Drink de matchá com óleos essenciais para o emagrecimento

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O matchá é uma bebida feita com folhas de chá verde moídas. Tem sido recomendado para a perda de peso, regulação do apetite e redução da compulsão alimentar. Como o matcha é feito de folhas inteiras que foram finamente moídas, você está realmente ingerindo a folha inteira. Isso significa que você está obtendo mais nutrientes (como EGCG, L-teanina e minerais) do que se simplesmente mergulhasse as folhas em água, como fazemos com os chás convencionais. Por outro lado, se a folha estiver mais contaminada com metais pesados o risco de intoxicação será maior. Por isso, escolha boas marcas. Em geral, as japonesas são menos contaminadas do que as chinesas.

Muitos estudos mostram que o consumo de chá verde (3 a 4 xícaras por dia) ajuda a desinflamar o corpo, auxiliando no processo de emagrecimento. Como o matchá é mais forte o resultado costuma ser o mesmo porém mesmo com o consumo de uma quantidade bem menor (cerca de 1 xícara ao dia).

A cafeína e o EGCG presentes no chá também podem ajudar a acelerar o metabolismo. Porém, não deve ser utilizado por gestantes, lactantes, bebês, pessoas com pressão alta, problemas renais, hepáticos, pessoas com úlceras estomacais ou transtornos de ansiedade.

Para fazer uma bebida refrescante à base de matchá misture:

  • 2 colheres de matchá (chá verde moído)

  • 1 colher de chá de pó de maca peruana

  • 1 colher de chá de cacau em pó

  • 1 gota de aroma de baunilha ou estévia para adoçar (opcional)

  • 1 colher de sopa de óleo de coco

  • ½ xícara de leite de coco

  • 450 ml de água quente

  • 1 gota de óleo essencial de hortelã-pimenta (opcional)

  • 1 gota de óleo essencial de canela (opcional)

Bata os ingredientes no liquidificador e beba. Também pode ser mantido na geladeira por até 24 horas, caso prefira consumir gelado.

Observação importante: nem todo óleo essencial pode ser consumido. Observe na embalagem se o mesmo é orgânico, verifique a procedência e confirme com a empresa produtora se o óleo é indicado para uso interno (algumas marcas são recomendadas apenas para massagens ou inalações).

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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EGCG para mulheres grávidas de bebês com síndrome de Down: em que pé estão as pesquisas?

O cérebro mantém uma relação precisa entre excitação e inibição de neurônios, o que permite, por exemplo, a aprendizagem. O cérebro é formado logo no início da gestação e a relação entre inibição e excitação dos neurônios ocorre precocemente durante a neurogênese. Um dos primeiros neurotransmissores inibitórios a se tornar funcional no sistema nervoso central em desenvolvimento é o ácido Υ-aminobutírico (GABA).

Mas em pessoas com síndrome de Down (SD) o equilíbrio entre a capacidade de excitação e inibição pode estar alterado, resultando em atraso no desenvolvimento e déficit cognitivo. Um dos responsáveis pelo desequilíbrio é a superexpressão do gene Dyrk1a naqueles com a trissomia do cromossomo 21.  Existe a expectativa de que a correção da expressão do Dyrk1a  melhore a neurogênese e o desenvolvimento do cérebro do bebê com SD, tanto antes quanto após o nascimento.

Em um estudo, camundongos que expressavam excessivamente o gene Dyrk1a receberam o epigalocatecnia galato (EGCG) do chá verde durante a gestação. O EGCG é um inibidor do gene Dyrk1a. Camundongos adultos tratados com EGCG no pré-natal apresentaram níveis reduzidos de marcadores inibitórios e resgataram a densidade de neurônios. Testes cognitivos e comportamentais mostraram que os camundongos tratados apresentavam melhor memória de reconhecimento de objetos novos (Souchet et al., 2019). Estudos mostram que o uso do chá verde na gestação é seguro em camundongos (Hachul et al., 2018). O uso em crianças, adolescentes e gestantes não tem sido recomendado por falta de dados adequados. Pesquisas que avaliem dosagens seguras nestes grupos são recomendadas (EFSA, 2018).

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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Chá verde melhorar recuperação muscular

O chá verde é uma bebida muito popular no oriente. Contém catequinas, substâncias ativas com potencial antioxidante e antiinflamatório, capaz de reduzir o risco de doenças crônicas nâo transmissíveis. Para quem vive dolorido por conta da atividade física, o chá verde também é interessante. Além de reduzir dores, contribui para a queima de gordura, melhora a defesa antioxidante e acelera a recuperação.

Para melhores resultados o consumo deve ser de cerca de 3 xícaras ao dia. Para cada 500ml de água use 2 colheres (sopa) da erva seca. Aqueça a água em uma panela e quando começar a ferver desligue o fogo e adicione a erva. Abafe por 5 a 10 minutos e depois beba, quente ou frio. Lembrando que gestantes, mulheres que amamentam, pessoas com arritmias, hipertensão ou insônia devem consultar médico ou nutricionista antes do uso de qualquer tipo chá ou fitoterápico. Qualquer planta pode ter efeitos colaterais. Por exemplo, são relatados casos de intoxicação hepática com o uso de cápsulas de chá verde.

Apesar de o chá verde ser consumido há milhares de anos no oriente somos todos individuais. Além disso, em cápsulas os compostos ativos estão muito mais concentrados, podendo interferir no metabolismo. Pessoas que consomem suplementos em jejum também podem estar em maior risco de intoxicação já que o fígado necessita de uma série de nutrientes para conseguir eliminar compostos indesejáveis. Doses acima de 800mg ao dia de EGCG (um dos tipos de catequinas) podem causar inclusive cirrose, que é irreversível e tratada unicamente com transplante hepático.

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Radicais livres e doenças

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Vários fatores aumentam a produção de radicais livres e o dano aos tecidos. Mutações genéticas, autoimunidade, tabagismo, dieta inadequada e problemas na conjugação da glutationa podem levar a danos no DNA, alterações no funcionamento das mitocôndrias e a morte celular.

Normalmente, existe um equilíbrio entre a geração dos radicais livres e as defesas antioxidantes. A produção de radicais livres é normal, possibilitando a geração de ATP e a transferência de elétrons para vários tipos de moléculas. Porém, quando o equilíbrio é perdido, há um excesso de radicais livres circulando, gerando danos teciduais começam a se acumular, aumentando o risco de doenças cardíacas, diabetes, câncer, osteoporose, problemas intestinais e Alzheimer.

A prevenção do estresse oxidativo pode ser feita com o consumo de alimentos ou suplementos que contenham resveratrol (uvas roxas), antocianinas (açaí), curcumina (açafrão), EGCG (chá verde), alicina (alho). Várias outras plantas têm mostrado-se eficazes no tratamento de diferentes condições de saúde, justamente por conterem compostos antioxidantes e antiinflamatórios (Saeidnia, & Abdollah, 2013).

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Quanto mais variada a dieta, maiores são as chances de uma boa quantidade de nutrientes e fitoquímicos protetores estarem presentes em suas células para o combate dos radicais livres e a prevenção das doenças.

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Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, mestre em nutrição humana, doutora em psicologia clínica e cultura, pós-doutora em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em Coaching e Yoga. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/contato/
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