Disbiose intestinal no autismo
disbiose se refere a um desequilíbrio na flora intestinal, com grande proliferação de microrganismos A disbiose intestinal é mais comum em pessoas com transtornos do espectro do autismo resultando na potencialmente patogênicos. Como alguns alimentos podem perpetuar a disbiose e a inflamação intestinal . Alguns alimentos podem perpetuar a disbiose e, por isto, podem precisar ser excluídos. Estudos Disbiose intestinal no autismo outras terapias é melhor. Cursos relacionados: 1) nutrição e suplementação no autismo 2) Diagnóstico e tratamento da disbiose intestinal
Fitoterapia no tratamento da disbiose intestinal
: (1) Diagnóstico e tratamento da disbiose intestinal; (2) Uso de fitoterápicos. Saiba mais: Fitoterapia no tratamento da disbiose intestinal
Disbiose intestinal - aprenda a cuidar do seu intestino
"Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal" você aprenderá: O que é a microbiota; Como é o Disbiose intestinal - aprenda a cuidar do seu intestino
Disbiose intestinal - curso presencial em Viseu, Portugal em 23/06/2018
Muito se fala em disbiose intestinal. Mas você sabe o que significa este termo? A disbiose nada Diagnóstico e tratamento da disbiose intestinal - facebook.png diagnosticar e tratar a disbiose intestinal. Para fazer sua inscrição clique aqui: https://bit.ly/2jjOUpN Disbiose intestinal - curso presencial em Viseu, Portugal em 23/06/2018
Disbiose intestinal está ligada a diabetes, obesidade, dislipidemia e síndrome metabólica
Disbiose intestinal está ligada a diabetes, obesidade, dislipidemia e síndrome metabólica disbiose intestinal é fator de risco para o desenvolvimento de obesidade, diabetes, aumento dos níveis Pesquisa publicada no PLOS One, mostrou que uma flora intestinal (microbiota) desequilibrada ou . Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Adoçantes artificiais induzem disbiose e aumentam risco de diabetes
Você coloca adoçante em tudo? Vive tomando iogurte light, coca-cola zero e suquinho clight? Pois está na hora de parar!. Um novíssimo estudo, publicado na prestigiada revista Nature, mostrou que o consumo de adoçantes artificiais induzem à disbiose intestinal e aumenta o risco de obesidade e diabetes. Este assunto não é novo. Já falei sobre ele aqui e nesta vídeo aula. Caso queira ler o artigo na íntegra clique aqui (Suez et al., 2014). Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Uso de probióticos na gestação previne obesidade infantil futura
Pesquisas vem demonstrando há vários anos que a disbiose intestinal materna, ou seja, o desequilíbrio entre bactérias boas (bacteroidetes) e ruins (firmicutes) no intestino da mãe contribui para o desenvolvimento de obesidade na criança. Em uma revisão publicada pela Nature em 2015 os autores relembram o fato de que a população de bactérias intestinais aumenta durante a gestação e a qualidade das mesmas é influenciada pela diversidade pré-gestacional. Recomenda-se então o tratamento do intestino, com o uso de probióticos, antes, durante e após a gestação. Converse com seu nutricionista sobre a suplementação mais adequada para você. Os probióticos são seguros em qualquer fase da gestação e da lactação e trás ainda outro grande benefício: a redução significativa na frequência de diabetes gestacional. Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
O cérebro e o intestino no autismo
O autismo tem causa predominantemente poligênica. Ou seja, este transtorno do desenvolvimento é influenciada pelo funcionamento de vários genes que causam um neurodesenvolvimento diferente do padrão. As alterações genéticas podem aumentar a sensibilidade a fatores externos. Por exemplo, pessoas no espectro do autismo podem ter um intestino que funciona mal. A disbiose intestinal (desequilíbrio da microbiota) pode agravar problemas comportamentais mas ainda não está claro se as alterações microbianas impulsionam o desenvolvimento da doença ou se são consequência dela. Converso mais sobre o tema no vídeo de hoje (clique na imagem para assistir). O diagnóstico é a primeira etapa. Com o diagnóstico do transtorno pode-se trabalhar, por meio de terapias e cuidados de saúde, para o desenvolvimento de habilidades. Converse com profissionais qualificados. Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Neuroinflamação na Síndrome de Down
Um perfil inflamatório tem sido associado à progressão de sintomas neurológicos na Síndrome de Down (Wilcock and Griffin, 2013). Alguns fatores contribuem para a neuroinflamação como a disbiose intestinal (Daulatzai, 2015), a disfunção mitocondrial e a carência de coenzima Q10 (Zaki et al., 2017). A suplementação de probióticos e coenzima Q10 são algumas das estratégias para a redução dos danos em pessoas com Síndrome de Down (Tiano and Busciglio, 2011; Tiano et al., 2011). Discuto muitas questões relacionadas à suplementação de compostos específicos no curso online. Saiba mais aqui. Gostou? Por favor, compartilhe.
