Você sabe o que é glicação?

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Permanecer sentado o dia todo faz mal também para o cérebro

Nossas atividades cotidianas exigem que permaneçamos sentados por muito tempo, seja na escola, durante o transporte, no trabalho, na universidade, enquanto aguardamos uma consulta médica, ao assistirmos TV ou jogarmos videogames.

Durante todas estas atividades o cérebro está em pleno funcionamento e, por isso, consome muita energia na forma de glicose. O interessante é que tanto a falta quanto o excesso de glicose prejudicam o funcionamento cerebral e aumentam o risco de demência. Níveis mais estáveis mantém a saúde do cérebro.

Para quem passa 8 horas diariamente na posição sentada precisa fazer entre 60 e 75 minutos de atividade física de moderada a rigorosa para compensar o aumento do risco de morte prematura. Parece muito exercício para você? Não preocupa-se. Esta atividade pode ser fracionada durante o dia. Você pode caminhar por 10 minutos após o café da manhã, almoço e jantar (aqui já são 30 minutos!). Você também pode voltar caminhando do trabalho ou escola ou fazer yoga quando chegar em casa.

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Com a glicose dentro da faixa ideal, a memória melhora, a pressão é mantida sobre controle e os vasos do cérebro permanecem saudáveis.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Glucomannan no controle do peso e da glicose sanguínea

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Depois das comilanças de natal já começam a me perguntar sobre dicas de emagrecimento. Um dos emails foi sobre o glucomannam. Ele funciona? Mas o que é isso mesmo?

O glucomannan é um tipo de fibra solúvel extraída da raiz do konjac, uma planta nativa da Ásia. Tem recebido atenção por seu potencial na perda de peso e controle da glicemia. Assim como a goma guar, a pectina e o psyllium, a glucomannan funciona absorvendo líquidos no trato digestório, atrasando a absorção de nutrientes, o que por sua vez aumentaria a saciedade. Comendo menos haveria redução do peso corporal. 

De fato, várias pesquisas investigaram que o impacto do glucomannan mostraram benefícios para a redução do peso corporal, da glicose e até do colesterol plasmático. Estes estudos foram realizados em pacientes com diabetes tipo 2, sobrepeso ou obesidade. É bom lembrar que quem está acima do peso emagrece mais do que quem tem o peso adequado. Quem tem glicemia ou colesterol altos reduzem mais seus valores do que quem está com o perfil sanguíneo adequado já que o corpo possui mecanismos de equilíbrio para que possa funcionar bem. Assim, o efeito em uma pessoa saudável, com peso adequado e exames normais não será o mesmo do grupo que passou por estas pesquisas.

Fora isso, fibras fazem mais efeito quando combinadas com dieta saudável e com exercícios físicos. Para quem vai consumir fibras lembre também de aumentar bastante o consumo de água para que o intestino consiga funcionar direitinho. Para quem quer consumir o glucomannan como forma de aumentar a saciedade, o recomendado é dissolver 1 grama em 230 ml de água e tomar antes das principais refeições.  Para saber mais sobre as fibras:

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Cetoacidose diabética: prevenção e tratamento

A cetoacidose diabética é uma emergência médica e acontece quando os níveis de açúcar (glicose) no sangue do paciente diabético encontram-se muito altos e estão acompanhados do aumento da quantidade de cetonas no sangue.

No diabetes tipo 1 o pâncreas não produz insulina. Desta forma, o paciente precisa aplicar insulina exógena a intervalos regulares, por meio de injeções. 

Quando há falta de insulina a glicose não entra nas células e as mesmas sofrem com a falta de energia. Para evitar que os tecidos deixem de funcionar, o organismo passa a usar os estoques de gordura para gerar energia. Só que nesse processo em que o corpo usa a gordura como energia, formam-se as cetonas, compostos ácidos que desequilibram o pH do sangue. O excesso de cetonas em um diabético pode levar à coma e  morte.

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Para prevenir a cetoacidose diabética, alguns cuidados são importantes:

  • Aplicação correta das injeções de insulina;
  • Realização das medidas da glicemia diárias com o aparelho glicosímetro;
  • Controle dietético com dieta de baixo índice glicêmico

Em caso de surgimento dos sintomas indicados procure seu médico: excesso de urina, sede excessiva, fraqueza, náuseas, vômitos, taquicardia, sonolência, confusão mental, respiração ofegante, desidratação, pressão baixa, hálito cetônico, dor abdominal, pele ressecada, vômitos. 

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/