensos à tarde.

  3. Noite (Após 18h): Para algumas pessoas, treinar no início da noite ajuda a aliviar o estresse acumulado durante o dia. No entanto, treinos muito intensos à noite podem dificultar o sono devido ao aumento de adrenalina e temperatura corporal. Período mais indicado para atividades moderadas, como alongamento, pilates ou caminhadas leves.

Nem sempre é possível seguir estes horários e fazer exercício é sempre melhor do que não fazer.

Sono (Sleep):
O sono é o momento de recuperação do corpo. A qualidade do descanso afeta diretamente os outros pilares. Dormir o suficiente e em horários regulares ajuda a restaurar energia, equilibrar hormônios e fortalecer a imunidade.

Recuar (Retreat):
O título sugere que, às vezes, é necessário "recuar" ou fazer ajustes nesses hábitos para evitar o estresse ou o desgaste excessivo. O equilíbrio é a chave: sobrecarregar-se com treinos intensos ou seguir dietas muito restritivas pode ser contraproducente.

Integrar alimentação saudável, treinos regulares e sono de qualidade ao ritmo natural do corpo promove resultados mais sustentáveis. Reavaliar e ajustar esses pilares é fundamental para manter o equilíbrio e alcançar um estilo de vida saudável a longo prazo.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Equilíbrio entre Th1 e Th2

O sistema imunológico é altamente complexo, e as células T-helper (TH) desempenham um papel crucial na coordenação das respostas imunológicas. As células TH1 e TH2 são dois subtipos de células T CD4+, diferenciadas com base nas citocinas que produzem e nos tipos de respostas imunológicas que mediariam.

TH1 e Inflamação

  • Função: As células TH1 estão envolvidas na imunidade mediada por células, crucial para a defesa contra patógenos intracelulares (ex.: vírus, certas bactérias) e células cancerígenas.

  • Citocinas Produzidas: As células TH1 secretam citocinas como:

    • Interferon-gama (IFN-γ): Ativa macrófagos, melhora a fagocitose e aumenta a apresentação de antígenos.

    • Fator de Necrose Tumoral-alfa (TNF-α): Promove inflamação e destruição de células infectadas ou anormais.

  • Papel na Inflamação: A resposta TH1 está associada à atividade pró-inflamatória e pode causar danos teciduais quando desregulada. Por exemplo, a atividade excessiva de TH1 contribui para doenças autoimunes, como artrite reumatoide, diabetes tipo 1 e esclerose múltipla.

TH2 e Inflamação

  • Função: As células TH2 estão envolvidas na imunidade humoral, que combate patógenos extracelulares, como parasitas e alérgenos.

  • Citocinas Produzidas: As células TH2 produzem citocinas como:

    • Interleucina-4 (IL-4): Estimula a proliferação de células B e a produção de IgE.

    • Interleucina-5 (IL-5): Ativa eosinófilos, essenciais no combate a infecções parasitárias.

    • Interleucina-13 (IL-13): Atua na produção de muco e remodelação das vias aéreas.

  • Papel na Inflamação: Embora as respostas TH2 sejam menos diretamente pró-inflamatórias que as de TH1, elas estão envolvidas na inflamação crônica em condições como asma, alergias e outras doenças atópicas. Respostas TH2 persistentes podem causar remodelação tecidual e fibrose.

Equilíbrio TH1/TH2 e Inflamação

O equilíbrio entre as respostas TH1 e TH2 é fundamental para manter a homeostase imunológica:

  • Excesso de TH1: Leva a inflamação exacerbada e condições autoimunes.

  • Excesso de TH2: Pode resultar em inflamação alérgica crônica e dificuldade em responder a infecções intracelulares.

Impacto na Inflamação

A inflamação é influenciada pela dominância das respostas TH1 ou TH2:

  • Inflamação mediada por TH1 tende a ser aguda, com ativação de macrófagos e atividade citotóxica.

  • Inflamação mediada por TH2 tende a envolver eosinófilos, mastócitos e produção de anticorpos, contribuindo para doenças alérgicas crônicas e remodelação tecidual.

Em contextos clínicos, estratégias para modular as respostas TH1/TH2 estão sendo exploradas no tratamento de distúrbios relacionados à inflamação, incluindo o uso de biológicos que têm como alvo citocinas específicas, como IL-4, IL-5 ou IFN-γ.

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Funções das células imunes afetadas pelas vitaminas D e E, zinco (Z), n-3 PUFA (n-3), probióticos (PB) e EGCG (EG). Os efeitos dos probióticos citados aqui são para algumas cepas; dada a natureza específica da cepa para os efeitos dos probióticos, esses resultados não devem ser generalizados (Wu et al., 2019).

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Aumento da activina com o envelhecimento

A activina é um hormônio que pertence à família dos fatores de crescimento transformadores beta (TGF-β). É produzido por vários tecidos no corpo, incluindo gônadas, hipófise e placenta, e desempenha papéis importantes em diversos processos biológicos.

