Escala de avaliação da celulite

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Celulite é um termo utilizado para descrever uma afecção de aparência ondulada e irregular na pele, com aspectos de casca de laranja, encontrada principalmente nas regiões das nádegas e coxas, sendo mais comuns em mulheres.

Apesar de ser uma afecção de causa desconhecida, muitos fatores podem contribuir com o seu surgimento, incluindo flutuações hormonais, problemas circulatórios e inflamatórios crônicos. Em 2009 Hexsel propôs uma metodologia para a classificação da celulite por meio de escalas fotonuméricas.

As cinco variáveis analisadas são:

  1.  número de depressões evidentes;

  2. profundidade das depressões visíveis;

  3. aparência morfológica das alterações de superfície da pele;

  4. grau de flacidez ou frouxidão cutânea;

  5. classificação de escala de Nürenberger e Müller.

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Para cada uma dessas variáveis seria possível atribuir pontos de 0 a 3. Ao final, a celulite é classificada nos graus leve (1-5 pontos), moderado (6-10 pontos) ou grave (11-15 pontos). Em relação ao tratamento podem ser indicadas massagens/endermologia, luz intensa pulsada, laser, cremes, subcisão cirúrgica, atividade física e mudanças na dieta. Sobre este último aspecto leia mais clicando na imagem:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!

Brasil é o terceiro país com mais crianças vivendo em situação de pobreza

A infância é um período crítico para o desenvolvimento físico e mental. Infelizmente, muitas crianças em todo o mundo não encontram as melhores condições no início da vida, devido à pobreza e a falta de emprego para seus pais.

A pobreza influencia negativamente a saúde na infância e reduz as oportunidades na vida. As taxas de pobreza infantil são especialmente altas na China, África, Brasil, Costa Rica, Colômbia, Turquia, ÍNdia, Israel, Espanha e Chile. o Chile, Israel, Espanha, Turquia e Estados Unidos, onde mais de uma criança em cada cinco vive na pobreza.

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Crianças que moram apenas com um dos pais parecem estar sob maior risco. A separação em geral resulta em perda de renda para a família. Como a custódia geralmente fica com a mãe e as mulheres, em todo o mundo, tendem a ganhar menos do que os homens a situação de pobreza tende a se agravar. A queda na renda significa menor poder de compra, menor acesso à alimentos saudáveis, a bons cuidados de saúde e serviços educacionais de qualidade.

Famílias de baixa renda enfrentam maior dificuldade para dar o suporte adequado para que a criança aprenda. Há menor compra de livros, brinquedos educacionais e até falta de local adequado para fazer as tarefas de casa. A falta de dinheiro também estressa os adultos trazendo prejuízos significativos às relações familiares. Com a pobreza as desvantagens e privações acumulam-se.

A criança sem acesso à educação de qualidade começa a trabalhar mais cedo, ganha pouco e perpetua o ciclo da pobreza quando cresce. De acordo com a PNAD 2015 2,7 milhões de crianças e adolescentes, entre 5 e 17 anos, trabalham no Brasil. Um bom começo para o próximo governo poderia ser investimento em escolas de qualidade em tempo integral e políticas que criem condições de trabalho para os pais. Seu candidato preocupa-se com isso? Caso não preocupe-se a criminalidade, o abuso de álcool e drogas continuarão aumentando. Dói para todo mundo.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!
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O consumo de tâmaras parece facilitar o trabalho de parto

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Cada região do mundo possui uma vegetação típica. As tâmaras (Phoenix dactylifera), por exemplo, são originárias do Golfo Pérsico. Existem evidências arqueológicas de cultivo no leste da Arábia em 4.000 a.C. Atualmente, as tamareiras são encontradas na Riviera Francesa, no sul da Itália, Sicília e Grécia, nas Ilhas de Cabo Verde, Iraque, Argélia, Marrocos, Tunísia, Egito, Sudão, Arábia e Irã, no noroeste da Índia, nas Filipinas, Austrália e até no nordeste da Argentina e do Brasil.

Um estudo científico avaliou o consumo de tâmaras por mulheres ao final do período gestacional. Na Jordânia 69 mulheres que consumiram seis tâmaras por dia durante 4 semanas antes da data estimada do parto foram comparadas com 45 gestantes que não consumiram tâmaras no mesmo período. Foi observado que as mulheres que consumiram as tâmaras tiveram maior dilatação cervical (o que facilita a passagem do bebê) e uma proporção significativamente maior de membranas intactas. O trabalho de parto espontâneo ocorreu em 96% das mulheres que consumiram datas, em comparação com 79% das mulheres que não fizeram o uso da fruta.

O tempo de trabalho de parto foi também menor nas mulheres que consumiram as tâmaras em comparação com as que não as consumiram. Os autores concluíram que as tâmaras reduzem a necessidade de indução do parto e produz resultados mais favoráveis. Os resultados justificam estudos com maior número de mulheres e em outras partes do mundo.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!
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Nutrição e modificações epigenéticas na síndrome de Down

A síndrome de Down (SD) é caracterizada pela trissomia do cromossomo 21. Ou seja, ao invés de dois cromossomos a pessoa com SD apresenta 3 cromossomos 21 em todas ou na maioria de suas células.

Indivíduos com SD apresentam um risco aumentado de desenvolver a Leucemia Linfoblástica Aguda (LLA), a Leucemia Mieloblástica Aguda (LMA) e a doença de Alzheimer. Isto acontece por genes localizados no cromossomo 21 estarem funcionando de forma alterada. Isto é verdade para os genes ERG, ETS2 e RUNX1 que codificam fatores de transcrição envolvidos na formação das células do sangue. Também é verdade para os genes SOD1 e PPA, que aumentam o risco de Alzheimer.

Por outro lado, é comum a ocorrência de alterações no metabolismo da vitamina B9 (folato), provocando instabilidade genômica, problemas na metilação de genes e baixa formação de substâncias protetoras. No capítulo “Nutrição e modificações epigenéticas na síndrome de Down” trago um pouco desta temática. O mesmo faz parte do Guia de Abordagem Transdisciplinar na Síndrome de Down que você poderá baixar gratuitamente no site aTiva21.com.br

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar clique na aba consultoria no topo da página. Obrigada por visitar esta página!