Estratégias naturais para manter os níveis de testosterona altos por mais tempo

Os níveis de testosterona atingem o pico entre os 20 a 30 anos e diminuem lentamente após os 30 anos de idade. O estilo de vida também contribui para a queda dos níveis de testosterona.

Testosterona baixa contribui para a redução do desejo sexual; ondas de calor; disfunção erétil; baixa contagem de espermatozóides, infertilidade, aumento do tecido mamário.

A queda da testosterona também pode ser acompanhada de perda de massa muscular, irritabilidade, perda de força e aumento da gordura corporal.

Neste vídeo você aprenderá como manter os níveis de testosterona aumentados por mais tempo.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

SAÚDE DO HOMEM: Aprenda a manter a próstata saudável

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Suplementos que melhoram a motilidade dos espermatozóides

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A motilidade é a medida da capacidade de movimentação do espermatozoide, importante para o encontro do óvulo e posterior fertilização do mesmo.

A motilidade é classificada como progressiva (que produz deslocamento), não progressiva (sem deslocamento) e imóvel (parada). Os espermatozoides progressivos, que devem constituir 32% ou mais do total, são os que interessam efetivamente para a fertilização. Quando a motilidade progressiva for menor do que 32% chama-se astenozoospermia. A varicocele (dilatação das veias dos testículos), infecções não tratadas e aumento do estresse oxidativo (radicais livres) são exemplos de problemas que podem gerar astenozoospermia.

No terceiro caso, a melhoria da dieta é fundamental para redução dos radicais livres. Frutas e verduras devem ser parte de uma dieta antiinflamatória. Além disso, alguns suplementos podem ser utilizados como maca peruana, coenzima Q10, L-carnitina, Licopeno, beta caroteno, vitamina C, ácido lipóico, creatina monohidratada e mucuna prurens. Converse com seu nutricionista acerca da melhor solução nutricional para seu caso.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Compulsão alimentar entre homens

Mulheres sempre foram mais cobradas em relação à aparência. Homens podiam ter qualquer corpo, sem que isso chamasse atenção ou fosse motivo de muita polêmica. Porém, cada vez mais os homens assemelham-se às mulheres em níveis de insatisfação corporal e comer transtornado.

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A estética mudou. Hoje até os bonecos vendidos para meninos tem a cintura mais fina e os músculos mais definidos (Pope et al., 1998). A autocobrança aumentou. Nos Estados Unidos, estima-se que dentre os pacientes com compulsão alimentar 40% sejam homens. 

Comedores compulsivos podem sofrer de baixa auto-estima e frequentemente usam a comida para anestesiar as emoções e aliviar  momentaneamente o estresse. Os sintomas do transtorno da compulsão alimentar periódica são semelhantes em homens e mulheres e incluem o consumo de grandes quantidades de comida em curtos períodos de tempo, sentimento de não ter controle sobre a alimentação, comer escondido, comer sem fome, sentimentos de vergonha, desgosto ou desespero após a alimentação, passar a vida em dieta. 

Apesar do sofrimento, é comum que homens procurem menos por tratamento do que mulheres. Após o diagnóstico o tratamento inclui aconselhamento nutricional e alguma modalidade de terapia - cognitivo-comportamental ou dialética são as mais comuns. Dependendo das co-morbidades (depressão, hipertensão, dislipidemias, esteatose hepática, diabetes etc) o uso de medicamentos também pode ser necessário.

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O estresse também precisa ser trabalhado pois afeta o sono, o humor, aumenta os níveis de cortisol e também perpetua a compulsão alimentar. Técnicas integrativas como massagem, uso de fitoterápicos, técnicas respiratórias e de meditação apaziguam, distraem e facilitam o autocontrole.

A atividade física também é importante. Escolher algo que agrade facilita a continuidade. O foco deve ser o prazer de movimentar o corpo e não a perda de peso. O exercício não precisa ser pesado, se a pessoa não gostar. Estudos mostram que mesmo abordagens suaves como yoga reduzem o estresse, melhoram a tolerância à glicose, regularizam os níveis lipídicos, diminuem a pressão arterial e a ansiedade. O  yoga também promove o autoconhecimento, alivia sentimentos de depressão e melhora a auto-imagem.

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Homens também precisam ser cuidados e apoiados. Estudo publicado em 2018 mostrou que a compulsão alimentar em homens associa-se à maior tendência suicida. 

Brown KL, LaRose JG, and Mezuk B. (2018) The Relationship between Body Mass Index, Binge Eating Disorder, and Suicidality. BMC Psychiatry, 18: 196

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