Técnicas para ajudar seu bebê a comer de tudo

A partir dos 6 meses de vida o bebê passa a receber comida em complemento ao leite materno. Alguns bebês fazem a transição de forma fácil, enquanto outros nem tanto. Para os pais de primeira viagem este pode ser um momento desafiador. Neste novo curso online apresento algumas técnicas para os bebês que aceitam tudo e também para aqueles que lutam contra a comida. Assista o vídeo:

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

QI de crianças com Síndrome de Down

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O Quociente de inteligência (QI) é um valor obtido por meio de testes desenvolvidos para avaliar as capacidades cognitivas (inteligência) das pessoas. Expressão o nível de habilidade de um indivíduo num determinado momento em relação ao padrão (ou normas) comuns à idade.

As variações da inteligência possuem uma base genética, mas sofrem influência do contexto sócio-econômico, de estímulos diversos e da alimentação. O resultados do teste de QI de uma criança com Síndrome de Down deve ser analisado com cautela. Primeiro porque estes testes não são confiáveis antes dos 7 anos de idade. Segundo, os testes de QI tendem a subestimar as competências de indivíduos com síndrome de Down, principalmente quando tem dificuldades na fala, o que dificulta a resposta a perguntas. Ademais, pontuações mais baixas não impedem que um individuo com síndrome de Down desenvolva competências de vida, não impede que possam cuidar de si próprios.

Por isso, utilize com prudência as informações de testes de inteligência. Ter baixa expectativa resulta em baixo estímulo, e claro, baixo desempenho. A intervenção precoce, os cuidados médicos e de saúde, o acesso à educação de qualidade, o amor, a aceitação social, a alimentação saudável associada à suplementação adequada geram contribuem para a aprendizagem em níveis cada vez mais elevados.

Há déficit cognitivo na Síndrome de Down? Sim! Mas em que medida o mesmo afetará o aprendizado e a vida? A resposta varia de pessoa para pessoa. Alguns indivíduos com Síndrome de Down fazem novas aquisições de forma mais lenta do que crianças típicas, outras tem mais dificuldade em manterem-se concentradas por longos períodos. A memória pode não ser tão boa; podem existir também mais dificuldades em aplicar o aprendido em diferentes contextos. Assim, não tenho como dizer se uma criança com Síndrome de Down será capaz de ler, fazer contas ou se chegará à faculdade pois existe uma ampla variação de competências entre as pessoas. Mas isso também existe entre as pessoas típicos. Aprendi a ler e escrever mas não aprendi a tocar violão. Existem diferenças individuais em nosso desenvolvimento social, emocional, psicológico, motor, linguístico...

Sem problemas, ao invés de nos preocuparmos com o que não sabemos podemos focar no que temos de melhor, em nossas competências únicas. No caso da pessoa com síndrome de Down é muito importante lembrar que a aprendizagem pode ser muito afetada por doenças, problemas auditivos e/ou visuais ou algum transtorno do espectro autista. Desta forma, o acompanhamento é fundamental para que o apoio chegue o quanto antes.

Por fim, a nutrição adequada não pode ser negligenciada. O desenvolvimento do cérebro depende de uma série de nutrientes incluindo fosfolipídios, ácidos graxos, colina, zinco, vitaminas B5, B6, B9, B12, aminoácidos como taurina, além de antioxidantes para proteção do tecido nervoso.

Debateremos mais sobre este e outros assuntos no grupo de estudos “Alimentação e Suplementação na Síndrome de Down. Inscreva-se.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Chá verde na síndrome de Down

Mais um estudo mostrou que o chá verde pode contribuir para a melhoria da função cognitiva em pessoas com Síndrome de Downn. A pesquisa foi publicada na importante revista The Lancet Neurology e mostrou que o impacto positivo decorrente da suplementação do composto do chá verde epigalocatequina galato (EGCG) durou por até 6 meses após a suspensão do suplemento.

Os resultados foram avaliados por meio de testes neuropsicológicos diversos, marcadores bioquímicos e também por exame de imagem - ressonância magnética funcional (fMRI) e por estimulação magnética transcraniana (TMS). 

Os exames de imagem do cérebro revelaram que a EGCG alterou a forma como os neurônios conectam-se entre si. É a primeira vez que um tratamento mostra-se eficaz neste sentido sendo uma ferramenta a mais para melhorar a qualidade de vida destes indivíduos. 

Outros experimentos com camundongos haviam mostrado que compostos do chá verde podem inibir o gene DYRK1A o que também contribui para a melhoria da cognição.

Mas nem todos os pesquisadores encontram os mesmos achados. Stringer e colaboradores (2017), por exemplo, não conseguiram reproduzir os resultados de estudos anteriores. Desta forma, novos estudos ainda são aguardados.

Aprenda mais participando do grupo de estudos online.

Quadro " The Adoration of the Crist Child " no MMA em Nova Iorque mostra dois personagens aparentemente com Síndrome de Down.

Quadro "The Adoration of the Crist Child" no MMA em Nova Iorque mostra dois personagens aparentemente com Síndrome de Down.

Discuto muitas questões relacionadas à suplementação de compostos específicos no curso online. Saiba mais aqui.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/

Autoaceitação com yoga

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Tem gente que não se ama e sabe disso. Tem gente que pensa que se ama mas na verdade não. Existem excessões mas muita gente trava uma batalha enorme nesta área.

Precisamos parar de nos comparar, de tentar seguir modelos, de imitar os outros. Existe uma alma bonita dentro de nós, pronta para brilhar. Com exercícios de meditação e respiração você pode deixar sua energia vibrar.

Vamos tentar?

Sente-se confortavelmente e faça uma respiração profunda, expandindo o abdome. Expire pela boca. Repita algumas vezes de forma lenta, no seu próprio ritmo.

Entre em contato com o espaço calmo que existe dentro de você. Se tiver tempo coloque uma música relaxante, que você goste e simplesmente respire de forma consciente, lenta e ritmada até a música acabar. Sinta a barriga elevando-se a cada inspiração. Se sentir tensão coloque sua consciência lá e respirar levando energia a este lugar. Deixe as preocupações partirem com a expiração.

Sua mente vai ficando mais tranquila, tudo vai voltando à ordem, você retorna ao seu centro e reconhece suas qualidades únicas, que te fazem indispensável neste mundo. Você não precisa fazer nada pelo reconhecimento dos outros, a beleza está na diferença. Seja exatamente quem você é.

A meditação nos ajuda a descobrir nosso próprio formato, aceitando-se como somos. Repita diariamente pelos próximos 21 dias e perceba a diferença em sua relação com você mesmo e com os outros.

Quer aprender mais? Que tal unir-se ao grupo de formação de instrutores de yoga que começa agora? Saiba mais aqui.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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