Avaliando a glicação

Eu gosto de um chocolate, mas como vimos no último vídeo o consumo excessivo de açúcar gera um processo chamado glicação. Quanto maior é a glicação maior é o risco de desenvolvimento de doenças crônicas como diabetes, problemas cardiovasculares e doença de Alzheimer. Neste segundo vídeo discuto a forma de avaliar o processo de glicação em nosso corpo e se é hora de reduzir o chocolate e outros alimentos açucarados.

Para combater a glicação adicione mais antioxidantes em sua vida. Que tal tomar pela manhã um copo de suco de 1 limão espremido, com 1 colher de chá de canela e 1 colher de chá de gengibre ralado? Muito fácil, muito prático e ainda estimula genes e fatores de transcrição envolvidos com a expressão de enzimas antioxidantes. Você ainda pode variar durante a semana. Em outro dia poderá tomar o limão espremido com 1 colher de chá de extrato de uva (vendido em lojas de produtos naturais) ou mesmo o suco de 1 limão com 1 colher de chá de açafrão. Mas tome cuidado pois o ácido do limão pode desgastar o esmalte dentário. A dica do meu dentista é tomar o suco com um canudo para que o limão não encoste nos dentes.

Assine meu canal no YouTube e não perca nenhum vídeo.

Compartilhe e ajude este trabalho a continuar.
Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Causas e consequências do excesso de oxalato no sangue

Nossos corpos foram projetados para lidar com uma pequena quantidade de oxalato. Por exemplo, o ácido oxálico é produzido como uma parte natural do nosso metabolismo. Porém, grandes quantidades de oxalato são tóxicas, comprometendo a saúde.

Algumas pessoas acumulam altos níveis de oxalato na corrente sanguínea, urina e / ou tecidos, enquanto outros não. Os seis principais motivos pelos quais algumas pessoas acumulam altos níveis de oxalato:

Oxalate-ion-2D-skeletal.png

1) Genética - a hiperoxalúria primária (tipos I e II é causada por doenças raras, que fazem a enzima que quebra o oxalato não ser produzida ou estar defeituosa. Assim, grandes quantidades de oxalato acumulam-se, aumentando o risco de cálculos renais graves.

2) Deficiência de vitamina B6 - faz a produção de oxalato aumentar. A carência desta vitamina (piridoxina) pode ser causada por baixo consumo, uso de anticoncepcionais, baixa absorção intestinal, aumento das necessidades (como na gestação, gravidez ou doenças como câncer).

3) Disbiose Intestinal. O desequilíbrio da microbiota aumenta a inflamação local e aumenta a permeabilidade entre as células, fazendo mais oxalato ser absorvido. Outros problemas intestinais como doença celíaca, doença de Crohn e colite ulcerativa também podem colaborar para aumento da absorção de oxalatos.

4) Consumo exagerado de oxalatos - ruibarbo, espinafre, amêndoa, feijão, beterraba, chocolate, cerveja, café, refrigerantes, batata doce e couve são alimentos contra-indicados para pessoas com as condições anteriormente descritas.

5) Carências nutricionais - pessoas deficientes em cálcio, magnésio, potássio e ferro absorvem mais oxalato do que as pessoas com dieta adequada.

6) Problemas renais. O oxalato em excesso é eliminado pela urina. Pessoas com problemas renais podem ter dificuldade de eliminação do composto, mesmo pela diálise (Hoppe et al., 1996).

Consequências da elevação do oxalato e conduta nutricional

O excesso de oxalato aumenta o risco de litíase (pedra nos rins), dores ao urinar, dores genitais e fibromialgia. A maioria das pessoas não precisa preocupar-se com a quantidade de oxalato na dieta. Porém, pessoas com problemas genéticos ou problemas renais precisarão limitar a quantidade deste composto na alimentação, não excedendo 50 miligramas ao dia. Um nutricionista fará este cálculo para você.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Vegetais que melhoram a circulação sanguínea e reduzem o risco de varizes

Screen Shot 2019-02-01 at 3.42.10 PM.png

Varizes são veias dilatadas que aparecem abaixo da pele. Surgem especialmente nas pernas e causam dor, desconforto, sensação de formigamento, manchas ou coceiras na pele.

Acometem mais as mulheres, especialmente na gravidez, com o uso de anticoncepcionais ou após a menopausa. Também aparecem quando a pessoa passa muito tempo sentada ou muito tempo em pé.

A má circulação também pode ter causas nutricionais. A obesidade, a carência de nutrientes antioxidantes e o excesso de gordura dificultam o fluxo sanguíneo. É importante, então, caprichar no consumo de vegetais ricos em vitamina C, flavonóides e outros nutrientes antioxidantes. Alface, alho, alho-poró, acelga, beterraba, brócolis, cebola, cenoura, couve, couve de Bruxelas, couve-flor, chicória, espinafre, nabo, rabanete, rúcula e frutas como amora, ameixa, damasco, laranja, limão, mirtilo, pêssego, tangerina e uvas fornecem uma gama de compostos antioxidantes e antiinflamatórios essenciais para a saúde em geral e para a circulação.

Não esqueça da prática regular de atividade física. Caso necessário, procure um angiologista, médico especialista na área. Após avaliação das varizes já existentes, tratamentos como escleroterapia ou mesmo cirurgia poderão ser indicadas.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Como higienizar as esponjas da cozinha?

Screen Shot 2019-02-01 at 3.23.46 PM.png

De quanto em quanto tempo você troca a esponja da sua louça? Esponjas com menos de 15 dias carregam cerca de 500 microorganismos (especialmente bactérias e fungos). Já esponjas com mais de 3 meses apresentam milhões de bactérias que podem acabar gerando intoxicações alimentares e diarreia.

De acordo com a professora Rosana Siqueira, do Centro Universitário UniMetrocamp Wyden, em Campinas, é fundamental fazer a higiene diária das esponjas. Saiba como:

  1. Após lavar a louça, retire o excesso de sabão e os restos de alimentos, com um enxague.

  2. Mergulhe a bucha em um recipiente de vidro cheio de água e coloque no microondas por dois minutos na potência máxima. Se não tiver microondas, deixe a esponja de molho em 1 litro de água com 2 colheres de sopa de água sanitária, sem cheiro.

  3. Depois do procedimento torça bem a esponja e guarde-a dentro do armário, num local seco e arejado.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
Tags