Arsênico e neurotoxicidade

Metais pesados geram muita toxicidade. Um dos motivos é que podem aumentar a produção de radicais livres no nosso corpo provocando envelhecimento precoce e aumentando o risco de câncer.

Arsênico = metal tóxico que oferece maior risco à saúde. As fontes de contaminação mais comuns são o frango, os frutos do mar, a exposição à herbicidas, inseticidas e raticidas, antibióticos animais, fumaça de automóveis, giz colorido e madeira tratada com arseniato de cromo ou cobre.

Os sintomas da exposição ao arsênico podem incluir hálito e suor com odor de alho, anemia com leucopenia moderada e eosinofilia, náuseas, vômitos, constipação ou diarreia, lesão do músculo cardíaco, formigamentos, anorexia, cãibras e fraqueza em pernas e pés, hiperpigmentação da pele, queda de cabelo, insuficiência pulmonar, problemas renais, dermatológicos, hepáticos, além de neurotoxicidade.

O arsênico altera os sistemas de produção de dopamina (foco, objetivo), acetilcolina (afeta memória, raciocínio rápido).

Como se proteger contra o arsênico?

Evite ambientes poluídos e vegetais com agrotóxicos. Estudos mostram que o frango também é uma importantes fonte de arsênico. Isto acontece porque antibióticos animais muitas vezes contém metais pesados na composição. A dieta saudável é baseada em vegetais. Prefira os orgânicos e, caso consumir muito frango, dê preferência ao caipira e consuma açafrão.

Dra. Andreia Torres é Nutricionista, especialista em nutrição clínica, esportiva e funcional, com mestrado em nutrição humana, doutorado em psicologia clínica e cultura/ensino na saúde, pós-doutorado em saúde coletiva. Também possui formações no Brasil e nos Estados Unidos em práticas integrativas em saúde. Para contratar envie uma mensagem: http://andreiatorres.com/consultoria/