Nutrição & Autismo
Este curso foi montado a partir das dúvidas de pais e cuidadores a respeito de vários aspectos envolvendo os transtornos do espectro do autismo. Andreia Torres é nutricionista com especialização na área clínica, mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura / ensino na saúde e pós-doutorado em saúde coletiva (Harvard/UnB). Principais aspectos abordados: possíveis causas nutricionais; desequilíbrios metabólicos; polimorfismos genéticos; carências de nutrientes; disfunção mitocondrial; neuroinflamação; destoxificação; disbiose intestinal; outros. A manipulação da alimentação e da suplementação são discutidas e são apresentados estudos científicos na área. Compartilhe.
Alterações gastrointestinais na síndrome de Rett
A Síndrome de Rett é uma desordem genética que leva a alterações progressivas no desenvolvimento neurológico. Está associada a mutações no gene MECP2 (do inglês, methyl-CpG-binding protein 2), localizado no cromossomo X. Tal mutação afeta o funcionamento de vários órgãos. Na síndrome de Rett observa-se regressão do desenvolvimento, principalmente após os 18 meses, perda da fala, distúrbios respiratórios e do sono, manifestações de comportamento autístico, redução da mobilidade, escoliose, déficit de peso ou sobrepeso, rigidez muscular, perda de massa óssea e comprometimento do crescimento (Motil et al., 2012). Alterações no funcionamento do trato digestório também são comuns e incluem disfagia (dificuldade de engolir), desordens biliares (Motil et al., 2012), constipação e disbiose intestinal (Strati et al., 2016). Tais alterações contribuem para um quadro inflamatório. Hoje é claro que intestino e cérebro comunicam-se e a inflamação intestinal contribui para a inflamação cerebral, agravando o quadro na síndrome de Rett. A suplementação de probióticos tem sido recomendada para melhoria dos sintomas, especialmente após o uso de antibióticos (Daliri, Oh e Lee, 2016). Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Hiperpermeabilidade intestinal na Síndrome de Down
Nosso intestino é um tecido inteligente que filtra o que recebe, absorvendo o que presta e descartando o que não presta. Contudo, em determinadas situações a permeabilidade do intestino aumenta e o órgão começa a deixar passar para a corrente sanguínea proteínas mal digeridas (o que aumenta alergias e sensibilidades alimentares), toxinas e outras substâncias deveriam estar sendo excretadas pelas fezes. Alterações na permeabilidade intestinal podem ocorrer em pacientes com doença inflamatória intestinal, intolerâncias alimentares não tratadas, úlceras, diarréia infecciosa, doença celíaca... Na Síndrome de Down a doença celíaca é mais prevalente em relação ao restante da população. A disbiose intestinal (desequilíbrio entre bactérias boas e ruins também é frequentemente observada). Com isso, mais toxinas podem chegar à corrente sanguínea inflamando todo o corpo e o cérebro. Desta forma, é muito importante que a hiperpermeabilidade seja tratada pois a inflamação aumenta o risco de obesidade, diabetes tipo 2 e Alzheimer. Cursos relacionados: - Nutrição na Síndrome de Down: Saiba mais aqui. - Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal Gostou? Por favor, compartilhe.
Qual é a relação do intestino, cérebro e emoções?
O cérebro possui uma barreira com os vasos sanguíneos, denominada barreira hematoencefálica (BHE). Esta barreira é compostas por células unidas por proteínas (claudina, ocludina e moléculas de adesão). Moléculas solúveis em água e importantes para o cérebro passam pela BHE por meio de canais especializados em sua forma íntegra. É o caso da glicose, íons e aminoácidos. Já peptídios, proteínas passam lentamente pela BHE e de forma restrita. A mesma também tenta impedir a entrada de toxinas e substâncias deletérias ao sistema nervoso. A disfunção da BHE, também chamada de "abertura da BHE" está relacionada à exposição do cérebro a substâncias nocivas ou inflamação, situações que compromentem as funções da barreira, causando morte celular e a disfunções na sinalização de neurônios (Lopez-Ramirez, 2014). Um dos fatores que contribuem para o aumento do número de toxinas circulantes e para a inflamação é a disbiose intestinal, situação em que bactérias nocivas começam a se multiplicar no intestino, causando um desequilíbrio da microbiota. Na figura abaixo você pode ver que muitos fatores podem desequilibrar a mucosa intestinal. Quando isso acontece a permeabilidade aumenta (as células se separam) permitindo que toxinas, bactérias e substânciasa mal digeridas passem para a corrente sanguínea. Isto causa um aumento da inflamação no organismo, contribuindo para a quebra da barreira fundamental. Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
A neuroinflamação no autismo
A genética é o principal fator associado aos transtornos do espectro do autismo. Contudo, vários estudos mostram que a exposição ambiental a certas condições durante a gestação ou nos primeiros anos de vida desencadeiam modificações no cérebro. Carências nutricionais estão associadas a desordens do desenvolvimento neurológico. Por exemplo, o desequilíbrio de ácidos graxos essenciais à mielinização dos neurônios vem sendo estudado. Existem evidências de que a deficiência de ômega-3 aumenta a inflamação no cérebro. O microbiota intestinal também é alvo de investigações. Trabalhos recentes sugerem que a disbiose intestinal (desequilíbrio entre bactérias boas e ruins) também gera inflamação orgânica e cerebral agravando sintomas do autismo. A composição da dieta influencia a qualidade da microbiota (flora intestinal). Dietas pobres em fibras, frutas e verduras e ricas em alimentos industrializados, laticínios e glúten reduzem a colonização por microorganismos bons e aumenta o crescimento de microorganismos produtores de toxinas. Saiba mais acessando o curso online.