Funções Principais da Activina

  1. Regulação da Reprodução:

    • Estimula a secreção de FSH (hormônio folículo-estimulante) pela hipófise, o que influencia a maturação dos folículos ovarianos nas mulheres e a espermatogênese nos homens.

    • Atua em conjunto com a inibina, que regula negativamente a produção de FSH, para manter o equilíbrio hormonal.

  2. Inflamação e Cicatrização:

    • Participa do processo inflamatório, modulando respostas imunes e a produção de citocinas.

    • Contribui para a cicatrização de feridas e regeneração tecidual.

  3. Crescimento e Diferenciação Celular:

    • Influencia o desenvolvimento embrionário e a diferenciação de vários tipos celulares.

    • Regula o crescimento celular em tecidos específicos.

  4. Metabolismo e Outros Processos:

    • Afeta o metabolismo ósseo, modulando a atividade de osteoclastos e osteoblastos.

    • Está envolvida em processos de apoptose (morte celular programada).

O que Acontece Quando a Activina Aumenta?

Efeitos Positivos:

  • Regeneração Tecidual Melhorada: Pode contribuir para uma cicatrização mais eficiente.

  • Estímulo do Crescimento Folicular ou Espermatogênese: Quando os níveis são ajustados ao contexto fisiológico.

Efeitos Negativos:

  • Deregulação da Produção de FSH: Um aumento excessivo pode desestabilizar o eixo hipotálamo-hipófise-gonadal, alterando a fertilidade e os ciclos reprodutivos.

  • Inflamação Excessiva: Níveis elevados podem intensificar a resposta inflamatória, contribuindo para condições inflamatórias crônicas ou autoimunes.

  • Implicações em Doenças Metabólicas e Ósseas:

    • Pode interferir no equilíbrio entre formação e reabsorção óssea, aumentando o risco de osteoporose.

  • Papel em Doenças:

    • Estudos sugerem que a activina pode estar envolvida na progressão de algumas doenças, como cânceres (ex. próstata, mama) e fibrose tecidual.

Aumento da activina com o avançar da idade

  • Idade Avançada: Com o envelhecimento, os níveis de activina podem aumentar, contribuindo para alterações hormonais e metabólicas associadas à idade. O aumento da activina pode ocorrer devido a mudanças na regulação hormonal, processos inflamatórios crônicos e alterações metabólicas comuns nessa faixa etária. A seguir, destacam-se as principais causas:

    • Declínio da Função Gonadal: Com a idade, a produção de hormônios sexuais (como testosterona nos homens e estrogênio nas mulheres) diminui, o que pode levar a uma regulação compensatória da activina, que controla os níveis de FSH.

    • Alteração no Eixo Hipotálamo-Hipófise-Gonadal: A activina participa do equilíbrio desse eixo, e alterações associadas ao envelhecimento podem desencadear aumentos no hormônio.

    • Inflamação de Baixo Grau: O envelhecimento é frequentemente acompanhado de uma inflamação crônica leve, conhecida como inflammaging. A activina é um mediador importante em processos inflamatórios e pode aumentar em resposta a estímulos inflamatórios crônicos.

    • Condições Inflamatórias Específicas: Doenças comuns em idosos, como artrite reumatoide, doenças cardiovasculares ou neurodegenerativas (ex., Alzheimer), estão associadas ao aumento de activina devido à sua resposta imune amplificada.

    • A activina desempenha um papel central na promoção de fibrose (ex., no fígado, pulmões e coração). Idosos têm maior risco de doenças fibrosantes como:

      • Fibrose Pulmonar Idiopática.

      • Fibrose Hepática ou Cirrose.

      • Fibrose Renal ou Cardiovascular.

    • Alguns tipos de câncer, como próstata, mama e cólon, podem secretar activina em excesso, contribuindo para a progressão tumoral e alterações metabólicas.

    • O aumento da activina pode ser uma resposta compensatória ou um fator que exacerba a perda óssea. A activina modula o equilíbrio entre osteoblastos (formação óssea) e osteoclastos (reabsorção óssea). Com a idade, esse equilíbrio se inclina para maior reabsorção óssea, contribuindo para condições como osteoporose.

    • A resistência à insulina e a disfunção metabólica podem estar associadas ao aumento da activina, que desempenha papéis em vias metabólicas e inflamatórias. O acúmulo de gordura visceral e inflamação sistêmica são fatores comuns na idade avançada que podem elevar os níveis de activina.

Tratamento e Manejo

O controle dos níveis de activina, quando necessário, depende da causa subjacente. Pesquisas investigam bloqueadores de activina (como antagonistas específicos) como terapias em condições como fibrose ou doenças relacionadas ao câncer.

