Causas dos transtornos de ansiedade

As causas dos transtornos de ansiedade são multifacetadas e envolvem uma interação complexa de fatores biológicos, genéticos, ambientais, demográficos e psicológicos (Craske et al., 2017).

  • Fatores Neurobiológicos: O artigo Anxiety disorders menciona que a neurobiologia dos transtornos de ansiedade individuais é em grande parte desconhecida, mas foram identificadas algumas generalizações para a maioria dos transtornos, como alterações no sistema límbico. Disfunção do eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA) também é implicada. Regiões cerebrais específicas, incluindo a amígdala (estendida), o hipocampo e o córtex pré-frontal medial (incluindo o córtex pré-frontal ventromedial e o córtex cingulado anterior), estão envolvidas na modulação das respostas relacionadas à ansiedade e a ameaças. O hipotálamo, o mesencéfalo (por exemplo, os núcleos da rafe) e o tronco encefálico (por exemplo, a substância cinzenta periaquedutal) também são implicados. Um modelo influente de sistemas neurais envolve o medo e a ansiedade impulsionados pela amígdala.

  • Fatores Genéticos: Os transtornos de ansiedade têm uma forte base hereditária, com estimativas de herdabilidade entre 30% e 40%, baseadas em estudos com gêmeos. Existe uma considerável sobreposição genética entre os diferentes transtornos de ansiedade e seus sintomas, e essa sobreposição genética se estende à depressão. A expectativa é que a maioria das variantes genéticas associadas aos transtornos de ansiedade contribua para um risco geral relacionado à ansiedade, mas que algumas variantes genéticas sejam específicas para cada transtorno. Estudos colaborativos apontaram para vários genes candidatos como fatores de risco para transtornos específicos, como o transtorno de pânico. Estudos de associação genômica ampla (GWAS) estão começando a identificar marcadores de risco genético para transtornos de ansiedade e traços relacionados à ansiedade, como o neuroticismo.

  • Alterações na microbiota intestinal: Os estudos indicam que a microbiota intestinal pode desempenhar um papel significativo na saúde mental, incluindo a ansiedade. A revisão sistemática de (Minayo et. al., 2021) sugere que os probióticos podem ter efeitos benéficos na redução da ansiedade, indicando uma possível ligação entre a saúde intestinal e os transtornos de ansiedade.

  • Interações Gene-Ambiente: Fatores de risco (e resiliência) genéticos podem exercer uma influência moderadora na ansiedade no contexto do ambiente. O ambiente pode remodelar a expressão gênica através de mecanismos epigenéticos, alterando as funções cerebrais, o comportamento e o risco de transtornos de ansiedade. O estresse pode ser transmitido ao longo do tempo e entre gerações através de processos epigenéticos. Um exemplo bem estudado é o polimorfismo 5-HTTLPR de SLC6A4 (que codifica o transportador de serotonina), que interage com maus-tratos e outros eventos negativos da vida para aumentar o risco de depressão e sensibilidade à ansiedade (Song et. al., 2021).

  • Experiências Adversas na Infância: PTSD e, em menor grau, outros transtornos de ansiedade têm sido consistentemente associados a experiências adversas na infância, incluindo abuso físico e sexual, separação dos pais e maus-tratos emocionais. A adversidade na primeira infância pode prever o desenvolvimento subsequente de transtornos de ansiedade.

  • Outros Fatores de Risco:

    • Sexo feminino: O sexo feminino quase dobra o risco de transtornos de ansiedade. As diferenças sexuais são relativamente pequenas durante a infância, mas se desenvolvem ao longo da adolescência (Fu et. al., 2020; Lamoureux-Tremblay et. al., 2020) .

    • Histórico familiar: Filhos de indivíduos com pelo menos um transtorno de ansiedade têm um risco duas a quatro vezes maior de desenvolver transtornos de ansiedade, que também se desenvolvem significativamente mais cedo na vida. Ter pais com ansiedade e depressão amplifica esse risco.

    • Temperamento: Vulnerabilidades temperamentais específicas na primeira infância (especialmente temperamentos retraídos ou inibidos) são fatores de risco.

    • Interações parentais: Interações parentais caracterizadas por superenvolvimento e negatividade também são um fator de risco.

    • Relacionamentos com colegas: Redução dos relacionamentos com colegas na infância pode aumentar o risco. Outros estudos mostram o impacto do estresse ocupacional, como aconteceu com profissionais de saúde durante a pandemia (Zhu et. al., 2020; Gupta et. al., 2020).