Anemia em crianças com autismo
Estudo conduzido no Hospital de Clínicas de Porto Alegre evidenciou que a anemia é comum em crianças e adolescentes brasileiros com transtornos do espectro do autismo. A alta frequência de anemia encontrada (28%) indica a necessidade de rastreamento de rotina nestes indivíduos (Castro et al., 2016). As causas da anemia no autismo podem ser decorrentes da baixa ingestão de carnes e vegetais verde escuros, seletividade alimentar, picamalácia ou disbiose intestinal. A suplementação de ferro deve ser feita com supervisão médica e nutricional, apenas em casos de anemia já que outros estudos mostraram que o uso excessivo de suplementos de ferro pode contribuir para a deterioração de neurônios. Para saber mais acesse o curso online: Alimentação e suplementação no autismo.
Melhore o funcionamento intestinal e reduza o risco de doenças do fígado e do coração
O intestino mal funcionante, com desequilíbrios da flora bacteriana (disbiose) parece ser um dos responsáveis pelo aumento da inflamação sistêmica. Esta inflamação aumenta a permeabilidade intestinal e a passagem de toxinas para a corrente sanguínea e fígado. A resposta inflamatória intensifica-se, como mostrada na figura, publicada em artigo de 2015. Isto promove ou intensifica a esteatose hepática. As bactérias intestinais também degradam a colina com aumento do composto tóxico trimetilamina, que tanto é tóxico ao sistema circulatório quanto ao fígado. Fonte: Parekh et al., 2015 - http://www.nature.com/ctg/journal/v6/n6/pdf/ctg201516a.pdf A reversão da disbiose reduz a gordura acumulada no fígado. Leia post anterior aqui. Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Nós e as bactérias: grandes amigos
Moya and Ferrer. Trends in Microbiology, 2016 Temos mais de 10 trilhões de bactérias no intestino. São tantas que chegam a pesar entre 1,5 e 3 kg, o peso do nosso cérebro. Nosso corpo e as bactérias vivem uma relação amorosa. Fornecemos a elas um lugar para viver e alimento para crescer. Já elas nos ajudam a digerir alimentos, produzem enzimas (como a lactase) e vitaminas do complexo B. Também lutam contra microorganismos ainda mais prejudiciais. Mudanças na nossa rotina, na dieta, na atividade física e nos níveis de estresse modificam a composição da microbiota. Algumas bactérias morrem e outras ocupam o lugar. Mesmo assim, nosso corpo continua a funcionar normalmente. Isto porque algumas bactérias desempenham a mesma função no organismo. Por outro lado, quando a quantidade de bactérias ruins é muito grande desordens gastrointestinais e doenças podem aparecer. Pelo menos 50 problemas de saúde estão associados à disbiose intestinal (desequilíbrio entre bactérias boas e ruins). Quando isto acontece, alimentos e suplementos probióticos são sugeridos. O problema é que nem sempre o efeito é duradouro. Você e eu temos diferentes bactérias no corpo. Parece que o DNA presente nas células intestinais comunica-se como DNA das bactérias. Essa troca de informações faz com que a microbiota de cada pessoa seja extremamente variada. Por exemplo, pessoas com síndrome de Down e autismo possuem uma colonização diferente das pessoas típicas. Com o uso de probióticos a colonização muda - por um tempo - tendendo a se modificar novamente depois de um período. Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
Dieta e autismo
! Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal A revista Arquivos de Doenças na Infância publicou uma nova pesquisa que não conseguiu comprovar a teoria de que indivíduos com distúrbios do espectro autista têm uma maior permeabilidade intestinal. O intestino hiperpermeável produziria toxinas que danificariam o sistema nervoso. A hiperpermeabilidade não é característica de todo indivíduo dentro do espectro autista, por isso novas técnicas de avaliação de disbiose intestinal vem sendo testadas. O novo estudo utilizou técnicas analíticas para comparar crianças autistas com outras crianças sem necessidades especiais. Amostras de urina foram comparadas e os resultados não mostraram nenhuma diferença significativa no conteúdo de peptídios nos diferentes grupos. Existem críticas quanto ao teste de urina para a avaliação da disbiose, por isto, outros testes devem ser feitos, inclusive avaliação genética de polimorfismos. Os próprios