A testosterona em mulheres obesas pode aromatizar (ser convertida em estrogênio) devido à maior atividade da enzima aromatase no tecido adiposo, levando a um aumento do estradiol e potencial desequilíbrio hormonal que pode piorar a dominância estrogênica. Essa conversão aumenta os níveis de estrogênio, o que, por sua vez, pode levar à hiperplasia endometrial e outros problemas de saúde. Explico o metabolismo neste vídeo:
Como a obesidade afeta os hormônios
Aumento da aromatase: O tecido adiposo em excesso no corpo de indivíduos obesos possui uma alta atividade de uma enzima chamada aromatase, que é responsável por converter andrógenos (como a testosterona) em estrogênios.
Mais estrogênio: Quanto maior a quantidade de gordura corporal, maior é a produção de aromatase, levando a uma produção aumentada de estrogênio (principalmente estradiol) no organismo.
Impacto na dominância estrogênica
Desequilíbrio hormonal: O aumento do estradiol e, em alguns casos, a resistência à insulina (comum na obesidade) podem levar a um desequilíbrio hormonal.
Hiperplasia Endometrial: Em mulheres, especialmente na pós-menopausa, o excesso de estrogênio pode promover a proliferação do revestimento endometrial (útero), levando à hiperplasia endometrial.
Ciclos Menstruais: Em mulheres em idade fértil, esse desequilíbrio pode afetar o ciclo menstrual e a ovulação.
O que fazer
Emagrecer: A perda de peso através de uma alimentação saudável e exercícios físicos é crucial para reduzir a quantidade de gordura corporal, diminuindo a atividade da aromatase e os níveis de estrogênio.
Busque ajuda: É importante procurar um profissional de saúde para investigar e gerenciar desequilíbrios hormonais, especialmente quando há obesidade.