Mas o mais importante é a adoção de um estilo de vida saudável. Estratégias baseadas em alimentação saudável, prática de exercícios e manejo do estresse podem ajudar a controlar os fatores que influenciam a produção e atividade da activina, especialmente em contextos inflamatórios, metabólicos e hormonais.

1. Dieta

A alimentação pode influenciar indiretamente os níveis de activina ao modular a inflamação, o metabolismo e os fatores hormonais associados ao envelhecimento.

Alimentos Anti-inflamatórios

  • A activina está envolvida em respostas inflamatórias, e uma dieta anti-inflamatória pode ajudar a equilibrar sua produção.

    • Alimentos Recomendados:

      • Frutas e vegetais ricos em antioxidantes: Frutas vermelhas, espinafre, brócolis.

      • Gorduras saudáveis: Azeite de oliva extra virgem, abacate, nozes.

      • Especiarias anti-inflamatórias: Cúrcuma (açafrão-da-terra), gengibre.

    • Impacto: Esses alimentos reduzem a inflamação crônica, um dos principais gatilhos para o aumento da activina em idosos.

Alimentos Ricos em Polifenóis

  • Polifenóis, como os encontrados no chá verde, cacau e uvas, podem modular a atividade de fatores inflamatórios associados à activina.

    • Exemplo: Resveratrol (encontrado no vinho tinto e em uvas) demonstrou efeitos benéficos na redução de marcadores inflamatórios.

Proteínas de Alta Qualidade

  • A activina está envolvida na regeneração e reparação tecidual. Consumir proteínas de alta qualidade ajuda no suporte muscular e ósseo.

    • Fontes: Peixes, ovos, leguminosas e produtos lácteos fermentados (iogurte, kefir).

Redução de Alimentos Inflamatórios

  • Limitar o consumo de:

    • Açúcares refinados e carboidratos de alto índice glicêmico: Promovem inflamação e desregulação metabólica.

    • Gorduras saturadas e trans: Associadas a maior inflamação sistêmica.

2. Exercício Físico

A prática regular de exercícios é uma das intervenções mais eficazes para regular os níveis de activina indiretamente:

Benefícios do Exercício

  • Redução da Inflamação Sistêmica:

    • Exercícios aeróbicos e de resistência diminuem a inflamação crônica de baixo grau, modulando a produção de activina.

  • Apoio ao Metabolismo Ósseo:

    • Exercícios com impacto (ex.: caminhada, corrida leve) e de resistência ajudam a preservar a densidade óssea, reduzindo o desequilíbrio associado à activina em processos osteoclásticos.

  • Melhora do Perfil Metabólico:

    • A atividade física reduz a resistência à insulina e controla fatores de risco metabólicos associados ao aumento da activina.

Recomendações

  • Aeróbicos Moderados: Caminhada rápida, natação ou ciclismo por 150 minutos semanais.

  • Treinamento de Força: Duas a três vezes por semana para manutenção da massa muscular.

3. Controle do Estresse

O estresse crônico aumenta a produção de cortisol, que está associado à inflamação e pode influenciar indiretamente os níveis de activina. Técnicas de manejo do estresse incluem:

  • Meditação e mindfulness.

  • Yoga ou tai chi: Combina relaxamento mental e exercício físico leve.

  • Sono de qualidade: Um sono inadequado pode exacerbar a inflamação e desregulação hormonal.

4. Peso Corporal e Resistência à Insulina

A obesidade e a resistência à insulina estão associadas a inflamação crônica e ao aumento da activina. A perda de peso saudável pode ajudar a modular esses efeitos:

  • Manutenção de um Índice de Massa Corporal (IMC) Saudável.

  • Dieta equilibrada com restrição calórica leve, caso haja sobrepeso.

5. Suplementação e Nutrientes

Alguns nutrientes podem ajudar a regular a inflamação e o metabolismo ósseo, influenciando indiretamente os níveis de activina:

  • Vitamina D: Essencial para a saúde óssea e imune, ajuda a regular a activina no contexto do metabolismo ósseo.

  • Ácidos Graxos Ômega-3: Presentes em peixes como salmão, sardinha e em suplementos, ajudam a reduzir a inflamação.

  • Magnésio e Zinco: Auxiliam na regulação hormonal e saúde óssea.

6. Redução de Exposição a Toxinas

  • Evitar exposição a poluentes: Toxinas ambientais podem exacerbar processos inflamatórios e metabólicos.

  • Moderar o consumo de álcool: Em excesso, pode interferir na função hepática e aumentar marcadores inflamatórios.

Conclusão

Estilo de vida saudável, com dieta anti-inflamatória, prática regular de exercícios e manejo do estresse, pode ajudar a modular a activina no envelhecimento. Essas estratégias não apenas controlam os níveis desse hormônio, mas também melhoram a saúde geral, reduzindo riscos associados a doenças metabólicas, inflamatórias e ósseas.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/