India e China batem recorde de diabéticos

Como já comentado na série de podcasts sobre o diabetes divulgada neste site, os altos níveis de glicose sanguínea podem resultar em amputações, cegueira, além de insuficiência renal e cardíaca. De acordo com estimativas da Organização Mundial de Saúde (OMS) o diabetes causa 3,2 milhões de mortes anualmente no mundo. A novidade é que a doença antes associada às nações ricas atinge também países em desenvolvimento. Na verdade, cerca de 80% dos diabéticos vivem nestes países e, atualmente, 1 em cada 3 diabéticos são indianos ou chineses. Na Índia o governo gasta cerca de $2.2 bilhões no tratamento da doença e somando -se às doenças cardíacas são $9 bilhões anuais gastos com problemas que poderiam estar sendo prevenidos com um estilo de vida mais saudável. Assim como outros países em desenvolvimento a Índia tem crescido economicamente tirando milhões da miséria. Porém, o que parecia bom mostrou-se inadequado em decorrência da incorporação de hábitos alimentares ocidentais e também da diminuição da atividade física.

Fonte: Organização Mundial de Saúde

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Uma sessão de exercício já melhora o metabolismo de pessoas com excesso de peso

Pesquisadores da Universidade de Michigan examinaram o efeito do exercício no acúmulo de gordura em um novo estudo com mulheres obesas. Após uma única sessão de exercício foi observado:

* uma maior oxidação (queima) da gordura;

* uma redução de subprodutos do metabolismo da gordura dentro do músculo, o que reduz a resistência à insulina.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Exposição fetal à carcinógenos pode causar câncer décadas mais tarde

Um novo estudo sugere que a exposição fetal à carcinógenos comuns durante os estágios finais da gestação podem ser mais prejudiciais do que a exposição após o nascimento, causando danos genéticos que poderiam conduzir ao câncer durante a infância, adolescência, fase adulta ou mesmo velhice. Na pesquisa, feita com ratos expostos a altos níveis de carcinógenos encontrados normalmente no ar que respiramos, os achados foram consistentes com outros estudos que também apontam para uma maior vulnerabilidade fetal. Os resultados podem ser acompanhados na revista Toxicology and Applied Pharmacology.

A pesquisa pode ajudar a explicar o porque de alguns adultos expostos à poluição desenvolvem câncer e outros não. De acordo com os autores, as substâncias tóxicas são metabolizadas no nosso organismo por enzimas que ainda não estão sendo produzidas no feto, até que o mesmo complete o seu desenvolvimento. Além disso a gestante precisa consumir substâncias protetoras em abundância. As mesmas são encontradas principalmente nas frutas e verduras, como o brócolis, a couve-flor. Estas são fonte de 3-indol-carbinol, um potente anticarcinogênico.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/