Estratégias para redução da queda de cabelo

Todo mundo quer cabelo bonito e saudável. Isto depende bastante da boa alimentação. Consuma gorduras saudáveis para deixá-los brilhantes. Capriche nas proteínas para crescerem fortes. Adote uma dieta antinflamatória e evite alimentos processados, frituras e açúcar refinado, que inflamam o couro cabeludo e vários outros tecidos. Evite água de banho muito quente, se fuma, pare de fumar.

Vários micronutrientes são necessários para o crescimento do cabelo, incluindo zinco, ferro, niacina, selênio, vitamina D, vitamina A, vitamina E, vitamina C, ácido fólico, biotina, manganês. Com carências nutricionais os cabelos caem mais. Além disso, metais pesados (cádmio, chumbo), que frequentemente chegam à dieta pelo consumo de alimentos cheios de agrotóxicos também causam queda de cabelo (Ozaydin-Yavuz et al., 2019). Neste vídeo falo um pouco mais sobre o tema:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Cabelo bonito naturalmente

O Brasil está em crise mas para onde olhamos vemos salões de beleza e cheios. O mercado da estética continua aquecido e um dos responsáveis é a vontade de estarmos com os cabelos bonitos e arrumados. Os tratamentos são os mais variados, banhos de queratina, o uso perigoso do formol (substância potencialmente cancerígena) e tantos outros produtos vitaminados ou cheios de aminoácidos. Mas para um cabelo bonito de verdade o cuidado precisa vir de dentro para fora.

O cabelo é composto por 14% de cisteína, aminoácido presente em todos os alimentos de origem animal. Sementes, soja, amendoim e aveia também são ótimas fontes. Em adição aos alimentos proteicos a dieta não pode ser pobre em ácido pantotênico, biotina, vitamina D, vitamina E e minerais como selênio, zinco, cálcio, cobre, ferro e magnésio. O cabelo também desidrata se faltarem água ou lipídios no seu cardápio diário. 

Pessoas com deficiência de ferro, cobre e vitamina D apresentam mais queda de cabelo. O zinco é importante para a síntese de queratina, o qual protege o folículo piloso. Falta de selênio, zinco e/ou biotina acelera a despigmentação do cabelo, principalmente próximo à raiz.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Modelo-caveira

O mundo fashion estava indo super bem mas agora parece ter voltado a valorizar as meninas que deveriam estar no hospital e não em um passarela.  Mesmo pessoas constitucionalmente magras não são tão magras! O corpo humano não funciona bem desta forma, a libido desaparece, o trato digestório fica em frangalhos, não absorvendo propriamente os nutrientes. Sintomas como diarréia ou constipação também podem surgir.

A disbiose se instala e os gases também se tornam frequentes e mal cheirosos. O risco de osteoporose é enorme e se instalada não tem volta! Pele e cabelos ficam sem vida, o contrário do que uma modelo sonha! Depressão, ansiedade, artrite e parada cardíaca são frequentes, principalmente nas garotas ais jovens. Recuperá-las não é fácil, principalmente porque não tem noção do perigo ao qual estão submetidas e acham-se certas em suas ações. 

Os critérios padrão para o diagnóstico de anorexia incluem a recusa do indivíduo em manter um peso corporal apropriado para a sua altura e idade (normalmente 15% abaixo da média), um medo intenso de ficar “gordo” ou com excesso de peso, mesmo quando magérrimo, a falta de auto-confiança relacionada com uma auto-imagem distorcida e a perda de períodos menstruais durante pelo menos três meses nas meninas. A família e os amigos precisam ser muito participativos e atuantes para que o caso não se agrave e chegue a extremos. E os estilistas precisam definitivamente ser mais responsáveis em suas escolhas já que as modelos representam suas roupas e vendem uma imagem que pode inspirar positiva ou, neste caso, negativamente, milhares de mulheres.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Quando a restrição de glúten é necessária?

A restrição ao glúten é classicamente indicada na doença celíaca, na alergia ao glúten e na sensibilidade aumentada às proteínas gliadina (Sapone et al., 2012).

A doença celíaca é uma condição autoimune que causa a atrofia de células do intestino de indivíduos geneticamente predispostos. Os sintomas são variados podendo estar presentes fadiga, diarréia, fezes mal-cheirosas, intolerância à lactose, anemia e outras deficiências de micronutrientes que podem cursar com queda de cabelo, problemas de pele, manchas nas unhas dentre outras condições.

Porém, não é só na doença celíaca que a restrição de glúten é benéfica. Estudo mostrou que a restrição de glúten pode beneficiar também pacientes não celíacos. O diagnóstico da doença celíaca é feito após biópsia da mucosa intestinal. Porém, pacientes com resultados negativos ao exame podem ter as mesmas alterações sanguíneas dos pacientes celíacos. De acordo com os autores do estudo as alterações metabólicas podem preceder a atrofia das vilosidades intestinais. Neste caso, a dieta deve ser instituída rapidamente afim de se evitar o agravamento da condição.

Além da doença celíaca, a sensibilidade ao gluten pode piorar os sintomas de doenças inflamatórias, como artrite, psoríase, síndrome do intestino irritável e condições neurológicas como o autismo.

Clique nos links em azul para ler os estudos originais.

+ Nova classificação de condições relacionadas ao consumo de gluten.

+ Alimentos fontes de glúten.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/