autores deste estudo acham necessário que outros experimentos sejam conduzidos afim de analisar a necessidade de tratamento da disbiose/hiperpermeabilidade, assim como os efeitos das dietas livres de caseína e glúten na vida do autista. Consulte um nutricionista pois dietas de exclusão devem vir acompanhadas da suplementação de alguns nutrientes. Por exemplo, a exclusão de laticínios exige a suplementação de vitamina D (Marí-Bauset et al., 2015). Saiba mais sobre esta temática no curso online. Acesse com desconto clicando aqui Fonte: Cass H, Gringras P, March J, et al. Absence of urinary opioid peptides in children with Autism. Arch Dis Child. Published Online First: 12 March 2008. Em maio (2016) darei uma palestra gratuita sobre alimentação e suplementação nas desordens do espectro autista. Será em Brasília e as vagas são limitadas. Para garantir sua
Combata o cansaço
O cansaço tem muita relação com nosso estilo de vida. Dormir bem, ter momentos de pausa, não fazer uso excessivo de café, açúcar e bebidas alcoólicas, e abster-se de fumo e de outras drogas é fundamental para a manutenção da vitalidade. Além disso, dieta pobre em nutrientes essenciais pode também conduzir à fadiga crônica. Na verdade a mesma pode ter várias causas como anemia, problemas na tireóide, viroses, desnutrição subclínica (a famosa fome oculta) por falta de qualquer vitamina ou mineral ou mesmo problemas intestinais, como diarréia, constipação ou disbiose intestinal. A disbiose e caracterizada por uma maior permeabilidade. Isto significa que nosso "filtro" natural não está sendo capaz de reter bactérias prejudiciais ou moléculas grandes que acabam atingindo nossa corrente sanguínea ocasionando problemas como alergias e também o cansaço. O excesso de açúcar aumenta a quantidade de cândida no intestino e provoca a inibição da serotonina cerebral, o que por sua vez acaba aumentando a compulsão por açúcar. É típica daquelas pessoas que comem muito, ingerem muita energia e mesmo assim estão sempre cansadas ou cada vez mais gordas, compulsivas e cansadas. Já alimentos ricos em proteínas, como peixes, leite, amendoim, tâmara e banana contêm triptofano, um aminoácido precursor da serotonina e que por isto ajuda a controlar melhor o apetite.
Lactobacilos funcionam?
Os lactobacilos são microorganismos vivos podem ser administrados aos indivíduos em quantidades que conferem benefícios à saúde. São também conhecidos como probióticos e têm sido utilizados para o alívio de sintomas intestinais como a constipação e síndrome do cólon irritável, para a prevenção do câncer colo-retal, a diminuição da concentração de colesterol e triglicerídeos no sangue, o tratamento da diarréia, da rinite e da asma etc. Mesmo que não esteja preocupado ou não sofra de nenhuma das condições acima seu corpo ainda pode se beneficiar do uso de probióticos. Devido à dieta moderna que é rica em alimentos processados, açúcar, proteínas e gordura e pobre em fibras desequilíbrios podem ocorrer fazendo com que se desenvolva a disbiose intestinal. Com a disbiose a absorção de nutrientes como zinco, vitamina E, vitamina A, vitamina B12, ácido fólico e vitamina C são prejudicadas. Por isto, mesmo sem apresentar sintomas, muitas vezes a reinoculação de probióticos é necessária para a boa saúde. Porém, apenas reinocular lactobacilos não será suficiente se você não tiver uma dieta adequada e hábitos saudáveis já que o simples ato de beber muito líquido durante a refeição ou de mastigar muito rápido pode prejudicar a reparação intestinal. Além disto as bactérias (como os lactobacilos) ingeridos sobrevivem às custas de nutrientes conhecidos como prebióticos. Os prebióticos podem ser consumidos sob a forma de suplementos ou de alimentos. Os suplementos mais utilizados são lactulose, oligofrutose, galactooligossacarídeos e inulina. Os prebióticos também são encontrados em alimentos como chicória, aspargo, alcachofra, alho, cebola, alho poró, soja, leite humano, banana e tomate. Se sua dieta é bem saudável não haverá necessidade do uso de prebióticos porém se você não consegue ingerir pelo menos 400 gramas de frutas e verduras por dia o ideal é combinar probiótico . Aprenda mais no curso online: Diagnóstico e Tratamento da disbiose intestinal
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