    • Estressores da vida episódicos: Estressores como dificuldades financeiras, doenças familiares, crises de saúde pública, violência e divórcio em jovens adultos podem prever sintomas e diagnósticos subsequentes de ansiedade (Lamana et. al., 2021, Lima et. al., 2023).

É importante notar que alguns transtornos de ansiedade podem ter idades de início específicas; por exemplo, a maioria dos casos de ansiedade de separação e fobias específicas se desenvolve na infância, e a maioria dos casos de transtorno de ansiedade social se desenvolve na adolescência ou no início da idade adulta. A idade de início para o transtorno de pânico, agorafobia e transtorno de ansiedade generalizada tende a variar, mas geralmente ocorre no início da idade adulta.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Alteração de neurotransmissão serotoninérgica nos transtornos mentais

O papel da neurotransmissão serotoninérgica em várias condições neuropsiquiátricas atraiu atenção significativa na literatura recente. Uma variedade de estudos explorou as implicações da desregulação da serotonina em transtornos como transtorno obsessivo-compulsivo (TOC), enxaqueca e síndrome de Rett, destacando a complexidade das interações da serotonina com outros sistemas neurotransmissores.

Em relação às causas, fatores genéticos como alteração de DNAJC12 podem levar à neurotransmissão serotoninérgica prejudicada, vinculando distúrbios metabólicos à desregulação da serotonina. Essa conexão ressalta a importância de compreender as vias bioquímicas que influenciam os níveis de serotonina e suas implicações mais amplas para a saúde mental (Porta et. al., 2023).

Também existem evidências do envolvimento de vias serotoninérgicas no TOC, sugerindo que a desregulação neste sistema pode contribuir para a fisiopatologia do transtorno. No entanto, também há a importância de outros sistemas neurotransmissores, incluindo as vias GABAérgica e dopaminérgica, indicando uma abordagem multifacetada para a compreensão do TOC (Szejko et. al., 2020).

Younis e colaboradores (2021) discutem o papel da neurotransmissão serotoninérgica na ponte (protuberância do tronco encefálico), particularmente em relação à modulação da dor em pacientes com enxaqueca. O estudo enfatiza a interconexão dos sistemas glutamatérgico e serotoninérgico na transmissão sensorial, complicando ainda mais a compreensão do papel da serotonina na dor e nos transtornos de humor.

No contexto da síndrome de Rett, Dai e colaboradores (2022) demonstram que o tratamento com um agonista do receptor 5-HT1A pode melhorar os fenótipos associados ao transtorno, resgatando deficiências na neurotransmissão serotoninérgica. Isso sugere que a modulação direcionada dos receptores de serotonina pode oferecer potencial terapêutico em condições caracterizadas pela desregulação do neurotransmissor.

Pesquisas estão sendo desenvolvidas sobre os efeitos ansiolíticos das chalconas sintéticas, que parecem modular a neurotransmissão GABAérgica e serotoninérgica no peixe-zebra. As chalconas são um grupo de compostos precursores na biossíntese de flavonóides e constituem uma das maiores classes de compostos naturais abundantes de interesse medicinal (Awad et al., 2017). O intuito é o desenvolvimento de novos novos compostos para influenciar as vias da serotonina, contribuindo para o controle da ansiedade (Mendes et. al., 2023)

O impacto das intervenções farmacológicas nos sistemas serotoninérgicos também é evidente no trabalho de Estévez-Cabrera e colaboradores (2023), que investiga os efeitos da fluoxetina, um antidepressivo amplamente utilizado. Suas descobertas indicam que o tratamento com fluoxetina pode induzir alterações nos níveis de neurotransmissores e microRNAs circulantes, apoiando ainda mais o papel da serotonina na regulação do humor.

Os efeitos do valproato nas concentrações de neurotransmissores destaca a influência do medicamento na transmissão serotoninérgica em várias regiões do cérebro, sugerindo que agentes farmacológicos podem restaurar o equilíbrio em sistemas neurotransmissores interrompidos por condições como epilepsia (Wisłowska-Stanek et. al., 2024).

Em resumo, a literatura indica que a neurotransmissão serotoninérgica desempenha um papel crítico em vários transtornos neuropsiquiátricos, com evidências apoiando sua desregulação em condições como TOC, enxaqueca e síndrome de Rett. A interação entre a serotonina e outros sistemas neurotransmissores, bem como o potencial para modulação farmacológica, apresenta um caminho promissor para pesquisas futuras e desenvolvimento terapêutico.

Citações:

[1] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=doi.org_10.3389_fpsyt.2020.00681

[2] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-34619653

[3] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-35795688

[4] https://www.anais.ueg.br/index.php/cepe/article/view/10204/7582

[5] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=doi.org_10.3390_ijms232214025

[6] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=doi.org_10.1080_07391102.2023.2167116

[7] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-36852042

[8] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-36897462

[9] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-38465699

[10] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-38519733

[11] https://www.paperdigest.org/paper/?paper_id=pubmed-39798539

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/

Melhores suplementos no tratamento da psoríase

Vários estudos exploraram o papel dos suplementos alimentares no tratamento dos sintomas da psoríase. No Brasil, cerca de 5 milhões de pessoas têm esta doença autoimune.

A psoríase tende a ser hereditária. Se alguém na sua família tem psoríase, as chances de você desenvolver a doença aumenta. Mais de 30 genes são conhecidos. Alguns deles podem desregular os sistema imune.

Entre os gatilhos estão o estresse, infecções como Streptococcus, climas frios e secos, lesões na pele, uso de lítio, álcool, tabaco, obesidade (pela inflamação), mudanças hormonais na puberdade e menopausa. Alguns suplementos podem ajudar a acalmar a situação:

Óleo de peixe e ácidos graxos ômega-3

Um estudo relatou que uma dieta com óleo de peixe melhorou as pontuações do Índice de Área e Gravidade da Psoríase (PASI) de uma linha de base de 7,7 para 5,3 em três meses e ainda mais para 2,6 em seis meses, em comparação com um grupo de controle com pontuações PASI de 8,9, 7,8 e 7,8 nos mesmos intervalos [1].

Um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo mostrou que a suplementação com óleo de ovas de arenque melhorou significativamente as pontuações PASI em pacientes com psoríase em placas ao longo de 26 semanas [2].

Probióticos

Uma meta-análise indicou que a suplementação de múltiplas cepas probióticas reduz significativamente as pontuações PASI e melhora as respostas de depuração PASI 75 (OR = 4,80, IC de 95% = 2,92-7,89) [3]. Outro ensaio clínico randomizado duplo-cego descobriu que os probióticos melhoraram os resultados clínicos e os indicadores de qualidade de vida em pacientes com psoríase em placas [4].

Um estudo de caso-controle envolvendo 198 pacientes indicou que 83,7% dos tratados com essa cepa obtiveram uma melhora de 100% em sua pontuação do Índice de Área e Gravidade da Psoríase (PASI) após 24 semanas. O tratamento foi bem tolerado, sem eventos adversos relatados [10].

Um ensaio clínico randomizado e controlado demonstrou que uma mistura de cepas probióticas levou a uma redução significativa na gravidade da psoríase, com 66,7% dos pacientes no grupo probiótico apresentando uma redução nas pontuações do PASI de até 75% após 12 semanas [11].

A fórmula probiótica E3 foi testada em pacientes com psoríase e resultou em melhora dos sintomas gastrointestinais e da qualidade de vida, indicando um potencial benefício indireto para o tratamento da psoríase [3].

Fitoterápicos

Um estudo de caso retrospectivo na Jordânia mostrou que uma mistura de suplementos herbais tradicionais, incluindo dente-de-leão, folha de oliveira, folha de urtiga e açafrão, melhorou as pontuações PASI em pacientes com psoríase leve, moderada e grave [5].

Dunaliella bardawil, Tripterygium wilfordii, Azadirachta indica, Curcuma longa e HESA-A foram identificadas como suplementos botânicos benéficos para o tratamento da psoríase [6].

Vitamina D

Embora a suplementação oral de vitamina D não seja frequentemente utilizada em pessoas com níveis normais de vitamina D, é aconselhável para aqueles com déficit para prevenir comorbidades relacionadas à psoríase [6]. Uma revisão sistemática e meta-análise de ensaios clínicos randomizados descobriu que a suplementação de vitamina D pode diminuir a gravidade da doença entre pacientes com psoríase [7].

Uma pesquisa observou que seis pacientes com psoríase moderada a grave que tomaram doses diárias de 30.000 a 60.000 UI de vitamina D3 por 2 a 6 meses apresentaram controle dos sintomas sem efeitos colaterais significativos. No entanto, é importante notar que doses tão altas devem ser administradas sob rigoroso acompanhamento médico devido ao risco de hipercalcemia (Mahtani, & Nair, 2022).​ O paciente precisa seguir uma dieta rigorosa, isenta de laticínios.

Os níveis de Paratormônio (PTH) do paciente responderam positivamente ao aumento da dosagem de vitamina D3. No primeiro caso, após a dose de carga inicial e a administração diária subsequente de vitamina D3, os níveis de Paratormônio (PTH) diminuíram de 65 pg/ml para 37,5 pg/ml, indicando uma resposta à terapia. No segundo caso, apesar dos baixos níveis iniciais de Paratormônio (PTH) de 52,2 pg/ml, um aumento na dosagem de vitamina D3 para 45.000 UI levou a uma redução adicional nos níveis de Paratormônio (PTH) para 29,6 pg/ml ao final do período de tratamento.

Os valores ideais para os níveis de paratormônio (PTH) no sangue podem variar ligeiramente dependendo do laboratório, das unidades de medida e da idade do paciente, mas em geral, os intervalos de referência para o PTH total são:

  • PTH total (paratormônio) - adultos: 10 a 65 pg/mL (picogramas por mililitro)

Vale destacar que esses valores podem variar com base no contexto clínico, como na presença de doenças renais, hipocalcemia, hipercalcemia, entre outras condições.

Selênio e zinco

A suplementação de selênio não mostrou melhora do PASI em um estudo randomizado, duplo-cego e controlado por placebo [1]. Da mesma forma, a suplementação de zinco não diferiu significativamente do placebo na melhora das pontuações do PASI [8].

Vitamina E

A maior ingestão de vitamina E foi associada a uma menor probabilidade de psoríase, sugerindo seu papel potencial no tratamento da psoríase [9].

Precisa de ajuda? Marque aqui sua consulta de nutrição online

Aprenda mais: dieta antiinflamatória e controle das doenças autoimunes

Referências

1) A Pona et al. Diet and psoriasis. Dermatology online journal (2019). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30865402/

2) KS Tveit et al. A Randomized, Double-blind, Placebo-controlled Clinical Study to Investigate the efficacy of Herring Roe Oil for treatment of Psoriasis. Acta dermato-venereologica (2020). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32378724/

3) Y Li et al. Probiotic Supplements Benefit Psoriasis Therapy Rather Than Affecting Disease Risk: Evidence from NHANES Machine-Learning and Meta-Analysis Study. Probiotics and antimicrobial proteins (2024). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39652292/

4) J Moludi et al. Probiotic supplementation improves clinical outcomes and quality of life indicators in patients with plaque psoriasis: A randomized double-blind clinical trial. Clinical nutrition ESPEN (2021). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34857215/

5) B Alkhatib et al. Psoriasis Management Using Herbal Supplementation: A Retrospective Clinical Case Study. Alternative therapies in health and medicine (2021). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/34144535/

6) E Zuccotti et al. Nutritional strategies for psoriasis: current scientific evidence in clinical trials. European review for medical and pharmacological sciences (2018). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/30556896/

7) X Theodoridis et al. Effectiveness of oral vitamin D supplementation in lessening disease severity among patients with psoriasis: A systematic review and meta-analysis of randomized controlled trials. Nutrition (Burbank, Los Angeles County, Calif.) (2020). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/33183899/

8) GM Fairris et al. The effect of supplementation with selenium and vitamin E in psoriasis. Annals of clinical biochemistry (1989). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/2735752/

9) B Song et al. The association of psoriasis with composite dietary antioxidant index and its components: a cross-sectional study from the National Health and Nutrition Examination Survey. Nutrition & metabolism (2024). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/39334198/

10) A Zangrilli et al. Improvement of Psoriasis Using Oral Probiotic Streptococcus salivarius K-12: a Case-Control 24-Month Longitudinal Study. Probiotics and antimicrobial proteins (2022). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/35419648/

11) V Navarro-López et al. Efficacy and Safety of Oral Administration of a Mixture of Probiotic Strains in Patients with Psoriasis: A Randomized Controlled Clinical Trial. Acta dermato-venereologica (2019). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/31453631/

12) PLK Siu et al. A Novel Multi-Strain E3 Probiotic Formula Improved the Gastrointestinal Symptoms and Quality of Life in Chinese Psoriasis Patients. Microorganisms (2024). https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/38276193/

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/